terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Capitulo quarenta e dois.

Deixei a bandeja na cozinha e chamei o Luan para deitar. Ele pegou o Henrique e levou para o quartinho dele e voltou para meu quarto. Ele deitou bá cama e me abraçou.
- Vou deixar você ter eu hoje... - O Luan disse arrancando sua blusa. Ri de Luan e não fui para cima.
- Bah! To sem clima hoje. - Eu disse
- Bah? Gauchinha agora? - O Luan disse voltando a me abraçar.
- Saiu sem querer, mas é verdade Luan, minha cabeça ta louca, tenho medo do Felipe tomar meu filho sabe?
- Bah agora sou eu que digo! Ele não vai conseguir nada, confia. - O Luan disse beijando meu rosto.
- Bah, você é lindo. - Eu disse, arrancando sorrisos de Luan.
- Bah, Bah, Bah, baaaah! - Ele disse e começou me beijar, mas paramos por ali. Logo pegamos no sono. Meio dia acordamos, com Henrique encima de nós dois.
- Tio Luan, acorda! - Henrique dizia.
- To acordado sobrinho! - Luan riu torto.
- Vocês são malas. - Eu disse.
- Não enche. Vamos se trocar todo mundo e vamos almoçar em um restaurante que sempre que faço show aqui eu como... - O Luan disse se levantando e entrando no banho. Me levantei também e fui tomar banho no outro banheiro. Coloquei Henrique para tomar banho junto comigo, passei no quarto dele e peguei um conjuntinho de um shorts e uma blusinha azul e um mini all start preto. Levei ele e suas roupinhas para meu quarto, aonde o Luan já estava trocado. Eu primeiro troquei Henrique, e havia esquecido de sua cuequinha, mas havia uma em meu armário e pequei aquela mesmo. O Luan ficou surpreso ao ver que ele não usava mais fraldas.
- Nossa, ta crescendo em Henricão? Nem fralda mas usa moleque! - Henrique apenas mostrou a língua e já trocado se sentou na minha cama. Peguei minhas roupas para me trocar, mas Rique soltou um grito e correu fechar os olhos de Luan que estava sentado na cama também. Mas que coisa, só para que Luan não me visse sem roupa. Rimos demais e me troquei, depois de pronta dei o sinal e Henrique tirou as mãozinhas dos olhos lindos de Luan. Coloquei meus sapatos e fomos com meu carro ao restaurante. Como foi de surpresa e os fãs não sabiam da ida de Luan a Curitiba, não havia assedio. Entramos e nos sentamos. Pedimos nossa comida e ficamos conversando até a comida chegar.

Capitulo quarenta e um.

De madrugada o Luan chegou em casa e ficou com a gente, sim, a gente. O Henrique estava acordado, com insonia. Luan tentou me distrair. Distrair o Henrique nem era preciso, ele não estava sabendo de nada e eu gostaria que fosse assim por muito tempo, ou até para sempre. O menino nem completou dois anos ainda e já vai passar um furacão na vida dele? Pra que? O Felipe poderia ser civilizado, colocar aquela cabeça que não tem nada dentro para funcionar, o Henrique é uma criança e não merece ficar dividido. Não sei porque quer tanto ser presente na vida do meu filho, cuidei dele tão bem esse tempo todo, e vou cuidar até o fim da minha vida. Ele não precisa de um pai daquele jeito, egoísta, que quer tudo para ele, acho que só para esnobar. Eu não estava tão nervosa, eu creio que juiz nenhum vai me tirar do meu filho, mas o que eu temo é que alguém deixe o Felipe passar algum dia da semana com Rique. O Felipe era uma praga, e eu temia a sua volta em casa. Mas deixei meus pensamentos pra lá, pelo menos tentei. O Rique queria brincar comigo e com o Luan e nós dois fomos. Meu apartamento é pequeno, não dá para correr e é muito sem graça, não tem área de lazer, muito menos um parquinho para passar o tempo de noite. O jeito era brincar no espaço que nós tínhamos, como o Luan sempre fala: ''caixinha de fosforo''
Brincamos de esconde-esconde. Eu contava e o Henrique, junto com o Luan se escondia. Eu demorava para encontrá-los, o Luan se escondia muito bem e provavelmente eu não os encontraria se não fosse as risadas mais gostosas do meu anjo, que ficava nervoso ao ver que eu estava perto do esconderijo deles. O Luan tentava ''tampar'' a boca de Henrique para abafar o som e para mim não achá-los, mas não era possível, a risada de Rique me levava até aonde eles estavam. Brincamos até cansar, e quando vimos já era de manhãzinha. Que mãe desnaturada, ao invés de fazer o filho dormir, ficou brincando junto com o namorado de se esconder. Deitamos os três no sofá que não era muito grande.
- To com fome amor. - O Luan disse ajeitando o Rique encima dele, no sofá.
- Só sabe dar trabalho, nem tinha me tocado que era de madrugada, esse menino gritou tão alto, os vizinhos vão reclamar, vou pagar multa ainda! - Ri.
- Que que tem amor?! - O Luan disse daquele jeito de deixar tudo pra lá, ele nem se importava e para falar a verdade eu também não, eu só queria era me divertir com meus amores.
- É, vou fazer um lanche pra vocês. - Fui na cozinha e demorei mais ou menos dez minutos, quando voltei Henrique já estava desmaiado no colo de Luan. Me aproximei com a bandeira e sentei, a colocando em meu colo.
- Nossa, vou comer do Henricão também amor.
- Seu gordo!
- Sua gorda!
- Para. - Eu disse acabando com a graça.
- Vamos comer, ai vamos dormir, to com muito sono Laurinha.
- Sim...
- Vich, amanhã você tem que trabalhar? - O Luan perguntou.
- Não... Falei que não ia para minha chefe, instinto de mãe, cuidar e proteger do filhote.
- Você sabe que eu cuido dele como se fosse meu filho mesmo...
- Sei Luan, você é o melhor homem, namorado, ''pai'', amigo, do mundo! - Nos beijamos, mas logo paramos, pois a bandeja e o Henrique que dormia no colo de Luan nos atrapalhavam.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Capitulo quarenta.

Nossa rotina era a mesma, acordava, ficava brincando com Henrique e de tarde iria pro trabalho. De noite pra faculdade e depois voltava para casa e dormia. Eu e Luan não nos víamos com muita frequencia, mas sempre que dava ele vinha em casa ou eu e Rique na casa dele em Londrina. O complicado era que eu morava em uma cidade e Luan ''morava'' em outra. Mas ele viajava bastante então era o de menos ele vir para cá. Eu estava bastante presente no twitter e acabei virando amiga dos fãs de Luan. Com o tempo elas pediam fotos de Henrique e algumas fizeram até fã clube para ele. Ele estava crescendo, andando bastante mas as vezes dava uma caidinha. Sua fala estava bastante desenvolvida, e ele era um amor. Carinhoso comigo, com o Luan, que para ele era o tio dele. As semanas iam passando e eu já nem me lembrava mais que Felipe ia ser solto, mas uma hora as coisas acontecem, e ele bateu na minha porta. Sem saber quem era eu fui atender e deixei Henrique brincando na sala. Abri e tomei um susto, que venho acompanhado de uma puxada no coração. Ficamos nos encarando. Tentei fechar a porta em sua cara, mas ele a segurou. Ele estava mais forte, com muitas tatuagens pelo braço e o cabelo raspado. Horrível. Ele não entrou, apenas ficou parado igual um poste na minha frente. Sim, um poste que atrapalha.
- Laurita, minha querida. - ele disse irônico. 
- Sai daqui por favor. - Eu disse com a voz falha. 
- Cade meu filho? - Ele perguntou, tentando passar para o lado de dentro, mas fechei o caminho. 
- Eu perdi. - Tentei de tudo para ele não se aproximar do meu filho.
- MENTIRA! - Ele gritou.
- Por favor, deixa ele fora disso!
- Para de ser criança, ele tem pai!
- Eu não quero, você me faz muito mal.
- Eu vou na justiça.
- Vai, aproveita e pede para eles te prenderem de novo, você não vale nada! - Ele puxou meu braço e tentou me beijar.
- Para, você não quer esse filho, para de ser ridículo Felipe, você só quer ele para afastar o Luan de mim, mas não, você não vai conseguir, se você acha que vai ficar comigo por causa do MEU filho, você ta muito enganado, eu quero você longe de mim, longe do Henrique.
- Esse filho também é meu!
- Foi eu que cuidei dele, ele nunca precisou de pai, você não chega perto dele!
- Vou embora, porque acabei de sair. Vou para a casa e volto com meu advogado.
- Você não vai me derrubar e nem vai derrubar o Luan fazendo isso, te odeio! - Gritei fechando a porta e corri ligar para o Luan.
- Alo? Luan? - Eu disse chorando.
- Isso, que foi Laura? Que foi?
- Luan, o Felipe acabou de aparecer aqui Luan, ele quer o Henrique Luan, me ajuda, eu estou desesperada!
- Cade esse desgraçado?
- Ele foi embora, disse que vai contratar advogado Luan!
- Calma amor, calma, ele só quer derrubar a gente, não vamos deixar né? Vou ver um advogado pra gente, ele não vai colocar a mão no Rique viu?
- Eu to com tanto medo, ainda bem que eu tenho você!
- Hoje tem show, mas assim que acabar vou para ai, me espera que de madrugada eu to ai viu? Eu amo vocês! - Deligamos e eu liguei para minha chefe e disse que não iria trabalhar por isso, não queria correr o risco de Felipe aparecer e a baba não saber o que fazer. 

Capitulo trinta e nove.

Acordei e fiquei a manhã toda com Henrique, que já estava dando seus primeiros passos. Aproveitei e peguei meu celular e tentei filmar. É, tentei, pois a câmera dele estava péssima e eu vi o quanto eu precisava de um celular novo.  Gravei o quanto eu pude, mas logo ''larguei'' meu celular no chão ao ver que Henrique havia caído.
- Ei, não chora meu amor! - Eu disse dando um beijo nas bochechas gostosas dele, enquanto algumas lágrimas caiam. Fiquei com ele no meu colo até ele dormir e o coloquei no berço. Esquentei um pouco do macarrão de ontem e esperei a baba chegar, e depois de algum tempinho ela chegou. Pedi para ela assim que Rique acordasse fazer almoço e ela concordou. Então me despedi e fui pegar meu carro na garagem. Antes de começar a dirigir, entrei no twitter do meu celular e postei o vídeo de Felipe andando com a legenda: ''Olha meu amor lindo lindo já andando amores!'' sai e fui embora para o serviço. Chegando lá dei oi para o pessoal que trabalhava comigo e fui para minha mesa. Resolvi entrar um pouquinho no twitter pelo o computador. Notei que o Luan havia me seguido e comentado o vídeo que postei.
''Jaja ninguém segura esse moleque!''
''Ninguém mesmo'' - Eu disse
''Estou com saudades já''
''Também, mas tenho que trabalhar, até logo'' - Eu twittei e sai do twitter. Voltei a trabalhar e no final da tarde fui para minha faculdade. Recuperei a matéria que eu havia perdido e levei algumas broncas por ter faltado um pouco demais. Quando acabou a aula fui na pracinha na frente da escola e fiquei conversando com alguns colegas enquanto comíamos lanche. No meio de alguns colegas, havia o irmão de Felipe.
- Como que ta o Felipe? - Perguntei para ele.
- Ele ta preso. - Ele respondeu. Ava né?
- Pelo menos está pagando pelo o que cometeu. - Sorri ao dizer.
- Sim, e como que ta a criança?
- Ta bem sim, vocês nunca quiseram ele, então não posso fazer nada, ele não está ausente de mãe, muito menos de pai. - Me irritei e lembrei que a família de Felipe nunca procurou Henrique, ainda bem.
- Aquele Luan lá né? Vi em um jornal uma vez.
- Não quero discutir, mas o Luan está sendo homem de querer assumir meu filho.
- Fui ver o Felipe semana passada na cadeia, ele quer assumir quando sair, e daqui algumas semanas ele sai.
- Ele nunca vai por a mão no meu filho, não vai! - Não deixei ele nem terminar, apenas fui embora correndo. Entrei no carro e fui para casa. Chegando lá notei que Henrique se encontrava na sala assistindo tv. Deitei junto com ele e a baba foi embora. Nós dois caímos no sono ali mesmo. Mas acordei novamente de madrugada com uma ligação de Luan.
- Oi? - Eu disse com voz de sono.
- Te acordei né? Acabou mais um show aqui, acabei de entrar na van, queria saber se vocês estavam bem.
- Estamos sim, o Henrique tava assistindo tv quando cheguei da faculdade, então deitei junto com ele e acabamos dormindo ali. - Ri.
- Queria ta ai com vocês.
- Eu também queria que você estivesse aqui com nós Luan.
- To chegando no hotel, vou tomar um banho e ir dormir. Boa noite meu amor!
- Boa noite, te amo Lu! - Ele desligou e eu fui dormir.

Capitulo trinta e oito.

