- Tio Lucas! - Ele chegou gritando e pulando em seu colo. Luan morria de ciúmes.
- Eai rapaz? - Lucas perguntou.
- Vamos jogar video game tio? - Henrique pediu a Lucas.
- Bora! Vamos lá? - Ele disse.
- Depois vocês jogam, agora vamos jantar!
- Depois a gente vai vovó Mari. - Henrique disse puxando Lucas para a escada.
- Não, vamos comer, Henrique. - Mari respondeu.
- Mas eu não quero vovó. - Ele respondeu, sem perder tempo e já subindo com Lucas, que tentava pará-lo mas Henrique sempre ganhava, ele era manhoso e o ''tio'' Lucas não sabia o que fazer. A Mari fez cara feia, com motivo pela desobediência, mas ficou quieta, porém eu não.
- Henrique, respeita sua vó. Vamos comer. - Falei, mas ele continuava puxando o Lucas para subir na escada.
- Eu não estou com fome! - Ele retrucava.
- Senhor Henrique, desça agora dessa escada. Você tem que nos obedecer. Querendo ou não. Você tem 3 anos! Agora vamos comer que você está com fome sim. - Falei e ele parou de subir, mas não desceu.
- Cara, sua mãe ta brava, vamos descer, comer pra ficar fortão e depois a gente brinca! - Lucas falava para tentar acalmar a rebeldia de Rique, que começou a fazer manha e mais manha.
- Sem gracinha, desce agora. - Falei e ele desceu emburrado.
- Esse seu bico ta maior que a pança do Luan. - A Bruna comentou zoando Luan, até eu que estava séria dei risada.
- Bruna, você fica melhor calada! - Luan respondeu e nós rimos.
- Mas a conversa é séria mocinho, pede desculpas para sua avó. - Falei.
- Não... - Ele disse franzindo a testa.
- Como é que é Henrique? - Falei aumentando a voz.
- Calma Laura! - Luan disse sentado, observando.
- Calma nada Luan, ele sempre da uns chiliques desse e você sempre acoberta. - Falei a Luan, que se calou bravo. Henrique então foi até a Mari.
- Desculpa vovó. - Henrique pediu e abraçou a Mari.
- Desculpo meu amor, só quero seu bem. Assim como sua mãe e o senhor Luan que não faz nada né! - A Mari disse ''puxando a orelha de Luan'' que já estava subindo bravo.
- Aonde você vai? - O pai de Luan perguntou.
- Subir! - Ele respondeu aparentemente bravo.
- Subir? Não vai jantar? - Amarildo perguntou.
- To sem fome. - Luan disse.
- Luan, sua mãe e a Laura tentando trazer Henrique para jantar e você da esse exemplo? - O pai de Luan falou bravo e ele sem questionar foi para a cozinha junto com nós todos. Nos sentamos e nos servimos. Luan ficou o jantar todo emburrado, parecia Henrique, que havia dado uma acalmada. Mas Luan não, ele mostrava aparentemente que estava bravo. Não trocamos nenhuma palavra, mas Lucas, Bruna, Henrique e os pais de Luan riam bastante conversando. Todo mundo notou que iria sim sair uma discussão dali.
- Nossa, estão calados demais... - Mari falou e eu levantei a cabeça e afirmei que sim.
- Não da... - Falei apontando para Luan que forçado, estava comendo.
- Luan, conversa com a Laura, ela não fez nada para você! - Amarildo sempre amigo, tentando ajudar. Sei que Luan respeitava ele demais, mas hoje foi primeira vez que o vi ignorar seu pai.
- Muito obrigada por tentar ajudar Amarildo, mas não tem jeito. Deixa ele subir, é isso que ele quer. - Falei sorrindo bem torto e voltando a olhar para minha comida.
- Não, ele tem que aprender que nada que você falou para ele foi por mal. Ele acoberta sim e precisa arrumar esse lado. - Seu Amarildo falou, mas Luan continuava ignorando.
- Amor, deixa ele subir. - A Mari pediu e então ele autorizou. Luan então se levantou e subiu ligeiramente. Ficamos ali na cozinha, terminamos de comer e ainda fomos servidos com uma linda sobremesa que Mari tinha feito. Estava tudo muito bom.
- Gostaram? Hoje foi especial, pena que o clima não foi tão especial assim né? - Mari falou.
- Só de estarmos em família, com saúde, já é especial, mãe. - Bruninha falou abraçada com o Lucas, que também concordou com ela.
- Estava uma delicia amor. - Seu Amarildo falou.
- Realmente, estava muito bom. Obrigada pela comida e dedicação com a gente sogra! - Falei.
- Que isso meus amores, cozinhar para vocês é sempre muito bom! - Mari respondeu.
- Henrique, nos conta! Você foi ver a sua outra vovó hoje? - Bruninha perguntou ao Rique, senti que foi para quebrar o gelo de alguns minutos atrás.
- Aham, foi legal sim tia, mas a mamãe e a vovó brigaram, ai a gente foi embora. - Henrique disse e todos me olharam.
- É verdade, mas você descobriu que tem uma priminha né? - Falei pra Henrique, disfarçando. Ele então afirmou que sim com a cabeça e subiu com o vovô para o quarto dos pais do Luan. Ele adorava depois da janta subir e assistir desenho com o Seu Amarildo. Eu fiquei arrumando as coisas da cozinha com a Mari e a Bruna subiu para seu quarto com o Lucas.
