terça-feira, 27 de agosto de 2013

Capitulo cento e trinta e sete.

Parei de drama e engoli o choro mais uma vez. Procurei por ali um par de brincos, encontrei um simples de uma bolinha, coloquei aquele mesmo e arrumei tudo ali. Abri o armário e peguei minhas roupas. Apenas algumas, não iria morar no hotel, depois eu voltava aqui e pegava o resto. Peguei alguns sapatos, os basicos e peguei as roupinhas de Henrique, que por ele ser pequeno usava mais. Sempre sujava com tudo, então peguei a mais. Alguns sapatos também e outras coisas nossas. Coloquei numa mala de Luan, que ele havia comprado quando foi para o exterior. Era gigante, cabia até eu se bobiasse, mas acho que não fecharia devido minha barriga enorme. Sem brincadeira, peguei o que faltava e fechei a mala. Olhei para trás e notei que Luan ainda dormia. Então sai do quarto empurrando a mala e fechei a porta. Depois passei no quarto de Marizete, abri a porta com todo p cuidado do universo, pois ainda era cedo e os pais de Luan podiam estar dormindo. Abri a porta e vi que só estava Henrique ali. Acordei ele e aproveitei que ninguém estava no quarto e dei banho nele. O deixei prontinho e nós dois descemos. Fomos direto para a cozinha e lá encontramos os pais de Luan. Eles estavam preparando o café, demos bom dia para eles e nos sentamos. Falei que iríamos embora e eles entenderam. Ficaram sim tristes, porém respeitavam nossa decisão. Henrique adorou a ideia, pois como qualquer criança, se encantava com coisas novas. Mas ele não entendia muito bem o porque de estarmos indo morar em outro lugar, mas era melhor assim. Comemos e fui atrás das chaves do meu carro e logo as encontrei. Peguei a mala e Henrique deu tchau para o vovô e para a vovó que ele tanto amava. Me despedi também e agradeci muito a eles.
- Obrigada viu? Vocês fizeram muito para mim durante esse tempo, não só para mim, mas também para o Rique e para a Brenda. Obrigada mesmo. - Falei a eles que me abraçaram.
- Gostamos muito de você Laura, não queremos perder contato. - Amarildo falou. 
- Lógico que não vão perder. Vamos visitar vocês sempre. - Falei sorrindo.
- Aonde vocês vão ficar? - Mari perguntou.  
- Em algum hotel, to em dúvida entre dois, mas acho que vou ficar no que é mais próximo da cidade. - Respondi colocando uma jaquetinha por cima do macaquinho. 
- Ok... E o Luan? Não vai se despedir dele? - Ela perguntou. 
- Não... Não vou conseguir. O destino vai fazer a gente se acertar, se for pra ter acertos. Eu cansei de bater na mesma tecla, agora o destino que digite tudo. - Falei. 
- Você tem razão... Mas deixa ele informado de tudo, essa criança que você está esperando é dele. - O Amarildo me lembrou. 
- Sim, vou mater todos vocês informados de tudo, trarei Henrique para ver todos vocês e assim que eu arrumar uma casa para morarmos vocês vão todos nos visitar. Não vou me mudar de Londrina, sei que a amizade que conquistei de vocês vai ser eternizada. Não é porque terminei com Luan que vou me desligar daquilo que para mim é importante demais. - Falei sorrindo e os abraçando.
- Se cuida ta? - A Mari me pediu. 
- Vou me cuidar, com toda a certeza. Cuidarei de nós 3 ao mesmo tempo. - Falei colocando a mão em minha barriga. 
- E a bebe, quando nasce? - O pai de Luan perguntou.
- Vou ir no médico essa semana, fazer a penultima ultrassom, é uma a cada mes né? Então falta apenas duas! Ele vai me indicar alguns anestesistas e tudo mais. Ai vamos marcar o parto, é um médico muito bom. - Falei. 
- Ah que ótimo, quando você for ao médico me da uma ligada, quero ir também se não for muito invasivo. - Mari falou.
- Claro que vai, faço questão. Você é como uma mãe para mim, Mari. - Falei. 
- E você é como uma filha. - Ela respondeu.
- Bom, preciso ir. Qualquer coisa eu ligo para vocês, fiquem tranquilos. 
- Assim que vocês chegarem no hotel, me liga. - Amarildo falou.
- Tudo bem, ligarei. 
- Não esquece Laurinha, queremos saber se vocês estão bem, essas coisas. 
- Estaremos bem, mais uma vez peço que não fiquem preocupados. Obrigada por me fazerem sintir tão amada, obrigada de verdade. - Falei.
- Nós que agradecemos. E quando o Luan acordar, o que falamos para ele? - A Marizete perguntou. 
- Ah, diz que fomos para um hotel, fala que se ele quiser conversar, fazemos isso quando eu voltar para pegar as outras coisas. Diz pra ele que de jeito nenhum vou deixá-lo sem noticias e que é para ele não ficar me culpando por tudo ter acabado assim, e muito menos é para ele ficar se culpando também. O destino quis assim, do mesmo jeito que ele nos fez ficar junto, ele também nos separou. Eu o amo, ele será sempre o pai que eu nunca pude dar para Henrique, e para a Brenda ele também será o melhor de todos. Diz pra ele também que essa semana tem ultrassom, se ele quiser ir, e eu faço questão que ele vá, é só ele me ligar, preciso confirmar o horário, mas pede para ele me ligar e eu digo para ele horário e data. Sobre as outras coisas conversamos depois, fala isso para ele. To explodindo de dor de cabeça, não quero me estressar de novo. Então é isso, tchau viu? Isso não é de jeito nenhum uma despedida, e sim um até logo. - Falei e abracei todos. Henrique também. 



MEUS AMORES QUE AINDA NÃO ME ABANDONARAM, TO EM PROVAS, ENTÃO É COMPLICADO, PORÉM VIM DO JEITO QUE PUDE, TEM QUE SER PELO CELULAR, PORQUE NO MEU PC O BLOGGER NÃO FUNCIONA. QUASE DEPOIS DE UMA SEMANA, ME DESCULPEM PELA DEMORA. :( 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente e faça uma autora feliz.