Levantei e dispensei a baba, pois eu não iria para faculdade. Levei Henrique para a cozinha e percebi ao colocar encima do balcão da cozinha o quanto ele havia crescido.
- Mamãe lembra de você na barriga dela! - Ele me abraçou forte.
- Bora fazer algum papa? O que você quer comer? Que tal macarrão? - Ele afirmou que sim e sorriu, fazendo biquinho. Peguei as panelas e preparei o macarrão que depois de algum tempinho já estava pronto. Coloquei um pouco para mim e um pouco para Henrique.
- mama, suco! - Ele já sabia falar algumas palavrinhas. Levantei para pegar o suco de laranja que ele adorava. Mas meu telefone tocou, deixei a jarra encima da pia e fui para a sala pegar meu celular. Olhei no visor e era a Dagmar, estranhei, mas atendi.
- Alo? - Eu disse.
- Oi, Laura. É a Dagmar.
- Eu sei, tudo bom Dag?
- Tudo, mas quero conversar.
- Ok, jaja eu te ligo, estou dando comida para o Henrique, ele ta me chamando na cozinha pra eu pegar suco pra ele...
- Ele ta bem? - Ela perguntou.
- Tá sim Dag... Grandão!
- Que lindo, mas tudo bem, depois você me liga viu? Beijos.
- Beijo Dag. - Voltei para a cozinha e peguei o suco para Henrique, que tomou tudo. Ele não quis mais comer, então deixei ele sentado na cadeira da mesa enquanto eu lavava a louça. Depois de tudo no seu devido lugar, nós dois sentamos no sofá e eu aproveitei para ligar para a Dagmar.
- Oi!! - Eu disse.
- Oi, então... O twitter está uma coisa de louco! Você devia ter nos avisado antes de criar algum twitter e ter tuitado aquilo Laura!
- Avisar por que? Esclareci apenas as milhares de duvidas que tinham e me mandaram em meu email, disse apenas a verdade e quero sim ficar no twitter, e quando eu tiver tempo eu vou sim entra lá. - Bufei.
- Você tem que tomar cuidado com ad palavras lá Laura!
- Eu sei ter todo o cuidado do mundo, não ofendi ninguém!
- Ok, é só pra dar um concelho.
- Ta Dag.
- Vou desligar, um beijo.
- Beijo. - Desliguei e fui assistir um filme com Henrique e logo dormimos. De madrugada acordei para tomar um copo de água e olhei no meu celular, que tinha 1 nova mensagem.
''aeeeee mor, acabou o show aqui muieeee! Boa noite viu, no cê e no mulecao! Te amo'' - Sorri ao ver e respondi. Voltei a dormir logo depois.


Desculpem, falei que ia postar 2 capitulos e nem voltei, mas a tarde to aqui viu? o/ to adorando as ideias... 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Capitulo trinta e sete.

Tive uma surpresa. Não sei como, mas descobriram meu email. Havia muitas mensagens de fãs perguntando o que estava acontecendo comigo e o Luan. Algumas perguntaram ate quem era o Henrique. Fiquei um pouco com medo, olhei no relógio e já eram 16:00, eu não podia ligar para o Luan, pois ele certamente já estava no bicuço indo para a cidade aonde teria o show nessa noite. Pensei e resolvi tomar coragem e ter pelo menos um pouco de voz. Criei um twitter, pois o que eu tinha a um tempo atras eu havia perdido a senha. Entrei e comecei a falar.
''Erros são para acertos, e dessa vez eu tenho a absoluta certeza que estou fazendo a coisa certa.''
''Eu e o Luan estamos juntos de novo sim, o amor continua o mesmo, e se mudou alguma coisa foi para a melhor''
''Eu não escolhi quem amar e nem o Luan escolheu. Foi assim do nada, mas hoje já é tudo!''
''Estou aqui no escritório do meu serviço, creio que logo vocês saberão aonde se localiza, pois vcs são demais!''
''Porque falei do escritório? É porque alguns estão ate falando que eu quero o dinheiro do Luan, mas eu trabalho''
''Eu admiro muito vocês, vocês são demais, eu adoro ver vocês amando o Luan, não me achem chata...''
''Criei aqui para conversar com vocês, ser amiga, e eu sei que o Luan não vai achar ruim, ele quer nossa proximidade aqui''
''beijos meninas e meninos, vou tentar ler tudo meus emails e voltar para cuidar do meu príncipe, Henrique!''
''O Henrique é meu filho, e o Luan considera ele demais, isso é o suficiente''
''beijos''
Desabafei e tentei ler tudo, algumas matérias para eu fazer e adiantei algumas coisas. Logo que acabei arrumei as coisas dali e desliguei o computador. Encontrei Samara mas não conversamos, pois queria chegar em casa logo. Entrei no carro e depois de alguns minutos cheguei em casa, entrando correndo para ver o meu anjo. Ele me recebeu com uma risada doce e gostosa.


Mors, vou escrever aqui, se tiver comentários vou postar o 2.

Capitulo trinta e seis.

A Bruna foi dormir, enquanto eu e o Luan entramos no quarto e tomamos um banho junto. Depois matamos a saudades pois ninguém era de ferro e fomos dormir sete horas da manha. Eu fui a primeira a acordar, meio dia. Fui ver aonde o Henrique estava. Não era muito difícil, ele certamente estava na piscina e eu fui lá.
- Bom dia bonitinho. - Eu disse.
- Mamãe...
- Saudades que eu tava! - Ele me mandou um beijo e eu morri de amores.
- Mamãe rueira! - A Mari disse.
- Pois é, obrigada por ter olhado ele ontem viu?
- Magina, estou brincando! Você tem mesmo que se divertir meu amor...
- Ai, a senhora não tem ideia de quanto tempo fazia que eu não saia!
- Você precisa sair mais!
- É, mas eu preciso trabalhar! E já esta na hora de eu voltar para Curitiba, o Luan tem show hoje também e hoje ainda eu preciso dar uma passadinha na editora! Filho, vamos! - Henrique saiu e eu subi para pegar minhas coisas e o Luan estava jogando video game.
- Mor, eu to indo embora!
- Mas já Laurinha? Eu vou sentir saudades...
- Bom show hoje, te amo muito.
- Não esquece de mim La? Jura que sempre vai ficar comigo?
- Claro Lu!
- Vai com Deus, eu te ligo viu? - Nos beijamos e eu desci com tudo pronto. O Luan desceu junto comigo pegando o Henrique no colo.
- Vou sentir saudades demais de você muleque!
- Também tio Luan!
- Tio? - Todos riram. O Luan nos levou até o carro e nos despedimos de todos. Coloquei o Henrique na cadeirinha e fomos para Curitiba. Quando chegamos fomos ao supermercado, comprei algumas coisas e alguns doces para eu e Henrique. Cheguei em meu apartamento e liguei para a empregada, que chegou depois de meia hora. Deixei o Henrique com ela e fui para a editora. Quando cheguei la logo encontrei a Samara, fã do Luan.
- Boa tarde Samara!
- Oi...
- Eu não mordo viu? - Eu disse incomodada com a cara dela ao me ver.
- Ainda bem! - Ela respondeu.
- O Luan te mandou um beijo.
- Sério?
- Sim Samara, falei de você para ele.
- Você, mesmo no seu momento com ele, se lembrou de mim?!
- Claro.
- Obrigada Laura, não imaginava que você era tão legal.
- Pois é, de nada... Depois a gente conversa, preciso trabalhar, fiquei um pouco parada.
- É, mas ok.
- Até logo Samara.
- Até Laura. - Fui para minha mesa e cheguei meus emails.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Capitulo trinta e cinco.

Quando chegamos na balada logo o Luan desceu e conversou com os seguranças e eles logo liberaram a passagem e fomos para um camarote reservado para nós quatro. A musica era muito boa, mas quase não dancei. Quem se divertiu foi a Bruna e sua amiga. Fiquei sentada vendo o Luan beber. Uma vodka atras de outra, mas eu não era chata e não falava nada. A cada gole ele ficava mais engaçado e alguma vezes me puxava para dançar.
- Amor, eu te amo! - Ele gritava.
- Eu também amor.
- Vamos dançar mais...
- Vamos. - Dançamos.
- Amor, fica sentadinho ai que eu vou ao banheiro. - Eu falei sentando o Luan na cadeira e rindo.
- Eu vou junto amor. - O Luan falou.
- Não, você não vai! Fica ai amor.
- Tá bom, ta bom. - Fui no banheiro e logo voltei, mas não encontrei o Luan na nossa mesa. Procurei um pouco e vi ele sentado em um sofá. Corri para lá.
- Luan!
- Amor, que bom que eu te achei.
- Vamos embora amor? Você ta bêbado...
- To nada!
- Vamos Luan.
- Não.
- Ok Luan, já são quatro horas da manhã e você não quer ir embora, vou pegar um taxi, tchau. - Ele se levantou na hora e procurou as chaves do carro.
- Cade as chaves porra? - Ele disse procurado em seus bolsos mas não encontrando.
- Tá comigo, eu vou dirigir. - Ele não disse nada e fomos procurar a Bruna e sua amiga. Logo achamos e fomos para o carro. O Luan se sentou e eu fui dirigindo. Primeiro deixe a amiga da Bruna na casa dela e depois fomos para a casa do Luan. Chegamos, descemos e o Luan parou para atender seus fã, como descobriam quando ele saia? Nossa!
- Vocês voltaram seu bêbado? - Uma fã que estava ali no grupo de mais ou menos 5 pessoas perguntou.
- Voltamos sim e eu nem bebi. - O Luan disse me arrancando um sorriso. Todos fizeram uma cara de surpresa me deixando um pouco sem jeito.
- Nós gostamos dela! Mas você nem bebeu né? - Riram e eu voltei a sorrir, mais ainda.
- Eu amo vocês e ela também. - O Luan disse e todos amaram a declaração de amor. Depois de um tempo conversando resolvemos entrar.
- Vocês têm como ir embora? - O Luan perguntou.
- Ah, vamos pegar ônibus.
- Nossa, essa hora?! Pega um taxi, olha aqui, 50 reais pra vocês. E em avisem que chegaram bem. - O Luan disse.
- Obrigada anjo, você é o melhor ídolo do mundo! - Todos falaram, dando um abraço no Luan e indo embora.
- Vamos entrar? - A Bruna falo abrindo a janela do carro. Concordamos que sim e entramos.

Aviso!!!!

Amores, mil desculpas. Sei que tem uma galerinha linda acompanhando a fanfic e que alguns devem estar querendo capitulo novo né? Mas então, essa semana foi corrida e cheia de provas, mas agora estou de ferias e prometo postar com freqüência. Beijos e espero que estejam gostando!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Capitulo trinta e quatro.

- Vamos sair hoje a noite? - O Luan deu a idéia.
- Por mim tudo bem. - A Bruna disse.
- É. - Sua amiga concordou.
- Vão vocês... - Eu disse.
- Ah, porque amor? - O Luan perguntou.
- Lu, tenho trabalho amanhã.
- Ah meu amor...
- Vão vocês.
- Não, deixa quieto. - O Luan falou, com uma expressão linda. Fiquei quieta e voltamos a jogar ate escurecer. Meu telefone tocou, por muita ironia do destino era minha chefe.
- Alo? - Atendi com medo do que ela poderia me pedir ou falar.
- Oi Laura, deve estar reconhecendo essa voz chata que te perturba tantos dias.
- Oi Renata! Que isso...
- Então quero te dar uma noticia boa, se você topar claro... A Samara pediu para eu te ligar porque sei que vocês não são muito amigas né? Ela quer saber se você não se importaria de folgar amanhã e trabalhar sábado.
- Olha, isso caiu certinho e em boa hora... Estou em Londrina e não queria ir embora hoje! Combinado, pode deixar. Muito obrigado Chefa! - Eu disse e nós desligamos. Contei a noticia para o Luan, que adorou e combinou para irmos comer comida japonesa. Quando foi mais de noite me arrumei e o Luan também. Deixei o Henrique dormindo com Seu Amarildo e fomos. O Luan foi dirigindo e eu do seu lado, já a Bruninha e a sua amiga foram atras. Quando chegamos logo brincaram com o Luan, pois ele era muito amigo do dono do restaurante.
- Nossa, eu sabia que você tava na melhor.. Mas com 3? - Seu amigo disse.
- Pow cara, assim você me complica! - O Luan respondeu e pediu uma mesa para nós quatro. Sentamos e eu apanhei para comer. O Luan não perdoava uma. Ele sabia que eu não tinha jeito nenhum os ''tacos'' mas mesmo assim pediu, para me deixar na pior. Depois de ver eu sofrer ele me ajudou, dando em minha boca, mas me sujando toda. O Luan tirou uma foto nossa e postou em seu twitter.
''Amooors, olha esse japa que tamo comendo... É noooois''
Pronto... Depois disso o twitter bombou, muitas meninas questionavam a nossa volta e algumas já sabiam. Existia sempre dois lados da coisa... Umas gostam outra não. Depois de comermos e conversarmos bastante resolvi ligar para a Mari. Perguntei se estava tudo bem com o Rique, ela disse que estava e então resolvemos ir em uma balada bem louca da cidade.




sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Capitulo trinta e três.

