Depois do Luan entrar na sala de embarque, fui a pedidos do meu filho comprar em uma loja de chocolates que havia no aeroporto para ele. Compramos um monte, de vários tipos. Depois fomos para casa com Henrique e fiquei lá com ele, aguardado para ver se alguma assistente social, advogada ou juiz me ligava. Mas o meu telefone não tocou nenhuma vez. Fui tomar banho e dei um banho em Henrique, que depois de trocado pediu para assistir desenho. O deixei lá na sala e fui no meu quarto procurar algumas fotos de quando ele era pequeno, ou até mesmo em minha barriga. Acho que fotos são as melhores lembranças e as melhores provas de que eu sempre fui pai e mãe dele. Tudo seria útil, encontrei diversas fotos que provavam que ele nunca precisou de um oi do pai dele, até porque ele estava preso pois cometeu um crime. Sim, ele era um criminoso e a justiça necessitava entender o que está fazendo, dando moral para um bandido. Era fato que Felipe não queria assumir Henrique porque se encantou com o filho, até porque aquele lá nem coração deve ter. Mas Felipe queria esfregar na minha cara e até na cara de Luan, que não tinha nada a ver com isso, que o filho dele era dele, e ele iria assumir, não o Luan. Aguardei por muito tempo a ligação de alguém, mas ela só ocorreu de noite. Atendi o telefone e uma voz doce, de mulher disse ''alo'' então eu respirei fundo.
- Oi.
- Então, aqui é a Selma, assistente social, e quero muito falar com a senhora Laura. - E terminou falando meu sobrenome.
- Sou eu.
- Ótimo. Marcamos o dia que você e o senhor Felipe tentarão fazer uma reconciliação.
- Tudo bem, só me dizer o dia, mas se possível liga pro meu advogado e informe todas as instruções e informações, ele está sendo pago para isso.
- A Senhora não precisa ser grossa comigo, Dona Laura. Sou apenas uma assistente social como disse. O resultado cabe ao juiz e não a mim. Estou sabendo do caso de vocês, pois sou eu que estarei presente para fazer a reconciliação entre vocês dois. Vamos marcar um horário e vocês dois virão com os advogados. Me passe o numero do seu que irei comunicá-lo e informar do que é necessário levar nesse dia.
- Tudo bem, Selma. - Falei o número do advogado e depois ela desligou. Olhei no meu relógio e vi que eram 22:00 deduzi que o show ainda não havia começado, então disquei no meu celular o número do Luan, que demorou muito para atender.
- Pronto?! - Ele falou bem alto, quase gritando. Percebi o barulho e a dificuldade que era para ele escutar.
- Amor! - Eu disse.
- Desculpa amor, não ouvi o telefone tocar, a música aqui na expo da muito alta!
- Magina meu amor, só liguei para dizer que eu te amo. - Eu falei, resolvi falar sobre o telefonema de Selma depois.
- Eu que te amo minha vida! Eu já estou com muitas saudades, deixa eu falar com o Henrique? Deixa!
- Ah amor, ele está dormindo, pegou no sono assistindo desenho.
- Então tudo bem. Amor, quando eu chegar do show, posso te ligar? Eu amo ouvir sua voz antes de dormir, me faz sonhar com você. - O Luan disse.
- Pode ligar sim Lu, e preciso te falar uma coisa também.
- Fala...
- Depois Luan, bom show, beijos!
- Beijos amor! - Ele desligou.
continuuuuuuuuuuuuuua amr
ResponderExcluirmaaaaais amor ! to amandoooo
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