- Luan, diga logo! - A Dr disse.
- Eu não sei o que fazer, Doutora. - Luan dizia, muito mal.
- O que está acontecendo, Luan? - A Dr perguntou novamente.
- Fala logo, Luan! - Falei pálida.
- Eu não sei o que fazer, Doutora. - Luan dizia, muito mal.
- O que está acontecendo, Luan? - A Dr perguntou novamente.
- Fala logo, Luan! - Falei pálida.
- ELE SOFREU UM ACIDENTE! - Luan gritou, aumentando o seu choro. Naquela hora, eu não consegui pensar em nada, apenas fiquei desesperada e meu mundo parecia ter caído. Na verdade, ele havia caído e eu não sabia como reerguê-lo. Comecei a chorar e uma enfermeira entrou ouvindo os meus gritos, retirou Brenda de meu peito e saiu, prometendo cuidar dela. Autorizei e já estava levantando para ver Henrique, mas minha médica me proibiu.
- Eu preciso ir ver ele! - Falei.
- Laura, você acabou de ter um filho, você precisa se recuperar. - Ela disse para mim.
- Mas meu filho está precisando de mim. - Eu afirmei, gritando.
- Laura, você acabou de ter um filho, você precisa se recuperar. - Ela disse para mim.
- Mas meu filho está precisando de mim. - Eu afirmei, gritando.
- Nós vamos cuidar disso, mas você precisa ficar quietinha. - Ela me disse, então eu deitei e tentei me acalmar. Mas não foi possível, era o meu filho.
- Como isso aconteceu Luan? Ele ta bem? - A Dr perguntou, pois eu ainda não conseguia nem falar.
- Minha mãe, meu pai e minha irmã vieram ver a Laura e a Brenda, né? Ai eles foram no mercado que tem a uma quadra daqui, então eles atravessaram a rua e foram. O Henrique que estava com a funcionaria do hospital, viu e quis ir junto, mas saiu correndo pela rua, e foi ai que um carro pegou ele! - Luan disse chorando e eu chorava mais ainda.
- Como isso pode acontecer, Meu Deus. - Eu me queixava.
- Se acalma Laura, nós vamos cuidar disso. Aonde ele está, Luan? - A Dr perguntou.
- Ele está sendo examinado, por um médico, não me lembro do nome dele, eu estou perdido! - Luan falou.
- Rodolfo? - Ela perguntou ao Luan.
- Isso mesmo! - Luan respondeu.
- Vamos lá com ele então! - Minha médica disse e saiu puxando Luan e me prometendo que tudo daria certo. Tentei me acalmar, e a enfermeira me trouxe um copo de água com açúcar. Tomei tudo num piscar de olhos, mas não conseguia parar de me preocupar. Isso é impossível. Fiz o que era mais agoniante, esperei alguém vir me dar noticias. A enfermeira trouxe a Brenda para ficar comigo nesse período, e isso me acalmou bastante. Tremi na base, ao ver a Bruna entrando no quarto.
- Oi Bruninha. - Eu falei.
- O-o-oi. - Ela disse com a voz falhada.
- Por que seu rosto está borrado? Você estava chorando? - Perguntei.
- Sim, eu vim trazer notícias de Henrique, Laurinha. - A Bruna falou e eu me apavorei.
- Diga, eu estou muito preocupada.
- Bom, você precisa ficar calma, eu estou te pedindo do fundo do meu coração. - A Bruna me pediu.
- Eu vou tentar, Bruninha. É o meu filho. - Eu respondi.
- Eu sei, La. Mas nós todos precisamos de calma nesse momento, assim um da forças para o outro. - Ela dizia.
- Sim Bru, mas você está me deixando nervosa. - Disse, implorando para que ela contasse logo.
- Vamos lá. - A Bruna respirou fundo e fechou os olhos.
- O Henrique foi atropelado. Infelizmente o negócio foi sério, ele perdeu muito sangue e precisa de doação de sangue urgente. - Ela disse e eu berrei. Foi sem dúvidas um choque para mim.
- Deixa eu terminar! Ele está correndo risco de vida, Laurinha! Eu não queria vim dar essa noticia, mas é que meu pai e minha mãe e o Luan estão fazendo os testes pra ver quem pode doar para ele, porque o médico disse que o sangue dele é bem raro, não lembro muito bem. - A Bruninha continuou.
- Eu vou lá doar, eu vou lá. Eu sou a mãe dele, eu posso doar para ele, eu estou indo lá. - Eu disse desesperada, mas a Bruna me segurou.
- Para! Por favor, para! Eu sei que é difícil, mas se controla. Tudo precisa de calma agora, eles estão lá embaixo vendo se podem doar. Vamos esperar. - A Bruna falou me segurando.
- Ta bom. - Falei respirando e tentando enxugar as lágrimas.
- Eu vou ver com a enfermeira se eles podem te dar um calmante. - A Bruna sugeriu.
- Me da um abraço? - Eu pedi.
- Lógico que dou, minha linda. - Ela respondeu me abraçando.
- Bruna, eu não vou aguentar ver meu filho precisando de sangue. Minha mãe, minha irmã, não podem doar para meu filho. Só eu que posso! E eles não vão deixar porque eu acabei de fazer uma cirurgia, que foi meu parto. Mas eu vou fazer, pelo meu filho! Só a família do meu pai que tem esse tipo sanguíneo que eu conheça, mas se for preciso eu mobilizo a internet inteira, mas meu filho vai ter sangue suficiente. Eu dou o meu sangue para o meu filho, eu faço de tudo por ele, Bruna! - Eu dizia entre soluços, até que Luan entrou na sala.