Comemos todos em silencio e depois a Bruna subiu, descendo com um jogo.
- Vamos jogar galera? Minha amiga esta vindo aqui, ai jogamos... Eu, o Luan, minha amiga e a Laura. - Ela disse para nós em geral.
- Aquela azeda? Não quero Bru, agradeço o convite. - Eu disse rindo, mas falando serio.
- Ah... Tadinha Laurinha! - Ela disse.
- Verdade, ela é gente boa amor. - O Luan disse.
- Gente boa né Luan? Sei que quando cheguei aqui você tava se arrastando, quase agarrando ela. - Eu disse.
- Mas já começou? Ciúmes Laura? - O Luan disse.
- Mas é claro Luan, não gosto que você fique arrastando sua asa. Se for pra namorar eu quero namorar direito. - Disse seria.
- Amor, eu não fiz nada...
- Eu sei, mas to te impedindo já.
- Minha muié é brava, credo...
- To cuidando do que é meu.
- Sou seu? - Ele disse me abraçando.
- Acho que sim.
- Acha? Lógico que sou seu, eu adoro brincar com você amor!
- Eu te amo.
- Sua bipolar. Uma hora briga comigo e já diz que me ama, mas eu te amo mais. - O Luan disse rindo.
- Eu sei, eu te amo muito! - Eu sorri e disse. - Bru, vamos jogar...
- Ok La, to esperando a minha amiga chegar. - A Bruna disse.
Depois de um tempo a amiga da Bruna chegou, toda se aparecendo, mas meu olhar a fez ficar no seu devido lugar. Sabe quando seu santo não bate com o do santo da outra pessoa? Então , havia acontecido isso desde o dia que cheguei na casa de Luan com Henrique em meus braços. Ela entrou e cumprimentou todos. Nos sentamos no chão da sala e começamos a jogar. O jogo eu não conhecia, o Luan me explicou as regras e começamos. Era em dupla, fiquei com o Luan e a Bruna com a nojentinha. O Henrique ficou na piscina com seu Amarildo e a Mari. Depois de algum tempo fui pegando o objetivo do jogo, acabei ganhando. Eu e o Luan comemoramos com um beijo. Voltamos a jogar, mas logo paramos para comer um lanche.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Capitulo trinta e dois.

Depois de ter tomado um delicioso café da manhã, eu e Henrique aproveitamos o dia para nadar um pouco. O Luan não entrar, dizendo que a água estava fria. Mentira dele, era um desculpa para assistir bob sponja que estava passando na tv da sala. A Mari então decidiu entrar na piscina para nos fazer companhia. Ficamos bastante tempo, até o Seu Amarildo entrar para brincar com Rique. Eu e Mari então saímos para descansar, ficamos tomando um suco e eu contava um pouco mais sobre meu trabalho.
- Então La, você está gostando mesmo de trabalhar na revista, site... não sei o meio de comunicação que você trabalha.
- Ai Mari, você é tão formal! Eu estou adorando, é uma revista que também tem endereço virtual. Mas eu edito e sou colunista da revista, mas faço os chamados ''bicos'' quando me pedem para fazer alguma matéria no site.
- Entendi... Deve ser muito bacana né? Descontraído...
- Bom, faz um curto tempo que entrei lá, eles me receberam muito bem, mas tem uma menina que me olha torto. Me contaram que ela é fã do Lu, e me odiava por alguns motivos, mas eu quero muito que o Luan conheça ela, verdade... Acabei de lembrar que ainda não comentei dela para ele... - Eu disse me lembrando de Samara, uma menina que estava fazendo estágio na editora.
- Elas não sabem o motivo que fez vocês se separarem, é isso... Como o Luan disse, tem vários tipos de fãs, mas todas amam ele, e eu gosto muito delas também, são umas fofas e me tratam super bem..
- Pois é Mari, adoro elas também... Cada uma é de um jeito, respeito demais...
- Quem você respeita? Se for homi, não te nada disso de respeitar... - O Luan chegou rindo.
- Não meu amor, é Samara... Uma fã sua do meu trabalho, ela não gosta de mim, porém eu a acho uma fofa.
- Porque ela não gosta de você? - O Luan disse se sentando em meu colo. - Ai você está molhada amor! - Ele completou.
- Também né meu amor, eu estava nadando... Já você preferiu assistir desenho ao invés de nadar comigo que sou novamente sua namorada! - Eu disse rindo.
- Quase mulher já... - A Mari disse rindo.
- Só quando casar ela vai ser minha mulher, enquanto isso ela é minha menina. - O Luan disse me abraçando.
- Amor! - Eu disse soltando ele. - Estou molhada. - Completei.
- Tem portância não amor, mas me conta porque não vão com sua cara no seu trabalho...
- Ah amor, todos vão... Menos a Samara!
- Porque?
- Porque ela não gosta de mim.
- Eu sei sua mongoloide, to perguntando o motivo dela não gostar.
- Ata! Ela é fofa comigo, mas acha que eu te fiz sofrer demais, nenhuma de suas fãs me perdoam por isso.
- Relaxa amor, vou contar para elas... Elas sabem que eu sou o cara mais feliz por ter elas e você do meu lado... Elas não sabem do Rique ainda, vou contar... Que tal uma twitcam hoje a noite? - Ele perguntou.
- Não dá amorsinho. Vou ter que voltar para casa, tenho trabalho...
- Então quando ser, a gente faz... Final de semana que vem! - Ele disse.
- Claro, não tenho trabalho, mas de final de semana você sempre tem show Lu...
- Mas nesse não tem Laurinha...
- Entendi.
- Bom, eu to por fora do assunto que isso de internet não sei. - A Mari disse rindo.
- Que isso Dona Mari, manda o Luan te ensinar! - Eu disse.
- Ele não quer, olha que filho ruim! - Ela disse.
- Luan, ajuda sua mãe a mexer, e conversar com suas negolas... - Eu disse.
- Não amor... Ela vai contar meus podres pra elas... - Rimos todos e entramos para dentro para almoçar, pois já estava na hora do almoço.




sem criatividadeeee

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Capitulo trinta e um.

Dormi mas não foi muito. Acordei com alguém batendo na porta, abri e era o Luan.
- Quero conversar... - O Luan disse.
- Pode falar.
- Na verdade eu queria ficar aqui com você, eu to morrendo de saudade.
- Saudade de que Luan?
- De quando um orgulho besta não atrapalhava nosso amor.
- Eu tava pensando...
- Você pensa?
- Como você é bobo. - ri.
- Também não vou falar mais nada. - Eu completei.
- Pode falar, agora fala! - O Luan disse.
- Luan, eu tava esperando o Henrique crescer para resolver nosso futuro. Eu não queria que ele crescesse com você desde pequeno achando que você era o pai, mas pra frente, daqui uns anos, no máximo 2 o Felipe sai da cadeia e eu to com muito medo dele vir procurar meu filho. Tenho medo dele fazer alguma coisa com você, por assumir o filho dele, mas por mais egoísta que seja da minha parte, eu quero passar tudo isso ao seu lado, eu sempre quis, e a Bruna um pouco antes de eu dormir abriu meus olhos
- Você quer voltar? - O Luan perguntou.
- Quero.
- Sem se arrepender depois?!
- Claro Lu.
- Assim eu quero. - Ele sorriu, e aquele sorriso recompensou tudo, e me fez sorrir demais.
- Vou te deixar dormir amanhã a gente conversa ta? - Ele foi saindo, mas antes de meu um beijo em minha testa.
Aproveitei para dormir mais um pouco. No dia seguinte eu e o Henrique levantamos cedo e descemos para tomar cafe da manhã. O pai e a mãe do Luan já estavam na cozinha e eu fiquei conversando com eles. O Luan logo desceu também.
- Bom dia. - Eu falei.
- Bom dia meu filho! - A Dona Mari disse também.
- Bom dia mãe, bom dia Laurinha.
- Nossa, ta animado para quem acordou cedo em... - O pai do Luan disse.
- Ah pai, eu e a Laura vamos ver e resolver nossa vida, sei que nosso namoro ta parecendo iôiô, mas agora vai dar certo!
- Vao voltar maninho? Que noticia ótima! - A Bruna falou descendo as escadas.
- Certo que sim, eu nao consigo viver sem ele!
- Ótimo, adorei muito a noticia. - Seu Amarildo disse. Sorrimos e comemos.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Capitulo trinta.

O filme não estava me agradando, não gostei do tema e do assunto, então peguei o Henrique que estava dormindo no sofá e levei para o quarto de hospedes aonde eu e ele dormiríamos aquela noite. Depois desci e fui para o parquinho que havia no condomínio. Sozinha, eu olhava para a lua, fazendo pedidos à ela.
- Me dê força para escapar dos braços mais gostoso que existe. - Eu disse olhando para o céu.
- Ou melhor, faça eu esquecer de tudo, do meu passado. Me mostre a pessoa certa... - Eu disse novamente rindo da minha loucura de falar sozinha.
- Acho impossível você encontrar alguém melhor que eu, alguém que te ame mais. - Respirei fundo, era perseguição e eu já estava arrependida de ter deixado o Luan escutar minhas palavras.
- Luan, vai assistir seu filme...
- Eu gosto de ficar perto de você Laura.
- Não faz assim, Luan, acabou tudo, esquece do passado, pede também para as estrelas, para Deus te dar alguém melhor que eu, é o jeito.
- Vou esquecer do passado, junto com você, nós, vamos esquecer, juntos.
- Luan, não quero voltar.
- Então não abaixa essa cabeça não, levanta ela, olha para meus olhos e diga isso para mim. - Ele disse com um tom de voz alto.
- Para Luan.
- Vamos Laura! Diga! ''Luan, eu não te amo, eu não quero ficar ao seu lado''
- Luan...
- FALA LAURA!
- EU NÃO POSSO E NÃO QUERO LUAN, era isso que você queria ouvir? Então ouviu! - Eu disse ainda mais alto e sai correndo para dentro da casa. O Luan não foi atras, ficou ali no parquinho mesmo. Entrei na casa correndo e subi para o quarto de hospedes, tirei meu sapato e me joguei na cama, chorei bastante por o Luan insistir mesmo sabendo do meu orgulho. Resolvi não sair do quarto mais, e no dia seguinte nós iríamos embora. A Bruna que viu eu chegando estranha em sua casa bateu em meu quarto, abri e conversamos. Ela era uma grande amiga.
- Mas porque, porque, porque tu vai ficar longe dele se vocês se amam?
- Bru, orgulho né, medo também.
- Medo do que Laurinha?
- De fazer seu irmão sofrer.
- Mas você ama ele!
- Amo, por isso que deixo ele assim, cuidado mais longe de mim. Tenho medo do que podem fazer com ele por minha causa.
- O amor vence tudo La, tenta!
- Já to decidida Bru, mas ele me causa um efeito indescritível! Nós nos beijamos na piscina, e eu amei.
- Mentira que rolou né? Já to feliz! Vocês merecem ser felizes juntos Laura!
- Eu sei Bru, mas tudo bem!
- Vou te deixar dormir, só pensar nisso, fica com ele!
- Beijos Bru, não é tão simples assim!
- Beijos! - Ela foi dormir e eu aproveitei para dormir também, mas ainda não era tão tarde, e sim uma da manha.



domingo, 18 de novembro de 2012

Capitulo vinte e nove.

Desci com um pouco de vergonha, mas até que o biquíni ficou bem. O Luan não disfarçou os olhares.
- Nossa, corpão em? - A Bruna disse.
- Só que não! Peguei um anjo pesado na academia, assim que esse tesouro nasceu! - Peguei o Henrique do colo do Luan e entrei com ele no meu colo. O Luan foi logo atrás.
- Eu comprei uma boinha pra ele ontem, vou pegar lá. - A Mari disse, subindo e logo chegando com uma boinha. Coloquei no Henrique e fiquei brincando com ele. O Luan também brincava, cheio de graça inventou uma brincadeira.
- Vamos brincar de tubarão com a mamãe Rique? Eu sou o tubarão e vou pegar vocês dois. - O Luan disse. Eu comecei correr com o Henrique e o Luan ia atrás de nós...
- Eu vou pegar vocês... - Ele disse rindo.
- Vai ficar sonhando! - Corri com o Henrique mais rápido ainda, ele ria e ficava desesperado quando o Luan se aproximava. Teve um hora que o Luan mergulhou para pegar minha perna por baixo, e conseguiu. Ele ainda mergulhando puxou minha perna, quase me afogando.
- Seu louco! Para! - Eu disse rindo e ele ria também.
- Tão bom ficar assim, com você. De boa sabe? - O Luan disse e eu apenas sorri e voltei a mergulhar. O Luan continuou brincando de tubarão com o Rique e os pais do Luan e a Bruna com sua amiga entraram pra dentro, para assistir filme. O Luan sem nada para fazer inventou de brincar de vôlei. Colocou a rede e ficamos brincando. Teve uma hora que a bola acertou minha cabeça, e o Luan foi correndo até mim ver o que tinha acontecido.
- Ta tudo bem? Ta tudo bem? Desculpa!
- Só fez um galo aqui, mas da nada - eu ri.
- Quer um beijinho pra sarar? - Ele riu
- Não, muito obrigada. - Ri.
- Eu sei que tu quer. - Ele pegou meu cabelo e me beijou. Eu retribui, não consegui negar que tudo que eu mais queria era o beijo dele. Depois de alguns minutinhos paramos, nos lembrando que o Henrique estava do nosso lado.
- O filho, desculpa a mamãe viu? - Ri.
- É, desculpa o tio também, mas não aguento.
- Luan chega! Parou ta? Vou sair daqui, to cansada...
- Beleza, deixa o Rique aqui um pouco comigo ta?
- Ta... - Sai e um banho e me deu um sono, que não pensei duas vezes e deitei na cama do Luan e capotei. Acordei algumas horas depois com o Luan do meu lado, me assustei.
- Luan?
- Dorminhoca!
- Porque você ta aqui? Que horas são?
- Aqui é minha cama muié, você que ta intrusa aqui... O Henrique dormiu também, mas lá com a Bruna. Já é de noite muié, minha mãe vai pedir pizza.
- Peguei no sono, estava cansada e precisava descansar pra dirigir agora...
- Cê é louca muié, não vai não, ta de noite e é perigoso!
- Luan, por favor né...
- Laura! Para, fica aqui hoje!
- Ta Luan, ta bom, o que eu faço com você? Por favor né! - Ele apenas sorriu. Logo a Bruna veio nos avisar que a pizza havia chegado, descemos e comemos. Depois ficamos assistindo um filme, todos na sala.

