- Luan, não sei. Você não precisa, você tem 21 anos, você não precisa disso, não precisa. Esse filho é meu, você não precisa assumir não, obrigada pela intenção, eu te amo muito, mas não. - Eu disse enxugando minhas lagrimas que só insistiam em cair automaticamente, meu rosto já devia estar inchado, e o Luan chorava junto comigo.
- Não te entendo. Você pede para eu nunca te abandonar e você vai me abandonar? Eu não sei viver sem você. - Ele chegou mais perto e alisou meu rosto, enxugou umas lagrimas e se sentou na poltrona.
- Luan você disse que não sabia se teria responsabilidade, e não é obrigado a ter mesmo. Segue sua vida, não é melhor assim?
- Pra mim nunca vai ser, nunca Laura.
- Com o tempo você vai ver que é sim.
- Laura...
- Me tira daqui, desse hospital. Me leva para o Brasil, antes que eu fique nesse país mesmo. - Ele chamou o medico que me deu alta, o Luan resolveu tudo e entramos no taxi direto para o aeroporto. Não demorou muito para embarcarmos. Depois de horas estávamos no Brasil, comemos alguma coisa ali mesmo no aeroporto, na verdade só o Luan comeu, passei mal, por conta da gravidez, o Luan me ajudou muito e eu me senti muito segura em seus braços, mas então porque eu teria que ir embora? Criar minha criança sozinha? Uma criança meu Deus, essa hora é que eu te peço, me de sabedoria, para saber qual caminho realmente seguir. Acordei dos meus pensamentos e pedi para Luan me levar ate sua casa, queria me explicar de tudo, e depois iria para casa.
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