sexta-feira, 19 de julho de 2013

Capitulo cento e vinte e seis.

Primeiro o Luan se ausentou um pouco dos shows, mas nunca de seus fãs. Então fomos entregando os convites primeiro para os amigos. A maioria era do Luan, eu não conversa muito com as pessoas. Meu melhor amigo era o Luan e meu filho, apenas isso. Mas tinha outros conhecidos, no qual conversava antes de ter o Henrique. A única pessoa que não me passou pela cabeça de chamar era Felipe. Ele era meu amigo, mas se a palavra ''era'' substituiu a palavra ''é'' é porque algo de ruim aconteceu. Ele me trouxe coisas muito más e para falar a verdade acho que a única coisa boa foi Henrique, que hoje é minha vida inteira. Eu nem sabia aonde Felipe morava hoje em dia, e não tenho interesse nenhum de saber. Luan também por respeito a mim, excluiu Marcela de sua lista. Depois de alguns dias entregando os convites para os amigos nossos, perdemos muito tempo e dinheiro também, pois os de Campo Grande, Luan fez questão de entregar pessoalmente, fazendo isso gastar muito tempo. Os meus eu mandei por correio mesmo, e Luan mandou alguns convites para seus amigos pelo correio também. Ele fez questão também de ir para Manaus, convidar seus tios que ali moravam. Nessa viagem eu fui com ele, apenas nós dois, Henrique por escolha dele próprio ficou com a vó Mari. Foi um tempinho bom pra eu e Luan cuidar da gente, e seus parentes de lá eram absolutamente simpáticos. Voltamos para Londrina e continuamos entregando os convites para os mais disponíveis. Os famosos amigos de Luan foram convidados por correio, até porque dificilmente paravam em casa. Depois de todos os convites entregues pela parte de Luan, fui na minha mãe junto com ele e Henrique levar o convite dela. Pegamos uma estradinha e logos chegamos na casa dela, que era ali no estado nosso. Comparando aquelas viagens com uma no Paraná, a até minha mãe era bem mais próxima. Quando chegamos a primeira coisa que fizemos foi procurar um hotel, para não precisarmos dormir na minha mãe, e também não havia nem lugar lá. Achamos um hotel bom, guardamos nossas coisas e descansamos a tarde toda. A noite saímos para dar um passeio por Ponta Grossa e jantarmos em um restaurante perto do nosso hotel. Assim que acabamos fomos embora e e quando chegamos no hotel liguei para minha mãe avisando que iamos almoçar com ela amanhã. Depois disso tomamos banho e capotamos. No dia seguinte acordamos cedo e nos arrumamos. Peguei um convite e fomos levar para minha mãe.
- Amor, eu dirijo, já sei a casa e é mais fácil. - Falei para Luan enquanto nos arrumávamos no carro. 
- Nada disso mocinha, lembra que você já bateu o carro e a muié disse que você tinha que evitar dirigir? Eu dirijo, estou bem disposto e não tem necessidade de você se esforçar. - Luan disse se sentando no banco de motorista e eu me arrumando no de passageiro. Ele então foi dirigindo. 
- Amor, antes de ir pra minha mãe, passa no mercado? - Falei e fui o guiando e mostrando aonde era um supermercado. Luan estacionou então e esperou eu descer. Mas antes perguntou se eu não queria dinheiro, mas eu tinha então recusei. Ele então deixou quieto e ficou com Henrique no carro. Entrei no mercado. Peguei uns chocolates e outras porcarias para Henrique comer de tarde, pois minha mãe não comprava porque não tinha criança lá. Passei no caixa, paguei e antes de voltar para o carro entrei no banco e saquei um dinheiro. Ainda com ele na mão e também as sacolas, entrei no carro me arrumando. 
- Porque esse dinheiro? - Luan perguntou antes de dar partida. 

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