Capitulo vinte e oito.

Não acreditei naquilo, com certeza o Luan não estava perdendo tempo. Peguei o Henrique e fui para a cozinha, aonde a mãe de Luan estava. Conversamos um pouco.
- Laura, volta com ele por favor! - Ela me dizia.
- Não é assim Mari... Não dá, por mais que eu queria.
- Deixa de ser orgulhosa mulher!
- Não é tanto o orgulho, tenho medo de fazer ele sofrer, não sou a pessoa ideal para o Luan, ainda mais com um filho, o Luan não é obrigado assumir isso...
- Mas ele quer Laura! Ele está sofrendo mais longe de você, perto de você ele é feliz minha linda.
- Ele sofrendo? Com essa bonitona ai? - Ri.
- Não minha flor, ela é amiga da Bruna, conheço essa menina, fica tranquila, o Luan só tem olhos para você e para nosso Henrique, ele o ama!
- O Rique gosta bastante do Luan Também, prometo trazer ele bastante vezes aqui, minha casa está aberta para vocês.
- Pode deixar minha linda, vamos visitar vocês sempre! Mas pensa com carinho, volta com meu filho!
- Olha Mari, vamos ver isso ai ta?
- Ta bom... Mas e como anda as coisas em Curitiba?
- Então, não vou me mudar de cidade não sabe? Amo Curitiba e minha vida por lá está muito boa... Estou trabalhando, em uma área muito boa, jornalismo. Estou ganhando bem, contratei uma babá para cuidar do Rique enquanto eu trabalho... Ta tudo certo...
- Como eu fico feliz em ouvir isso! Mas vamos deixar nossas conversas para mais tarde? Vamos almoçar, fiz uma comidinha especial... - Ela me puxou para a sala de jantar, aonde a Bruna e o Luan arrumavam a mesa e aquela ''amiga da Bruna'' que eu não engolia de jeito nenhum estava ali também... Logo seu Amarildo chegou com um vinho e todos nós se sentamos na mesa. Deixei Henrique em um ''andador'' que eu havia levado para ele não fazer bagunça. Almoçamos e tomamos bastante vinho. Depois dei comida para Rique e depois a Mari chegou com uma sobremesa deliciosa, creme de abacate e um pudim de chocolate belíssimo. Comemos e fomos para a área de lazer deles, aonde havia piscina, varias mesinhas para ficar conversando. Eu, o Seu Amarildo e a Mari nos sentamos em uma das mesas e aproveitamos para conversar, adoro eles! A Bruna e a amiga dela subiram para colocar biquíni, e o Luan veio até nós com o Henrique em seu colo.
- Ô mamãe do Rique, deixa ele nadar com o tio Luan? Deixa mamãe? - O Luan fazia voz de bebê.
- Se o titio Luan não afogar meu filho eu deixo.. - Eu disse rindo e o Luan mostrou a língua pra mim.
- Mas mamãe do Rique, a senhorita não vai nadar com a gente? - O Luan perguntou para mim, fazendo cocegas no Henrique.
- Não tenho roupa de banho Luan, deixa pra lá, vou ficar vendo o meu peixinho nadar...
- A Bruna te empresta um, vai lá pegar com ela...
- Ta bom vai... - Subi e coloquei um biquíni da Bruna.

sábado, 17 de novembro de 2012

Capitulo vinte e sete.

Depois de um mês.

Minha rotina estava voltando ao normal e eu estava trabalhando fazia um tempo. Era tudo sossegado, muito bom e eu estava gostando demais. A única coisa ruim era o tempo, curto e não sobrava tanto tempo para eu cuidar do meu filho, só nos finais de semana aonde eu levava ele para passear. Eu estava ganhando bastante dinheiro e estava muito feliz. E o Luan? Com o tempo eu ia aprendendo a superar tudo, mas não a esquecer. Isso jamais será possível. Sempre via notícias dele com várias meninas, isso me doía, mas eu não podia fazer nada. O Luan me procurou numa tarde de sábado, bateu na porta e eu corri abrir, sem desconfiar que seria a visita dele.
- Oi. - Ele disse, enquanto eu me acalmava do susto que levei. Era incrível o efeito que ele me causava, mesmo depois de tanto tempo sem sequer tocar naqueles braços, que a cada dia estavam mais definidos e fortes.
- Entra... - Ele obedeceu, se sentando no sofá, aonde Henrique assistia desenho, bob sponja, o preferido de Luan. O Henrique sorriu quando viu o Luan, um sorriso lindo. O Luan ficou brincando com ele.
- Veio fazer o que aqui? - Eu disse grossa.
- Ver ele...
- Hum
- Ele ta lindão, minha mãe ta louca pra ver ele, na verdade todos la estão...
- manda eles virem aqui, minha porta esta aberta, pra eles.
- e pra mim Laura?
- ta fechado com cadeado. - Ri.
- Vou trancar a minha então, mas juro que nunca mais abro e só entra quem quer realmente.
- ok Luan, realmente é o melhor.
- claro, vou ir embora então... Você tem carro, amanhã vai almoçar em casa...
- Luan...
- minha mãe que pediu
- Ta eu vou... Tchau.
- Tchau, Laura. - Sem nada de interessante o Luan foi embora, e minha felicidade foi junto com ele. Tomei banho e dei banho no Rique também e resolvi ir no shopping com ele, quando cheguei em casa, nós capotamos. No dia seguinte acordamos cedinho, arrumei as coisas e fomos para Londrina. Depois de um tempo de viagem chegamos no condomínio do Luan, me identifiquei  e abriram o portão para mim. Havia umas fãs do Luan na frente, que contaram para o twitter que eu estava lá e acharam que tínhamos voltados, só que não. Quando cheguei na casa do Luan ele, seus pais e sua irmã já estavam na porta nos esperando. Fomos super bem recebidos, então entramos e dei de cara com uma menina loira, sentada na sala, ela me cumprimentou dizendo que era amiga da Bruna.





domingo, 11 de novembro de 2012

Capitulo vinte e seis.

Quando cheguei no meu apartamento, tomei um banho enquanto deixei o Henrique assistindo uns desenhos. Após sair do chuveiro refrescada e aliviada por estar em casa fui na cozinha, aonde abri a geladeira e vi que precisava fazer uma compra. Também né, depois de tanto tempo fora. Me troquei e dei banho em Rique, depois peguei meu carro que nem lembrava mais como dirigia direito e fomos ao super mercado. Comprei algumas coisas, poucas mesmo, pois não ficaria muito tempo aqui em Curitiba, assim que desse iria para a cidade da minha mãe, depois iria procurar uma casa em outra cidade. Voltamos do mercado, subi com meu filho no meu colo, ele estava dormindo como um anjo. Abri a porta e deixei meu anjo descansar, comi um lanche e o acompanhei, dormindo ao seu lado. No dia seguinte acordamos tarde, ainda estávamos cansados da viagem. Depois de dar leite para Henrique, levei ele para passear em um parque perto de casa, depois fui procurar um emprego, precisava de uma ocupação e de dinheiro também claro. Não demorei muito para achar algo que se encaixasse certinho para mim: colunista de uma revista popular, bastante vendida em todo o país. Eu já fazia faculdade de jornalismo, antes de tranca-lá. O tema das minhas matérias seria novidades de artistas, internacionais e brasileiros, mas era só um estagio ainda, como um teste. Voltei também com minha faculdade, assim seria mais fácil de permanecer no emprego. Minha rotina seria totalmente louca, de manha ficaria com o Rique em casa, de tarde iria para a editora da revista e de noite minha faculdade, achar alguém confiante para ficar com meu filho era difícil, e os que podiam ficar na verdade não podiam, devido trabalho e outros projetos. Resolvi então contratar uma baba, mas eu morria de medo disso, eu ficaria fora a tarde inteira e a noite também, não confiava, mas era o jeito. Contratar uma empregada que servisse de baba. Lembrei que morava no meu prédio uma mulher, Sara, muito boazinha e que podia me ajudar. Quando voltei para casa logo fui no apartamento de Sara, aonde conversamos bastante e ela aceitou trabalhar para mim, das 12:00 as 22:00 que era a hora que eu ia para o trabalho e que eu voltava da faculdade. Combinamos dela começar em dois dias, que era quando eu começava minha rotina.




quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Capitulo Vinte e cinco.

Meus olhos brilhavam e ao mesmo tempo se desesperavam, eu não ia agüentar ver o Luan por muito tempo ali, em minha direção, na minha frente. Resolvi seguir meu caminho, como se ele não estivesse ali nos esperando. Peguei nossas malas e fui passando por ele, fingindo que o não reconhecia. Henrique chorou muito, parecia que ele sabia quem era o Luan, e o quanto ele fazia parte da minha história. O Luan não agüentou aquele desaforo de eu fingir que não o conhecia, foi atras de mim e eu entreguei os pontos, não era forte o suficiente para resistir. Fui até ele, que abria um sorriso ao ver Henrique pela primeira vez. O Luan então se aproximou mais, e sem nem pedir pegou meu filho no colo, não pude conter e nem segurar as lagrimas.
- Não precisa chorar. Eu vim aqui mais por ele mesmo, queria conhecer o menininho que ficou no meu pensamento desde o dia que você foi embora até agora. Como se fosse meu filho. Antes que você me pergunte, a Bruna que me avisou que você estaria voltando. Agora eu te pergunto, o que você iria ganhar saindo assim como fugitiva? Não sei se um dia vou poder te entender Laura, se seu nome não estiver mudado né? Porque pelo visto tudo em você mudou. Está diferente, nunca pensei que conseguiria ficar um ano sem falar com você, mas eu fiquei. Só não quero que você pense que nesse ano que você ficou fora eu deixei de pensar em você, porque você sabe que eu nunca te esqueci. - Ele disse frio, sem nem olhar para minha cara, acho que era melhor assim, eu
desabaria se ele olhasse fixamente aos meus olhos.
- E quem te disse Luan, quem te disse, que a saudade não gritou seu nome? Mas você não entende que eu não quero que você assuma algo que você não fez. Me perdoa por tudo.
- Não sei.
- Bom Luan, fica ao seu critério se quer ou não aceitar meu pedido de desculpas, agora eu tenho que ir, com licença. - Eu disse pegando meu filho do colo dele e pegando minhas duas malas, gigantes, que eu mal conseguia carregar. Involuntariamente o Luan tomou a iniciativa de me ajudar, pegou uma das malas e levou até o taxi que estava ali.
- Vai para aonde? - Ele me perguntou.
- Realmente, não vai mudar nada você saber.
- Deixa eu ir no taxi com vocês? Precisamos conversar como adultos. - Luan disse.
- Luan, por favor, não me desfie aos poucos, você não entende o quanto é difícil conversar com você, se não for para te amar.
- Encare de cara o problema.
- Entenda Luan, eu não quero ser o problema na sua vida. - Eu disse entrando no taxi e fechando as portas, mas o Luan impediu.
- Então faz assim, amanhã naquele café na esquina da sua casa, as 16:00 a gente conversa. Ta Laura?
- Vou pensar Luan, tchau.
- Me liga amanhã Laura!
- Luan eu não tenho mais seu numero. Deixa eu ir agora, o taxi não vai esperar mais. Fechei a porta e o taxi foi a caminho de casa.


eai?

Capitulo vinte e quatro.

Meses depois...

Acordei com um pouco de dor, abri o olho e vi várias pessoas com toucas e jalecos, sorrindo com uma criança na mão. Perguntei se era minha criança, e sorri com ouvir a doutora.
- Olha aqui mamãe, seu filho! - Eu o peguei e o beijei. Depois de alguns minutos a medica o levou de mim, ela me disse que no dia seguinte eu e ele receberíamos alta. Vi meu pai ali no cantinho, ele ficou ali comigo, até eu entrar no quarto. Depois levaram o meu filho novamente até mim, amamentei e não queria desgrudar dele. Mas infelizmente o levaram de novo. Ele fez todos os exames que precisava, e graças a Deus ele estava saudável e muito lindo. No dia seguinte fomos embora para nossa casa. O tempo ia se passando, até que quando vi, Henrique ja estava completando um ano e um mês. Vi que estava na hora de voltarmos para o Brasil, ele tinha que ver a vó e era para lá que eu e ele vamos assim que chegarmos. Meu pai me deu uma noticia que me deixou surpresa, ele não voltaria com a gente para o Brasil, acabou conhecendo uma italiana e eles estão namorando, então só seria eu e meu rique. Comprado as passagens, o dia da nossa volta ao nosso querido país chegou, meu pai nos levou ao aeroporto e se despediu. Eu disse que sempre que pudesse eu ligava, mandava noticia nem que fosse por cartas. Cartas? Que coisa mais velha, fala sério, eu estava brincando, claro. Nunca vou mandar cantas para chegar o ano que vem. Eu e o meu anjinho embarcamos, ele foi a viagem inteira dormindo, em meus braços. A unica coisa boa que o Felipe conseguiu me dar, fora a amizade dele, antes de eu conhecer o Luan foi esse tesouro, que eu estava apaixonada. Depois de algumas horas chegamos no Brasil, quando o avião parou na pista, acordei o menino, que desceu no meu colo morrendo de sono.
- Mama.  - Era uma das dezenas de palavras que ele falava. Eu me sentia a mamãe mais feliz do mundo, e a mais coruja também.
- Meu anjo, chegamos viu? Você nem se cansou, dormiu a viagem inteira seu folgadinho! Mas você me promete que quando chegarmos na casa da vovó vai me deixar descansar? Também sou filha de Deus meu anjinho, claro que sou, Ele me presentou com você, meu pequeno. - Dei um beijo em seu rosto e fomos pegar nossas malas. Depois fomos para a sala de desembarque, tive uma surpresa, que doeu meu coração e tudo dentro de mim.