- Ele não aceita que falem nada pra ele. - Falei enxugando os pratos, enquanto Mari lavava-os.
- Sim, esse é um defeito dele. - Ela concordou.
- Mas é pro bem dele. Agora ele fica trancado no quarto, bravo, sem falar com ninguém. - Falei.
- Sobe lá, conversa com ele. - Mari sugeriu.
- Não vou passar a mão na cabeça dele. - Falei orgulhosa, porém justa.
- Mas não digo ir pedir desculpas, entrem em um acordo. Vocês precisam aceitar a opinião um do outro. - Mari falou.
- Sim, vou fazer isso depois que acabar aqui. Mas eu aceito tudo que ele fala para mim. Depois que eu briguei com minha mãe, no carro, ele só faltou me xingar. Disse um monte. Mas e ele? Tem que ouvir também, não só falar. - Desabafei com Mari e ela entendeu perfeitamente. Depois que acabamos de arrumar tudo deixei ela na sala assistindo sua novela e subi para o quarto, mas antes fui no quarto de Bruna e bati na porta.
- Entra! - Bruna gritou.
- Nossa, estão calados demais... - Mari falou e eu levantei a cabeça e afirmei que sim.
- Não da... - Falei apontando para Luan que forçado, estava comendo.
- Luan, conversa com a Laura, ela não fez nada para você! - Amarildo sempre amigo, tentando ajudar. Sei que Luan respeitava ele demais, mas hoje foi primeira vez que o vi ignorar seu pai.
- Muito obrigada por tentar ajudar Amarildo, mas não tem jeito. Deixa ele subir, é isso que ele quer. - Falei sorrindo bem torto e voltando a olhar para minha comida.
- Não, ele tem que aprender que nada que você falou para ele foi por mal. Ele acoberta sim e precisa arrumar esse lado. - Seu Amarildo falou, mas Luan continuava ignorando.
- Amor, deixa ele subir. - A Mari pediu e então ele autorizou. Luan então se levantou e subiu ligeiramente. Ficamos ali na cozinha, terminamos de comer e ainda fomos servidos com uma linda sobremesa que Mari tinha feito. Estava tudo muito bom.
- Gostaram? Hoje foi especial, pena que o clima não foi tão especial assim né? - Mari falou.
- Só de estarmos em família, com saúde, já é especial, mãe. - Bruninha falou abraçada com o Lucas, que também concordou com ela.
- Estava uma delicia amor. - Seu Amarildo falou.
- Realmente, estava muito bom. Obrigada pela comida e dedicação com a gente sogra! - Falei.
- Que isso meus amores, cozinhar para vocês é sempre muito bom! - Mari respondeu.
- Henrique, nos conta! Você foi ver a sua outra vovó hoje? - Bruninha perguntou ao Rique, senti que foi para quebrar o gelo de alguns minutos atrás.
- Aham, foi legal sim tia, mas a mamãe e a vovó brigaram, ai a gente foi embora. - Henrique disse e todos me olharam.
- É verdade, mas você descobriu que tem uma priminha né? - Falei pra Henrique, disfarçando. Ele então afirmou que sim com a cabeça e subiu com o vovô para o quarto dos pais do Luan. Ele adorava depois da janta subir e assistir desenho com o Seu Amarildo. Eu fiquei arrumando as coisas da cozinha com a Mari e a Bruna subiu para seu quarto com o Lucas.
- Ele não aceita que falem nada pra ele. - Falei enxugando os pratos, enquanto Mari lavava-os.
- Sim, esse é um defeito dele. - Ela concordou.
- Mas é pro bem dele. Agora ele fica trancado no quarto, bravo, sem falar com ninguém. - Falei.
- Sobe lá, conversa com ele. - Mari sugeriu.
- Não vou passar a mão na cabeça dele. - Falei orgulhosa, porém justa.
- Mas não digo ir pedir desculpas, entrem em um acordo. Vocês precisam aceitar a opinião um do outro. - Mari falou.
- Sim, vou fazer isso depois que acabar aqui. Mas eu aceito tudo que ele fala para mim. Depois que eu briguei com minha mãe, no carro, ele só faltou me xingar. Disse um monte. Mas e ele? Tem que ouvir também, não só falar. - Desabafei com Mari e ela entendeu perfeitamente. Depois que acabamos de arrumar tudo deixei ela na sala assistindo sua novela e subi para o quarto, mas antes fui no quarto de Bruna e bati na porta.
- Entra! - Bruna gritou.
- Oi Bru, sou eu! - Falei entrando de fininho para ver se não tava atrapalhando nada.
- Entra muié! - Lucas disse rindo.
- É que começou a novela, sei que vocês dois gostam, então vim avisar. - Falei sorrindo.
- Ah muito obrigada, vamos assistir amor? - A Bruna perguntou ao Lucas.
- Sim, vamos amor. - Eles então levantaram e desceram. Sai então do quarto da Bru e fui para o dos pais do Luan. Henrique estava lá assistindo desenho.
- Amor, ta tudo bem ai? - Perguntei a Henrique que afirmou que sim.
- Vou lá falar com o Luan, não demora pra ir deitar ta? Não da trabalho pra Mari nem pro Amarildo... - Falei e dei um beijo nele. Deixei ele assistindo tv e então fui para o quarto de Luan. Tentei abrir a porta, mas estava trancada.
- Senhor, me de paciência, por favor. - Pedi baixinho e bati na porta, mas ele não abriu.
- Luan, pra que tanta graça? - Falei.
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