- Por favor, se acalma, Laura. A gente precisa de muita calma e fé. Vamos trabalhar juntos. - Luan disse.
- Acharam algum doador? - Eu perguntei, ainda desesperada. O Luan não disse nada, apenas balançou a cabeça, afirmando que não.
- Você não pode também, né? - Eu perguntei ao Luan.
- Eu não sei, mas creio que não. Estou esperando o médico dar assistência ao Henrique, ai sim vamos fazer os testes para saber se é compatível. Mas não vamos pensar no pior. - Luan disse, eu concordei e ele logo saiu me deixando com Bruna. Luan desceu para fazer o teste. Nós duas no quarto permanecemos caladas, e eu mesmo sem querer acabei dormindo, pois haviam me dado calmante. Depois de um tempo, acordei meia zonza com Luan chegando gritando, não entendi muito bem, o remédio era forte, mas apenas vi que era algo bom, pois Luan e Bruna pulavam.
- Como isso pode acontecer, Meu Deus. - Eu me queixava.
- Se acalma Laura, nós vamos cuidar disso. Aonde ele está, Luan? - A Dr perguntou.
- Ele está sendo examinado, por um médico, não me lembro do nome dele, eu estou perdido! - Luan falou.
- Rodolfo? - Ela perguntou ao Luan.
- Isso mesmo! - Luan respondeu.
- Vamos lá com ele então! - Minha médica disse e saiu puxando Luan e me prometendo que tudo daria certo. Tentei me acalmar, e a enfermeira me trouxe um copo de água com açúcar. Tomei tudo num piscar de olhos, mas não conseguia parar de me preocupar. Isso é impossível. Fiz o que era mais agoniante, esperei alguém vir me dar noticias. A enfermeira trouxe a Brenda para ficar comigo nesse período, e isso me acalmou bastante. Tremi na base, ao ver a Bruna entrando no quarto.
- Oi Bruninha. - Eu falei.
- O-o-oi. - Ela disse com a voz falhada.
- Por que seu rosto está borrado? Você estava chorando? - Perguntei.
- Sim, eu vim trazer notícias de Henrique, Laurinha. - A Bruna falou e eu me apavorei.
- Diga, eu estou muito preocupada.
- Bom, você precisa ficar calma, eu estou te pedindo do fundo do meu coração. - A Bruna me pediu.
- Eu vou tentar, Bruninha. É o meu filho. - Eu respondi.
- Eu sei, La. Mas nós todos precisamos de calma nesse momento, assim um da forças para o outro. - Ela dizia.
- Sim Bru, mas você está me deixando nervosa. - Disse, implorando para que ela contasse logo.
- Vamos lá. - A Bruna respirou fundo e fechou os olhos.
- O Henrique foi atropelado. Infelizmente o negócio foi sério, ele perdeu muito sangue e precisa de doação de sangue urgente. - Ela disse e eu berrei. Foi sem dúvidas um choque para mim.
- Deixa eu terminar! Ele está correndo risco de vida, Laurinha! Eu não queria vim dar essa noticia, mas é que meu pai e minha mãe e o Luan estão fazendo os testes pra ver quem pode doar para ele, porque o médico disse que o sangue dele é bem raro, não lembro muito bem. - A Bruninha continuou.
- Eu vou lá doar, eu vou lá. Eu sou a mãe dele, eu posso doar para ele, eu estou indo lá. - Eu disse desesperada, mas a Bruna me segurou.
- Para! Por favor, para! Eu sei que é difícil, mas se controla. Tudo precisa de calma agora, eles estão lá embaixo vendo se podem doar. Vamos esperar. - A Bruna falou me segurando.
- Ta bom. - Falei respirando e tentando enxugar as lágrimas.
- Eu vou ver com a enfermeira se eles podem te dar um calmante. - A Bruna sugeriu.
- Me da um abraço? - Eu pedi.
- Lógico que dou, minha linda. - Ela respondeu me abraçando.
- Bruna, eu não vou aguentar ver meu filho precisando de sangue. Minha mãe, minha irmã, não podem doar para meu filho. Só eu que posso! E eles não vão deixar porque eu acabei de fazer uma cirurgia, que foi meu parto. Mas eu vou fazer, pelo meu filho! Só a família do meu pai que tem esse tipo sanguíneo que eu conheça, mas se for preciso eu mobilizo a internet inteira, mas meu filho vai ter sangue suficiente. Eu dou o meu sangue para o meu filho, eu faço de tudo por ele, Bruna! - Eu dizia entre soluços, até que Luan entrou na sala.
- Por favor, se acalma, Laura. A gente precisa de muita calma e fé. Vamos trabalhar juntos. - Luan disse.
- Acharam algum doador? - Eu perguntei, ainda desesperada. O Luan não disse nada, apenas balançou a cabeça, afirmando que não.
- Você não pode também, né? - Eu perguntei ao Luan.
- Eu não sei, mas creio que não. Estou esperando o médico dar assistência ao Henrique, ai sim vamos fazer os testes para saber se é compatível. Mas não vamos pensar no pior. - Luan disse, eu concordei e ele logo saiu me deixando com Bruna. Luan desceu para fazer o teste. Nós duas no quarto permanecemos caladas, e eu mesmo sem querer acabei dormindo, pois haviam me dado calmante. Depois de um tempo, acordei meia zonza com Luan chegando gritando, não entendi muito bem, o remédio era forte, mas apenas vi que era algo bom, pois Luan e Bruna pulavam.