Bora retomar aqui, desculpem a demora! :/

Capitulo vinte e três.

Aqui na Itália tudo era diferente, pessoas novas, mas nada substituía minha vontade de ter o Luan a cada dia essa vontade aumentava. Ficar longe do Luan sugava todas as forças que eu tinha. Tentei encontrar alguém, mas nunca acharia a pessoa certa, pois a certa mesmo estava no Brasil, e se chamava Luan Rafael. Minha barriga crescia muito, e eu havia tomado uma decisão, assim que o bebe nascesse eu voltaria junto com ele para o Brasil. Mudaria de casa, de vida e apagaria o passado. Isso não seria nada fácil, praticamente impossível  mas eu estou disposta a tentar. Fui no médico e descobri que o bebe era menino, meu menino. Decidi por nome de Henrique. A cada dia eu comprava as coisinhas dele, e eu já estava sua espera.

LUAN NARRA.

Os dias não estavam nada legais. A cada dia parecia que piorava, eu esperava e esperava uma melhora, algo que me fizesse sorrir, mas eu não encontrava. Eu havia me afastado do twitter, mas nunca das minhas fãs. Elas sabiam que eu não estava bem, sempre que me viam preenchiam os vazios do meu coração. Realmente, não sei o que seria da minha vida sem meus fãs e minha família. Eles me davam a maior força, me deixavam bem ate. Nunca conseguia entrar em contato com a Laura, e isso deixava meu coração em farelos. Todos os meus amigos me mandavam desencantar dessa história, mas enquanto eu me chamasse Luan Rafael Domingos Santana não desistiria de viver minha vida com Laura. A Bruna parou de falar com ela, por minha causa. Eu tentava de tudo, mas não conseguia esquecer, daqueles olhos e daquele nome. Laura. Eu a cada dia que se passava sentia mais pai daquela criança, que eu nem sabia se era menino ou uma menininha. Me perguntavam todos os dias se quando Laura voltar para o Brasil com seu ou sua filha eu irei perdoa lá, perdoar do que? Ela fez o que achava certo, entendi seu lado, com o tempo. Ela não queria deixar uma responsabilidade dessa para mim. Todos os dias que tinha show, eu cantava te vivo pensando exclusivamente nela, aquele trecho ''a gente não precisa ta colado pra ta junto'' dizia realmente o que eu queria gritar para o mundo inteiro. Eu implorava para a Bruna ligar para ela, mas ela não atendia meu pedido, alegando que não queria me ver mal. Ah, eu não vou conseguir ficar mais mal do que já estou. Resolvi me dedicar as minhas fãs e deixar o tempo ver.

Capitulo vinte e dois.

Fui para casa do meu pai, aonde matei as saudades dele. Contei a história inteira, ele me ajudou muito. Eu iria para a casa da minha mãe, mas resolvi dormir. Estava torduada, relembrar essa história era tenso então resolvi descansar. No dia seguinte, assim que amanheci parti para a casa da minha mãe, peguei a estrada, mas logo cheguei ao meu destino. Matei a saudades dela também, contei novamente a história e minha mãe ficou indignada. Mas ficou aliviada por saber que ele estava preso e não me podia mais me fazer mal. Ela ficou inconformada e entendi muito o lado dela, eu e Felipe fomos criado feito irmãos, nossas mães eram amigas, mas depois da sua prisão a mãe dele se mudou para outra cidade. Passei a tarde lá com minha mãe e voltei para a casa do meu pai, aonde ele me deu varias dicas. Ele me propôs de que ir morar na Itália, aonde ele tinha uma amiga que era como se fosse irmã para ele. Pensei e achei que fosse o melhor, a cada dia que se passava meu pai ia cuidando das coisas da viagem, minha mãe não queria me deixar ir, mas logo viu que seria melhor para mim e para o bebe. Resolvi não contar ao Luan, não tinha porque. Depois de um mês, eu e meu pai estávamos com o passaporte na mão, eu estava de quatro meses. Então viajamos. Com o coração novamente apertado eu me despedi do Brasil. O Luan estava mal com a nossa separação, ficava dias sem comer direito, e suas fãs já sabiam da nossa separação, o Luan explicou tudo no twitter, mas não detalhadamente, pois ele não queria se expor e nem me expor. O Luan as vezes ficava com algumas meninas, tentava me esquecer, esquecer da nossa história mas nunca dava. A Bruna me ajudava a saber as novidades do Brasil, ela me ligava sempre quando podia, mas em segredo, nem o Luan e nem sua família sabia dos nossos contatos. O tempo passava, e a Bruna não agüentou muito tempo calada, pois via o Luan me procurando e nunca me achava. Ele ficou louco ao saber que eu estava longe, a Bruna me contou até que ele pensou em ir me procurar lá, mas não deixaram. Assim era melhor, mas nunca daria para esquecer.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Capitulo vinte e um.

Quando chegamos em Londrina, havia algumas fãs no aeroporto, o Luan atendeu elas, que sempre são fofas, com o tempo comecei amar elas, como umas filhas, mas não como o Luan de pai, pois com o tempo aprendi que eu era apenas uma namorada do Luan, e o dividia com milhões. Não era um namoro tipo cadinho, 3 mulheres, mas sim um namoro com 4 milhões e pouco. Eu, claro que não sentia nenhum % de ciúmes, o Luan era super fiel e eu entendi muito bem o carinho que ele dava a elas, com motivo. Pensa em umas fãs que são as mais carinhosas? Então, eram elas. Se o Luan estava no top, rodeado de sucesso e tudo que conquistou, era por causa delas. Ele devia muito, e retribui exatamente ao nível. A cada dia que se passava, eu me sentia a namorada mais feliz do mundo, e orgulhosa também. Depois de atender as fãs, o Luan me chamou para irmos embora. No caminho ate sua casa, eu o perguntei.
- Como que eu vou explicar para a sua família isso tudo que esta acontecendo? Luan me ajuda.
- Eles vão te entender. - Ele só disse isso, e esperamos chegar. Chegamos e eu desci com medo, mas não estava cometendo nenhum crime, eu jamais queria que isso acontecesse. Toquei o interfone e logo a Bruna atendeu, pude ouvir ela gritar, ''eles chegaram'' e logo eles abriram, nos enchendo de abraços e sorrisos.
- Eu preciso contar uma coisa a vocês. - todos foram para a sala e eu contei tudo, de como aconteceu tudo e disse também que não era justo o Luan assumir uma criança que não era nada dele. Eles tentaram me impedir, falaram que eu não tinha culpa, mas meu orgulho era maior, muito maior. Com dor no coração decidi ir para Curitiba, eles me abraçaram e disseram que nunca iam aceitar isso.
- Vai mesmo? - O Luan disse chorando.
- Eu to te fazendo sofrer muito Luan, isso me despedaça.
- Se você não for não vai me fazer sofrer.
- Vai ser melhor assim Lu, só não esquece que eu te amo? Eu te amo como nunca amei ninguém, ninguém vai substituir você.
- Eu faço das suas palavras a minha. Não esquece que eu vou ta te esperando sempre. A porta vai ta aberta sempre, minha família adora você, e eu? Eu sou totalmente maluco por você. - Ele me abraçou e eu entrei no taxi que estava me esperando. Fui para Curitiba e não demorou muito para eu chegar ate cidade querida.

Capitulo vinte.

- Luan, não sei. Você não precisa, você tem 21 anos, você não precisa disso, não precisa. Esse filho é meu, você não precisa assumir não, obrigada pela intenção, eu te amo muito, mas não. - Eu disse enxugando minhas lagrimas que só insistiam em cair automaticamente, meu rosto já devia estar inchado, e o Luan chorava junto comigo.
- Não te entendo. Você pede para eu nunca te abandonar e você vai me abandonar? Eu não sei viver sem você. - Ele chegou mais perto e alisou meu rosto, enxugou umas lagrimas e se sentou na poltrona.
- Luan você disse que não sabia se teria responsabilidade, e não é obrigado a ter mesmo. Segue sua vida, não é melhor assim?
- Pra mim nunca vai ser, nunca Laura.
- Com o tempo você vai ver que é sim.
- Laura...
- Me tira daqui, desse hospital. Me leva para o Brasil, antes que eu fique nesse país mesmo. - Ele chamou o medico que me deu alta, o Luan resolveu tudo e entramos no taxi direto para o aeroporto. Não demorou muito para embarcarmos. Depois de horas estávamos no Brasil, comemos alguma coisa ali mesmo no aeroporto, na verdade só o Luan comeu, passei mal, por conta da gravidez, o Luan me ajudou muito e eu me senti muito segura em seus braços, mas então porque eu teria que ir embora? Criar minha criança sozinha? Uma criança meu Deus, essa hora é que eu te peço, me de sabedoria, para saber qual caminho realmente seguir. Acordei dos meus pensamentos e pedi para Luan me levar ate sua casa, queria me explicar de tudo, e depois iria para casa.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Capitulo dezenove.


- Eu preciso ter alguma reação Laura? Esse cara conseguiu acabar com nossa vida!
- Luan, eu não sei o que fazer, eu to perdida! Eu quero ir embora desse hospital, desse país, eu acho que preciso ficar sozinha!
- Imagina eu? E eu Laura!? O que eu faço?
- Eu não sei, se eu soubesse...
- Ta doendo muito em mim, saber que esse filho não é meu Laura!
- Luan, você me deixa nervosa gritando e me chamando assim, cadê o amor?!
- Cadê o amor? Sinceramente eu não sei.  Eu te amo sim, mas e essa criança?
- Eu to desesperada Luan! A gente tava tão bem, esses dois meses de viagem serviu para mostrar o quanto é bom estarmos juntos, amando um ao outro. Suas fãs souberam do nosso namoro que a cada dia cresce mais, e elas estão apoiando, eu to tão feliz, e essa felicidade vai acabar?
- Do mesmo jeito que nosso namoro cresce, essa barriga vai crescer também!
- Você não vai me abandonar né Luan?
- Eu nunca teria coragem de fazer isso, mas eu não sei se eu tenho essa responsabilidade de criar uma criança, que muitos vão dizer que não é minha! E se o pai quiser ela?
- Luan, o Felipe ta preso! Não tem direito nenhum.
- Eu sei, mas... - Alguém bateu na porta, era o medico.
- E como ta o casal? Feliz com a noticia? - Apenas sorri e me ajeitei na cama. O Luan perguntou ao doutor se eu estava liberada, ele disse que sim e poderíamos voltar ainda hoje ao Brasil. O doutor nos deixou novamente sozinhos. Meu celular tocou, era meu pai.
- Oi pai.
- Laura aonde você ta? Me falou que voltaria hoje para o Brasil!
- Pai, eu passei mal e então não embarcamos, to aqui no hospital.
- O que houve minha filha?
- Pai, depois eu te explico direito, eu to gravida. Mas depois a gente se fala. Liga pra minha mãe, avisa que eu to bem, e que assim que eu chegar em Curitiba eu visito vocês. - Nos despedimos e desligamos.
- Você vai ficar em casa.
- Não meu amor, você não tem obrigação nenhuma, essa criança é só minha, o pai é um perdido, você não merece ficar sofrendo comigo, a gente sonhava em ter nossos filhos, mas não deu, paciência. Eu te amo muito, dou minha vida para ficar do seu lado, mas você não merece sofrer, merece ser feliz!
- É do seu lado que eu fico feliz, a gente cria essa criança, pai não é o que fez, e sim o que cria com amor. Deixa eu tentar ser o pai dessa criança então?

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Capitulo dezoito.

Fomos para o aeroporto e enquanto o Luan fazia as confirmações no passaporte fui ao banheiro, pois não estava me sentindo bem. Lavei meu rosto e esperei a tontura passar, mas não passou, apenas melhorou, o que me fez sair do banheiro e vi que o Luan estava me esperando, sentado na sala de espera, muito lindo. Reparei que ele estava cochilando, então apenas sentei e resolvi ficar quieta até o vôo chegar. Para nossa sorte, logo anunciaram o vôo e eu levantei correndo, não via a hora de ir para minha casa, pois fazia meses que não ia para Curitiba. Mas sempre tem algo para atrapalhar meu caminho, levantei mas logo me apoiei no Luan.
- Luan, eu to vendo tudo branco. - Ele logo me deitou no banco e ficou me fazendo acordar. Ele chamou a emergência, que me levou um hospital que havia lá perto do aeroporto. Me examinaram e eu só acordei depois de duas horas, com o Luan me olhando estranho, como se quisesse brigar comigo.
- oi. - Ele me disse, se levantando da poltrona que estava sentado e vindo em minha direção.
- Oi meu amor, tudo bem? - Eu disse, e ele em abraçou.
- Amor, você já ta sabendo da novidade?
- Novidade Luan? Como assim?
- Você não percebeu? Ate eu atrasado de tudo percebi. Esses enjôos, desmaios...
- Luan, não vai me dizer que eu to... - Coloquei a mão na minha barriga e comecei a chorar.
- Ei meu amor, não precisa chorar...
- Luan, esse filho não é seu. - Vi a expressão do Luan mudar, de alegria para decepção.
- Como isso pode acontecer Laura? Justo comigo, a pessoa mais fiel. O medico disse que você esta de 2 meses, como não é meu?
- Escuta meu amor, me desculpa! Eu esqueci de te falar, 2 meses atras eu estava presa com aquele Felipe, um dia que durou um ano. Ele me forçou a fazer e ainda nem se prevenir preveniu. Meu Deus, como isso pode acontecer justo comigo? - Comecei a chorar.
A alegria de uma viagem linda e inesquecível, se tornou um pesadelo, algo que poderia me separar do meu grande amor.



Opaaaaaaaaaaa hahahahahah posto mais depois..:




terça-feira, 9 de outubro de 2012

Capitulo dezessete

- Aonde você esta Laura? Ta brincando com minha cara? Eu não sou palhaço, acho que não sou circo.
- Luan meu amor, me escuta rápido pela mor, Luan o Felipe me seqüestrou, eu to num lugar muito sujo, cheio de bicho, escuro, eu to com medo Luan, eu to presa..
- Me passa o endereço, amor amor amor? - Eu parei de responder, o Felipe estava na minha frente.
- Me da esse telefone.
- Calma Felipe! - Eu desliguei.
- Você vai aprender a não me desobedecer. - Ele tirou a cinta da sua calça e ameaçou me bater, mas não fez nada.
- Felipe, quer dinheiro? Eu peço para meu pai mandar, mas porque você a fazendo isso? Eu não sabia que existia esse ser violento e maldoso.
- Eu virei assim por você Laura! - Ele virou e saiu, indo para fora. Depois de alguns minutos escuto alguém entrando correndo, era o Luan.
- Amor a policia ta ali fora, já prenderam o Felipe, o capanga dele fugiu, mas ta tudo bem amor? Você deve ta louca se perguntando como que eu te achei, a policia conseguiu rastrear amor, não acredito! - Ele me abraçava forte, como se existe só eu ali e nada nos impedia de nada.
- Luan, você ta machucado, olha seu rosto ensangüentado, Luan eu não acredito que ele fez isso com você, Me perdoa, é tudo por minha culpa! - Eu comecei a chorar.
- Não chora, ta tudo bem, ele tava com uma faca, mas nada aconteceu! Foi por pouco, vamos sair daqui? Tenho medo daquele amigo dele chegar aqui, te fazer mais mal ainda. Eles te machucaram Laurinha?
- Um pouco, mas vamos sair daqui mesmo. - somente sai com o Luan correndo dali, entramos no carro e fomos para Londrina. O Luan disse que havia cancelado seus shows para ficar comigo, e que iríamos para uma praia fora do país. Chegamos na casa dele e só pegamos nossas coisas e fomos. O Luan havia pego ferias, e já estava tudo certo para ficarmos lá 2 meses. Nesses 60 dias nos amamos muito, e o Luan assumiu nosso namoro publicamente. As fãs dele eram super fofas, e eu estava muito feliz contudo, mas a viagem chegou ao fim, e estávamos voltando hoje para o Brasil, eu estava agradecida, pois a viagem me ajudou a esquecer de tudo, daquela tortura que foi, mas o Felipe estava preso, e eu cada dia mais feliz com o Luan.



Dei uma adiada, próximos capítulos bombando!




quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Capitulo dezesseis.

Só acordei de madrugada e fiquei assustada, eu estava deitada no chão, pressa e amarrada. Tentei me levantar mas não consegui, ainda estava meia zonza e eu estava com bastante sede.
- Quem foi o filho da puta que fez isso comigo!? - Eu gritava.
- Me tira daqui desgraçado, eu preciso respirar! - Eu insistia mas ninguém vinha falar comigo. Então apenas calei a boca e chorei baixinho. Me senti um lixo jogado ali sem ter ninguém para apelar e nem chamar. Lembrei do meu celular mais ele não estava ali, resolvi berrar mais um pouco.
- O que ta acontecendo meu Deus! - Eu dizia desesperada.
- Oi gatinha. - Uma voz grossa me disse.
- Sou o Otávio, não acostumo me apresentar para minhas vitimas mas você é muito gostosa viu... - Comecei a chorar mais ainda.
- Quem é você? Caramba, me sola daqui, ta me machucando pra porra.
- Ta achando que é quem para falar desse jeito aqui? Você é um nada perto de mim e do meu patrão.
- Patrão?
- É, quem contratou esse serviço! - Ele disse tentando me beijar. Sua boca cheirava cigarro, um cheiro que me trazia ânsia e tontura. Ele me deu uns socos me obrigando o beijar.
- Que nojo, sai daqui!
- Não ate eu explorar por inteira! - Ele tentava tirar minha roupa. Eu gritava com toda as forças do mundo, mas parecia que de nada adiantava.
- Para com isso agora Otávio. - Um moço falou, fiz uma força para levantar a cabeça e vi que era o Felipe.
- Felipe, sinceramente não sei o que aconteceu com você. A gente era tao amigos, você me tratava como uma princesa e agora esta me tratando como um lixo. Ate deixar seu capanga me abusar ia deixar. Isso não se faz Felipe, você ta se drogando que eu sei! Porque isso? Você ta me machucando!
- Você me machucou primeiro Laura! - Ele deu um grito enorme, que foi tao alto que as paredes do local poderiam cair.
- Eu te amava mais que tudo, mas você preferiu um cantorzinho, estou me drogando mesmo e dai? Você vai ser minha agora. - Ele tirou minha roupa e com toda a grosseria do mundo me abusou. Senti muito nojo daquela pessoa, que não era o meu Felipe de meses atras.

ENQUANTO ISSO NO HOTEL QUE O LUAN ESTAVA.

Cara, ela não me atende por nada nesse mundo, será que esta dormindo? Vou mandar uma mensagem pra Bruna.
'' Bru, a Laurinha ta ai por perto? ''
'' não maninho, achei que ela tinha ido pra Curitiba porque para cá ela não voltou '' - Meu mundo quase desabou.
'' Ela foi no shopping Bruna como assim? Aconteceu algo com ela meu Deus! ''
'' Calma Luan, deixa amanhecer as vezes ela esta em alguma amiga, isso é normal... Quantas vezes você estava em Londrina e foi dormir só Deus sabe aonde! ''
'' Ta Bru, verdade... Boa noite '' - Resolvi ir dormir, eu estava me preocupando demais.



Laura volta a narrar.

Felipe sossegou um pouco, então peguei no sono chorando. Não demorou muito para amanhecer, acordei com o Felipe fazendo uns barulhos.
- Vou sair, vou logo ali... Na padaria.
- Ta. - Eu respondi fingindo voltar a dormir. Assim que ele saiu estiquei meu braço e peguei o celular dele, que estava no bolso da calça jeans jogada no chão. Disquei rapidamente para o Luan que não atendeu, mas logo retornou a chamada.

domingo, 30 de setembro de 2012

Capitulo quinze.

- Sua namorada o caramba Luan! - O Felipe disse.
- Amor, não liga pra esse otário, nem amizade existe mais entre eu e ele. Vamos embora. - Eu disse tentando separar os dois, mas o Luan já estava dando um soco em Felipe. Gostar da idéia não gostei, pois vários seguranças do local veio tirar os dois dali. Mas eu insisti e disse que não era necessário isso, e que a gente já estava indo embora. Chamei a Bruna.
- Dessa vez passa cara, mas um aviso, fica longe da minha muie. Minha muie.- O Luan disse para Felipe que somente se sentou e começou a rir. Mandei o Luan ignorar e então fomos embora. Entramos no carro e eu fiquei quieta.
- Luan, só sabe arrumar briga! - Disse a Bruna.
- Faz assim, desce vocês duas e vão lá com ele. - O Luan disse fingido abrir a porta.
- Para Luan, que coisa.
- Só to defendendo minha namorada Bruna, aquele cara é um paranoico  doente. Não aceita que ela pode ser feliz sem ele. Tonto.
- Chega vocês dois. Não quero mais ouvir o nome desse Felipe, odeio ele. - Eu disse.
- Isso mesmo cunha, o Luan que vai te fazer feliz.
- Ele ja ta me mostrando isso Bru...
- Te amo amor.
- Eu também te amo Luan. - Chegamos na casa do Luan. Entramos e cada um foi para seu quarto. O Luan foi tomar banho e voltou ja me beijando. Nos amamos ali, a noite inteira e só dormimos quando estava amanhecendo. Depois disso, só acordei no final da tarde, com o Luan se arrumando para o show que teria mais tarde.
- Amor, vamos comigo? Quero que você seja minha nega...
- Não amor, hoje não vou, to precisando ir fazer umas compras...
- Pra ficar bonita para mim?
- É, pro cê...
- Ah amor, mas eu vou sentir saudades...
- Luan, um dia não mata ninguém!
- Mas da cidade do show vou direto para outra cidade, la no norte, longe demais daqui, não vai ter como eu vir te ver.
- Amor, mas esse é seu trabalho. Também eu sei que atrapalho você, é muita correria. Não vou me acostumar a ir sempre.
- Eu sei, mas você não volta pra Curitiba ta? Fica aqui com a Bruninha, meu pai e minha mãe... Eles adoram você e querem que você fique.
- Ta Luan, vou pensar, é que tenho vergonha.
- Não precisa ter, vou descer la em baixo para pegar um negocio com meu pai e depois eu subo aqui para me despedir de você, ai você fala se vai ficar ou não ta?
- Ta Luan. - Pensei e resolvi ficar sim na casa do Luan enquanto ele viajava. Liguei pra minha mãe que mesmo não morando comigo e nem na minha cidade merecia saber aonde eu estava. Ela ficou feliz por saber que eu estava bem e com o Luan. Meu pai também foi avisado por mim e ficou muito feliz. Dali a pouco o Luan subiu, pegando sua mala que estava ali do meu lado e dizendo:
- Amor, to indo. Quando eu cantar te vivo, é que é pra você ta? Eu te amo muito, fica bem? - Ele me abraçou.
- Vou ficar amor, eu te amo mais ainda. - Eu o beijei e ele saiu. Assim que ele saiu com a Dag para ir para a cidade do show, peguei um táxi e fui para o shopping. Fiz umas compras e antes de ir embora resolvi tomar um suco. Vi que alguém me observava, mas não sabia quem era então não levei muito a sério. Resolvi ir embora, mas alguém puxou meu braço, colocou alguma coisa em meu nariz e a partir dali eu não vi mais nada.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Capitulo Catorze.

- Achei que não iam mais, parecem duas noivas se aprontando para o casamento. Que demora em Luan! - O Max nos disse, arrancando uma risada dupla, minha e do Luan. 
- Boa noite Max, oi de novo Bruninha. Desculpem a demora, o Luan acabou de me avisar sobre a balada, me aprontei o mais rápido que consegui. - Eu disse os cumprimentando.
- Ah, você estão é a Laurinha que o Luan tanto comenta, muito prazeroso te conhecer viu? Esse menino deve estar feliz, ficava falando de você 24 horas por dia. Nunca o vi tão interessado. Aproveita, esse dai não é de se apaixonar fácil, vem sempre com aquele papo de quem só quer curtir, mas quando se apaixona... Vichi, esquece até dele mesmo. - O Max me disse, rindo.
- Bom cara, não fique contando meus podres não viu! Bora pra balada, isso sim que é bom. Que hoje eu quero aproveitar... - O Luan disse me pegando pela mão e a Bruna e o Max nos acompanharam. O Luan foi dirigindo e eu do seu lado no banco da frente. A Bruna e o Max foram atrás. Eles riam, cantavam e ''dançavam'' como podiam no carro. Quando chegamos, nós descemos e o Luan deu seu nome e logo nos deixaram entrar. Fomos para o camarote e a Bruna se sentou comigo, enquanto o Luan ''tentava'' dançar. O Max sumiu, e cada hora chegava com uma menina. A Bruna ja ficou quietinha comigo, ali sentada. O Luan ficava olhando o movimento da balada pelo camarote, enquanto bebia um ice atrás do outro. Até que o bonitinho resolveu ir até aonde eu e a Bruna estava sentada. 
- Vamos dançar amor. - O Luan disse tentando me puxar.
- Não quero Luan, quero um ice, pega la para mim? 
- Mulher minha não fica bêbada não! 
- Luan, para de graça, você pode né sem graça. 
- Luan, eu também quero! - A Bruna disse.
- Vocês estão loucas, crianças de tudo e querem beber. - Ele disse rindo. 
- Ta bom Luan, deixa pra lá vai. - Eu disse para o Luan.
- É, deixa pra lá... Eu vou ali com meu amigo... - A Bruna disse levantando. 
- Não vai não, quem é esse menino? Nunca vi, não é seu amigo não. Você não ta batendo bem, fica aqui e boa. - O Luan disse, chato. 
- Luan, para de graça, deixa a menina ir! Na idade dela você não era santo não, ela pediu para falar com um amigo. Pode ir Bruna. - Eu disse.
- Vou mesmo, não vou ficar segurando vela aqui não, curte seu namorado ai Laura! - Ela foi para lá. O Luan então sentou comigo e ficou conversando.
- Tem cada menina linda ai né Luan, como você me escolheu? 
- Você é a mais linda de todas. 
- Eu te amo sabia? 
- Eu também Laurinha, vou pegar um ice... - O Luan foi e do nada vejo um homem que eu ja conhecia de algum lugar sentando na minha mesa.
- Felipe? 
- Oi.
- Como você ta aqui? Você mora em Curitiba! 
- Você também né Laura! 
- Mas eu to passando uns dias aqui com meu...
- Com seu o que? Não é aquele...
- Sou eu sim! Luan Rafael, tudo bem? Felipe não é? Que mentiu para a gente não ficar junto? Mas eu to, e a gente ta super feliz. 
- EU NÃO ACREDITO LAURA!
- O que você ta fazendo aqui cara? - O Luan perguntou
- Eu vim atrás dela, a mãe dela disse que ela estava em Londrina, vim aqui. Com uns contatos, descobri que ela viria aqui. 
- Você larga de seguir os passos da minha namorada! - E eles começaram a brigar. 
me senti culpada.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Capitulo treze.

Fomos direto para a casa de Luan aonde seus pais estavam nos esperando fazia tempo. Entramos na casa e eu fui cumprimentar os pais de Luan e a irmã dele.
- Oi minha linda, que bom que veio. - O Pai dele me disse.
- Oi... Adorei o convite. Eu adoro vocês. - Eu respondi. Depois falei com a Marizete e a Bruninha. Duas fofas, eu já tinha visto elas, mas a cada dia que se passava elas ficavam mais lindas ainda. As duas eram a cara do Luan.
- Bora comer né mãe... - O Luan disse rindo. Fomos ate a cozinha aonde a mesa já estava arrumada.
- Não sei se você gosta Laura, mas eu fiz lasanha. - A mãe dele disse.
- Claro que eu gosto, quem não gosta né. - Comemos e ficamos conversando.
- Ah mamusca, sabia que eu pedi a Laurinha em namoro? Ela aceitou, estamos namorando!
- Ah que bom meu filho, amei a noticia. Parabéns que vocês sejam muito felizes.
- Ganhei uma cunhada então? - A Bruninha disse sorrindo.
- Isso. - Rimos e continuamos almoçando. Depois assistimos um filme. Eu e a Bruna fizemos brigadeiro, e o Luan se fartou de tanto que comeu. Quando acabou o filme, assistimos outro e depois outro. Quando cansamos, já era 20:00hrs, então pedi ao Luan que me chamasse um taxi, para eu ir para casa em Curitiba, pois não estava com meu carro, mas ele não deixou. Me pediu para ficar ali com ele. Então subi com o Luan para ele tomar banho, enquanto isso eu arrumei minhas coisas no quarto e fui pedir para a Bruninha me emprestar alguma coisa para eu vestir. Ela me deu uma camisola, com uns pandas super fofos estampados nela. Voltei para o quarto e o Luan já estava saindo, de toalha e tudo. Ri dele rebolando para mim e entrei no banho. Depois de um tempo, sai já com a camisola. O Luan não estava de pijama, ou alguma roupa de ficar em casa e sim super arrumado e cheiroso. Estranhei.
- Eita meu amor, vai sair assim? - Ele me perguntou apontando a camisola, que na visão dele deviria estar escrito 'sou uma criança e uso camisolas de panda'
- A Bruninha me emprestou, deixei minhas coisas com a Dag, e ela não atendeu o telefone para me trazer, deve ter levado com ela ate aonde ela foi passar as folgas.
- Ah, não to falando disso amor, calma! É que vamos sair... Baladinha top com o Max, a Bruna... Bora?
- Ok amor, mas não to com roupa aqui...
- Isso é o de menos minha princesa, vou lá pedir uma da Bruna para você. Vocês duas têm o mesmo corpo, serve certinho minha princesa! - Ele me deixou lá e foi ate a Bruna, voltando com uma calça jeans e uma blusa super linda vermelha em suas mãos.
- Olha meu amor, gostei da roupa!
- Fui eu que escolhi, e eu vou com uma amarela e uma calça preta amor.
- Ah que gato!
- Agora vamos? - Me troquei rápido, ali na frente de Luan mesmo. Coloquei minhas sapatilhas e quando descemos a Bruna e o Max já estava nos esperando.


Comentem?! Demorei pra postar por qe tava com problemas em casa, desculpa!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Capitulo doze.

Eu senti uma vontade imensa de gritar, pular ou até mesmo rolar no chão de tanta alegria, mas eu estava em um hospital, sim, em um hospital, acompanhando meu namorado, meu namorado. Fiquei sem reação, só conseguia olhar para a cara do Luan.
- To sendo muito precipitado né? Desculpa, congela esse pedido, a hora que você achar certo eu faço ele de novo. Mas é que como uma musica que eu fiz diz ''pro sentimento tempo, não passa de uma palavra'' Laurinha. Mas deixa.
- Luan, você ta louco? Logico que eu quero, sou a menina mais feliz do mundo, estava esperando isso a muito tempo.
- Vou te fazer a menina mais feliz do mundo, eu te juro.
- Não precisa nem jurar, eu acredito.
- Te amo tanto.
- Eu também Luan. - O médico bateu na porta atrapalhando um pouco nosso momento de romantismo.
- Oi senhorzinho, a dor melhorou?
- Passou já doutor, nem vou dizer quem é o meu remédio. - Ele riu.
- Mas hoje você fica aqui.
- Tudo bem, tudo bem. Minha gatona pode ficar aqui comigo?
- Pode.
- Ela é minha namorada agora doutor! - O Luan disse empolgado, foi o suficiente para eu ficar com vergonha.
- Olha que legal, felicidades aos dois! - O doutor disse. Eu e Luan agradecemos e o medico saiu.
- Luan, qualquer coisa me chama, vou ficar sentadinha aqui na cadeira ta?
- Nada disso, eu te dou um espaço aqui, você fica aqui comigo amor. - Ele disse me dando um espaço na cama. O Luan me abraçou e ficou dizendo coisas lindas em meu ouvido.
- Por você eu faço de tudo, eu to te amando tanto Laurinha meu amorzinho, sabe, desde quando eu te vi naquele camarim, eu não te tirei do pensamento em nenhum momento. Você é perfeita.
- Você não existe Luan, eu te amo. Não sou perfeita vai seu bobo.
- Pra mim é, não ta bom?
- Ta, ta bom demais meu anjo. - Ele me deu um beijo no rosto e depois de um tempo dormiu, como se fosse um anjo. Quando amanheceu, acordei com o medico, o Luan estava com alta. Resolvi acordar o Luan, que acordou assustado.
- Que susto amor.
- Ah Luan, liga pra sua mãe, você não avisou nada para ela, entra no twitter, fala com suas fãs, sua família Luan, merecem saber, mesmo não sendo nada grave. Fala que você recebeu alta..
- Mor, pega meu celular para mim, liga pra minha mãe você enquanto eu falo com minhas negas. - O Luan discou o numero e eu falei com sua mãe. Ela me deu um pouco de bronca, por não ter ligado ontem, mas me convidou para almoçar com eles hoje. Confirmei que ia e desliguei. Logo a Dagmar chegou para levar o Luan. Eu fui junto e depois de algumas horas estávamos em Londrina.

COMENTEM MORS!





segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Capitulo onze.

- Luan, jaja o médico vai vir aqui te ver meu amor, mas o que você ta sentindo? - Eu perguntei, pegando em sua mão. 
- Ah amor, eu não to sabendo. Mas minha cabeça agora dói, doí pra caramba! - Ele disse fazendo carinha de bebe, mais fofo do mundo. 
- Não sou médica, mas deve ser pressão, por causa do calor e essas coisas Luan, vai dar tudo certo meu amor, você vai ficar bem! - Ele ainda de mão dada comigo, pegou minha mão e a beijou. 
- Ta nega. - Eu e o Luan ficamos ali esperando o doutor, que logo chegou com o Rober e a Dag. Eles entraram e o doutor logo foi examinar o Luan. 
- Medi sua pressão Luan, ela ta bem baixa, mas vai voltando ao normal... Já as dores de cabeça que você apresentou e me disse, vou examinar melhor, deve ser por estresse, você é muito assediado,convive com muita gritaria, tem fãs maravilhosas, claro. Como minha filha, que logo que soube que o senhor estava aqui, me ligou só para dizer que está torcendo para sua melhora logo. Depois vou ligar para ela e dizer que não é nada de grave, se não ela deixa minha mulher louca, preocupada contigo, parabéns mocinho, você tem realmente anjos ao seu lado. - O doutor disse. Eu pude enxergar o sorriso que o Luan deu ao ouvir aquilo.
- E é assim que nóis melhora rapaz, elas são meu remédio. Manda um beijão para a sua filha, agradeço muito o carinho. Só eu mesmo não faço isso pessoalmente pois minha cabeça está estourando, não vejo a hora de chegar em casa... - O Luan disse bem mais animado.
- Nada disso mocinho, o senhor fica hoje aqui, só para concluir os exames para ver o que é essa dor de cabeça, que com o remédio que a enfermeira te deu não passou. 
- Ta bom doutor, o senhor que sabe né. - O Luan disse rindo, ja estava bem melhor. 
- Dag, se você e o Rober quiserem descansar... Eu fico aqui com o Luan, aviso quem tem que avisar.. Só pode um acompanhante mesmo, e eu precisava ficar aqui. - Eu disse, me metendo mesmo.
- Pode ser, eu e o Rober voltamos pro hotel, se o Luan tiver melhor, que eu sei que vai ta, amanhã levamos ele para Londrina, pois amanhã tem folga novamente. Ele te explica quem tem que avisar certinho ta? Boa noite para vocês. - A Dagmar disse saindo com o Rober e o médico, deixando apenas eu e o Luan no quarto.
- É, hoje você vai ter que ficar de baba. - O Luan me disse rindo.
- Amo cuidar do meu bebe lindo. 
- Ai sim, sabia que com você aqui, minha dor diminui e muito? 
- Luan, você é um anjo!
- Eu, Laurinha? Você, só você que tem esse poder, de ser uma anja. Você e minhas negas. 
- Nós, te amamos. 
- Você é uma das minhas negas? 
- Claro, sou fã de tudo que há em você, igual elas. 
- E eu Laurinha, sou fã desse seu sorriso, que me faz tão bem cara. Obrigada por tudo, por você me socorrer, mesmo não sendo algo grave, você se preocupou, me segurou, me levou até aqui, isso é amor. Eu fico bobo, vendo o quanto você se importa comigo, e eu te juro, que esse é o momento mais lindo e com sentido para eu te fazer uma simples pergunta, com 3 palavras, que eu fiquei pensando a semana inteira, mas fiquei com medo, sou um bobão, vai se acostumando. Eu quero muito que você pense no que eu vou te dizer, pois para mim é uma decisão mais que importante, muda tudo. Laura, quer namorar comigo?  




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sábado, 8 de setembro de 2012

Capitulo dez.

- Amor, realmente... Você faz um bolo muito gostoso! - O Luan disse, enquanto se lambuzava comendo o seu pedaço do bolo.
- Pode comer mais.
- E se eu ficar gordo?
- Malha uai.
- Então não vou comer. - Ele disse rindo, mas pegando outro pedaço.
- Mor, deixa eu mexer no teu celular? - O Luan perguntou.
- Não Luan, para. - Mas ele beijou meu pescoço, me fazendo ceder.
- Toma coisa. - Eu digitei a senha e dei para ele. O Luan fuçou bastante, enquanto eu fui tomar um banho. Vi que estava perto da hora que a Dagmar iria pegar o Luan aqui em casa, então me aprontei, pois iria para o show também. Cheguei no quarto e o Luan ainda mexia no meu celular.
- Ta gata com esse vestido.
- Luan, vai tomar banho, trouxe roupa?
- Sim, vou lá então. - Ele tomou seu banho e saiu ja trocado. Depois de um tempo a Dagmar chegou e fomos para a cidade e o local do show. Desci da van com a Dagmar, e o Luan seguiu com o Rober. Não fui para o camarim, e sim para a área vip.
- Laura, fica aqui, depois do show o Rober vem te pegar. - Eu apenas afirmei com a cabeça e entrei na área vip. Tinha umas fãs lá, mas ninguém desconfiou que eu pudesse estar ficando com Luan. Não queria ficar mentindo para elas, mas eu não podia fazer nada, o Luan que decidia. Depois de um tempo, o show começou e foi super lindo. Antes de tudo acabar o Rober me levou para a van, aonde eu esperei uns 10 minutos o Luan.
- Oi mor. - Ele disse, com sua voz um pouco rouca e fraca.
- Ta tudo bem amor? - Ele estava estranho.
- Eu não to me sentindo muito bem não Laurinha, me segura. - Ele mesmo sentado se apoiou em mim.
- Eu to com muita tontura, cade a Dagmar, o Roberval cara... - O Luan não disse nada mais, apenas deitou no meu colo e fechou seus olhinhos. Ele estava gelado, eu fiquei com medo que ele desmaiasse, rezava para nada acontecer, eu estava ali sozinha com ele. A Dag e o Rober foram buscar não me lembro o que, ah, com tudo isso acontecendo era impossível de lembrar o que eles me falaram a 15 minutos atrás.
- Luan, Luan, fala comigo por favor!
- Me deixa quieto.. - Respeitei seu momento nada legal. Me silenciei e esperei os dois chegarem. Até que eles não demoraram muito, mas o Luan estava muito mal ainda, e eu claro, estava preocupada com ele.
- O que ta acontecendo meu Deus? - Perguntar a Dagmar.
- Dag, ainda bem que você chegou muié, o Luan, chegou meio tonto, com a voz falhando, ele deitou no meu colo, ele ta com tontura, to com medo de ele desmaiar Dag...
- Calma, vamos para o hospital. - O motorista da van dirigiu se a caminho do hospital e chegando lá, eu desci primeiro, com o Luan meio que apoiado em mim.
- Luan, tamo aqui no hospital, calma meu amor, o que ta acontecendo?
- Laura, eu não sei... - Ele ficou quieto, então a Dagmar cuidou da internação na secretaria, enquanto eu e o rober levamos o Luan para um quarto. Chegando la ele se deitou na cama.



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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Capitulo nove.

Quis pular de alegrias quando vi quem era, ele mesmo, Luan Rafael.
''Devo estar te atrapalhando, mas saiba que eu estou aqui, no meu quarto... O sono eu já perdi, e é só lembrar de você que eu começo a sorrir. Me da vontade de levantar daqui e ir pra ai, na casa do sogro, matar a saudades que eu to de você.'' - Fiquei arrepiada quando vi. Não sabia se chorava ou sorria.
''As vezes eu não durmo, pensando se sou o melhor para você, mas acho que não sou. Sou gorda, caipira de tudo, baixinha, ciumenta, manhosa, que qualidades você em mim?'' - Eu enviei.
E logo ele respondeu.
''Hum, você não é gorda e eu amo caipiras, assim já fico tranquilo, pois quando a gente tiver velhinhos, não teremos problema em morar em um sítio, ir pescar todos os dias de manha, nadar no rio, realmente combinamos, somos dois caipiras. Ah, amo baixinhas também, é melhor de carregar no colo, colocar você no meu ombro, fazer coisas bobas, igual eu sou. E esse ciúmes, essa manha, nosso amor que esta começando a nascer, supera!'' - O Luan me mandou aquilo, e eu simplesmente comecei a chorar.
''Conseguiu me fazer chorar.'' - Eu mandei.
''Só chore se for de alegria, pois eu só quero te ver sorrir, Laurinha.''
''Luan, eu te vivo. Descansa agora, sei que cedinho você tem entrevista, qualquer dia a gente mata essa saudade louca, não faz nem 2 horas que nos vimos, e eu estou louca de saudades. Vem algum dia tomar um café comigo, eu te espero.''
''linda, eu te vivo.'' - Ele parou de responder eu decidi ir dormir, com os anjos, e muito feliz. A noite passou, e logo quando amanhece o Luan pulou da cama, reclamando claro. Seu segundo nome era aquele, reclamar. Ele fez as entrevistas, eu acompanhei pela televisão e logo depois ele me ligou. Nós ficamos conversando, como se  a gente fosse dois namoradinhos. Bobos. Desligamos, pois Luan tinha mais coisas para fazer. Então fui resolver minha vida. Quando era no final da tarde, eu resolvi assistir tv, fazer um bolo de cenoura que eu amava, só para mim mesmo, meu pai estava trabalhando ainda, e eu estava la em sua casa, pois tudo la era mais tranquilo. Fiz o bolo, e quando estava colocando a calda nele, sinto alguém me abraçar. Eu sabia quem era, pelo perfume.
- O que você ta fazendo aqui bobão? - Eu disse ao Luan, que quando eu virei, estava com um buque de flores na mão.
- Você que é bobona, me mandou vir um dia tomar um café com você!
- Luan!
- Laurinha.
- Não acredito que você veio só por isso, eu te amo.
- Eu te amo, por isso vim.
- Mas você tem show hoje né? - Disse abaixando a cabeça.
- Tenho, mas você vai comigo! - Ri, sem acreditar.
- Luan, não tenho roupa, sem chances!
- Tem sim - Ele disse me levando até meu quarto, abrindo meu guarda roupa e revirando tudo.
- Você é organizada!
- Sim, organizo você e cada gesto seu aqui no meu coração. - Eu disse o abraçando.
- Como você é linda! - Ele me soltou. Depois de um tempo, o Luan estava praticamente dentro do guarda roupa.
- Achei amor! - Ele me mostrou o vestido que eu entrei no camarim dele.
- Você sabe o que é esse vestido? - Ele me perguntou.
- Sim, entrei no camarim com ele.
- Coloca ele.
- Luan, odeio repetir roupa.
- Ah, para de frescura... Eu repito e todos gostam!
- Você né Luan, eu ja não.
- Vamos comer aquele bolo que eu senti o cheiro la de fora, não quero discutir com você. - Ele me puxou para a cozinha rindo, e eu logico, rindo dele.


AMORES, BORA COM TUDO? POSTO DEPOIS DE 2 COMENTÁRIOS, SÓ PRA VER SE TEM GENTE ACOMPANHANDO! BEIJOS..

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Capitulo oito.

Eu não queria que o Luan fosse, mas era o jeito. Ele me disse que tinha compromissos de manhã. Questionei como ele iria até sua casa, pois havia deixado seu carro lá, e veio como o meu para Curitiba. Mas ele me disse que chamaria um taxi, meu Deus, olha eu dando despeças para o Luan, não eramos nada além de ficantes, e mesmo assim ele se preocupou em me trazer até a porta de casa, não só até a porta, como aqui dentro também, quis conhecer meu pai e ate comer aqui comeu. Luan me surpreende, tantas vezes eu lia notícias dizendo que ele não tinha tempo de cuidar da menina, mas hoje ele fez totalmente diferente, meu anjo, como sempre. Eu estava na varanda ainda, sorrindo com a ultima cena que havia presenciado: o Luan indo embora, ele estava na minha casa, ele estava aqui por causa de mim, e isso em deixava muito feliz. Vi que o céu estava estrelado, olhei para cima e somente agradeci. Agradeci a Deus por ter colocado o Luan na minha vida, e pedi também, para que Ele deixasse o Luan nela, para sempre. Mas seja lindo enquanto dure, uma ficada daqui, outra de lá, e assim iria ser. Resolvi entrar para dentro, aonde vi meu pai lendo um livro. Me sentei perto dele e só fiquei pensando na vida, aquilo era muito bom, pensar! Do nada, meu pai fechou seu livro e ficou me olhando. Parei de viajar em pensamentos.
- Bacana seu namorado, filha! - Ele disse, tirando seus óculos do rosto e os colando em uma mesinha. Eu só ri, torcendo para que um dia isso acontecesse mesmo, eu estava me apaixonando cada vez mais por ele, e não tinha conhecimento se isso era bom ou ruim.
- Pai, a gente esta só nos conhecendo.
- A que isso filha, os olhos deles dizem o quanto te querem por perto, e não é pouco não. Ele te quer muito filha, não deixe ele ir embora da sua vida, por motivos fúteis, como ficar pensando que ele só quer divertimento. - Fiquei boba com as palavras de meu pai
- Olha pai, eu quero muito o Luan, a cada dia o amo mais e mais. Mas realmente eu tenho medo, medo de me iludir muito, mais do que já estou virando, uma iludida. O Luan vive na noite, pode ter tantas mulheres, vamos dizer, gostosas. Por qual motivo ele sentiria o mesmo que eu?
- Pelo mesmo motivo que você se apaixonou por ele. Não pelo o que ele é, e sim, pelas suas atitudes. Você viu ele por dentro, e ele e fez um efeito, mexeu com você.
- Nossa pai, como você sabe disso? É realmente isso que eu sinto.
- Seu olhar filha, seu olhar. Mas agora vou descansar. Amanhã é sábado, já que você não tem aula na faculdade esse dia da semana, aproveita e descansa!
- Vou dar uma estudada, perdi dois dias de aula, vou ver o que consigo recuperar aqui. Boa noite meu pai.
- Boa noite filha. - Ele foi dormir e eu fiquei ali, estudando um pouco. Mas algo tirou minha atenção, meu celular vibrou, era uma mensagem.



Voltando a postar normalmente. Espero que vocês ainda estejam acompanhando ):


Capitulo sete.


Resolvi antes de dormir, ligar para Felipe.
- Oi linda.
- Oi coisa nenhuma! Nunca mais fala comigo, você mentiu, dizendo ao Luan que eu estava namorando. Você tem coragem? Não me procura mais, isso não tem desculpas, Felipe.
- Eu fiz isso sim, pois eu te amo. Mas amo de verdade, não igual aquele ara diz que te ama!
- Esquece eu Felipe.
- Você vai se arrepender, Laura! - Desliguei o telefone com a consciência de missão comprida. Depois de ter feito isso fui dormir, pois para mim o dia seria comprido. Quando amanheceu, acordei e liguei para o Luan para combinar aonde iríamos. Ele disse que vai me esperar em um posto na estrada, ele me passou o endereço.
Tudo certo e arrumado, então fui para Londrina e parei no posto que ele pediu e fui procurá-lo. Ele estava ali sentado com o Roberval, seu assessor.
Quando ele me viu, correu para me abraçar.
- Bom dia linda!
- Bom dia meu amor.
- Como eu tava com saudades, você me marcou, impressionante.
- Luan, te amo.
- Eu também. Vamos para casa primeiro, o Rober vai dirigindo seu carro, e nos vamos atras. - Entramos no carro e a gente já começou a se beijar. Era um beijo apaixonado e significava muito para mim. O Luan alisava meu rosto, beijava minhas mãos e penteava meus cabelos com as mãos.
Demoramos um pouco para chegar a casa de Luan, mas quando chegamos ele me ajudou a sair do carro e me levou para dentro. Sua mãe e seu pai estavam na sala. Eles eram muitos simpáticos e lindos.
- Oi meu amor, tudo bem? Eu sou a Marizete!
- Oi dona Marizete, parabéns pelo filho que tem.
- Dona não amor, pode ser só Mari mesmo. Parabéns você, uma menina tão linda, conquistou meu filhão!
- Anw, a senhora é muito linda!
- Oi princesa! - Disse o pai de Luan.
- Ow Seu Amarildo, o Luan disse que o senhor é muito brincalhão!
- Sou sim. - Sorrimos.
- Amor, vem comer alguma coisa.
- Não to com fome Luan.
- Come sim. - O Luan tentou insistir mais não adiantou, não queria comer. Mas ele não perdeu tempo, pegou tudo que havia de bom e mandou ver.
- Estou em fase de crescimento. - Ele disse rindo.
- Terminei, vamos subir. - Ele me puxou para cima. O quarto de Luan era lindo, todo azul.
- Vem cá amor, que a gente só ficou uma vez e eu to com saudade. - Eu fui ate o Luan e sentei em seu colo. Ele me beijou profundamente e nos amamos pelo resto da tarde.
- Não sei Luan, ta acontecendo tudo tão rápido..
- Assim que é bom nega. - Ele alisava meu rosto.
- Será?
- Claro meu amor. - Resolvi deixar quieto e somente o abracei.
- Eu achava que você não queria
Mais nada comigo Luan.
- Minha linda, isso seria impossível.
- Mas Luan, eu preciso ir.
- Que pena amor. Mas deixa que eu te levo, ta escurecendo já e eu é ruim pegar estrada de noite.
- Luan, não precisa. Que carro você
vai voltar? Não tem jeito, não precisa.
- Amor, eu quero te levar. - Tentei, mas Luan queria mesmo me levar embora.
- Ok então. Mas não vou ficar em casa essa noite. Vou dormir no meu pai Luan, ele é separado da minha mãe. Meu pai mora em Curitiba e minha mãe em Ponta Grossa, fico dividida. - Eu disse pegando minhas coisas e puxando o Luan para me levar embora. Descemos e eu me despedi dos pais de Luan e fomos embora. O Luan não foi com o carro dele, e sim com o meu.
- Luan, como você vai voltar?
- Eu pego um taxi.
- Nossa, vai ficar uma nota de caro.
- Amor, não se preocupa. - Ele disse dirigindo. Eu apenas sorri e fiquei quieta. Não conversamos mais, ate chegar em Curitiba. Expliquei aonde era a casa do meu pai e ele foi ate lá.
O Luan estacionou.
- Amor, a casa do meu pai é simples, você é rico, chique...
- Laurinha para de graça, eu sou normal, não tem nada disso, vamos logo. - Sorri vendo a simplicidade de Luan. Devemos e eu chamei por meu pai que abriu a porta correndo.
- Filha!
- Oi pai. Esse aqui é o Luan, meu ami..
- Quase namorado senhor. - O Luan me interrompeu. - Fiquei feliz com o jeito que ele disse.
- Vamos entrar? Prazer viu Luan! Só não liga que aqui eu sou simples, gosto muito de mato, pescar, tomar um cafezinho de tarde... - Meu pai disse.
- Ow senhor, eu adoro essas coisas também. - O Luan respondeu entrando e indo tomar cafe com meu pai. Eles se deram super bem, mas infelizmente ele teve que ir embora.


Eai? Tão gostando? Bora comentar que eu posto outro! Tava dando problemas aqui, mas consegui arrumar... se voltar a dar pit, me avisa que eu vou arrumando! Obrigada pela atenção!