- Vamos viajar. - Luan falou.
- Vou ver. - Eu disse.
- Não vai ver nada, vamos sim. Eu não perguntei, eu afirmei. - Luan disse, sem tom de risada, nem nada.
- Que grosso. - Falei.
- Não, eu to falando que vai ser melhor para a gente. Ta muito confuso, eu não quero te perder. - Luan falou, implorando.
- Para aonde? - Perguntei.
- Algum lugar fora do país? - Ele sugeriu.
- Mas porque essa viagem, Luan? - Perguntei.
- Ja disse. Para nos reaproximarmos, acender as chamas do nosso amor, voltar a ser o que éramos antes. - Ele respondeu.
- Quando? - Perguntei.
- Mês que vem tenho uma folga, de uma semana. Vamos preparando a viagem esse mês, e no outro viajamos. - Ele respondeu.
- E quem vai? - Perguntei.
- Nós dois Laura.
- Ta bom.
- Vamos?
- Sim. Se é para salvar nosso relacionamento, sim. - Falei.
- Me da um abraço? - Luan pediu e eu acabei cedendo, não só um abraço. Ficamos ali num amor todo, até que resolvemos descer e prestar contas a família de Luan. O Luan não se importava muito em brigar e todo mundo ouvir, já eu, ficava muito chateada por ter que passar por uma situação assim. Mas era uma coisa que a raiva falava mais alto, mas enfim estava tudo bem, comigo e com Luan. Descemos e todos ainda estavam na sala, mesmo sendo um pouco tarde.
- Oi. - Luan falou, se sentou no sofá, pegou uma almofada, colocou no colo e ficou arrumando o boné prestando atenção na televisão.
- Gente, deixa eu dizer uma coisa a vocês. - Falei e todos fixaram os olhos em mim.
- Pode falar. - Mari disse sorridente.
- Eu queria pedir desculpas pelas brigas e tudo mais. Não queria causar rebuliços, ainda mais em uma casa que não é minha. - Falei.
- Que isso meu amor, não precisa ficar assim, isso acontece em qualquer relacionamento de verdade. - Mari falou.
- Verdade, fica tranqüila. - Amarildo falou e Bruna concordava com os dois.
- Então, a gente está vendo de ir viajar mês que vem, o Luan disse que estará de folga, ai eu queria ver com vocês. Pois se não houver nada para 'atrapalhar' faço os passaportes ainda essa semana. - Perguntei.
- Então, podem ir tranqüilos, aqui vai estar tudo bem. E pode deixar o Henrique conosco, sei que esse momento é de intimidade de vocês dois. Precisam para se acertarem, eu sei. Eu e o Amarildo já fomos um casal de namorinhos jovens. - Mari riu e todos nós nos descontraímos. Luan ficou mexendo no twitter, ele respondia seus fãs que tanto amava, enquanto isso sua família assistia tv e eu procurava pelo IPad pacotes de viagens. Luan decidiu ali na hora mesmo, ir para Paris. Aceitei numa boa, também, Paris deve ser divino. Mas fácil não seria, até porque meu namoro com Luan não estava em bons dias, e eu sinceramente estava esperando os dias melhores chegarem.
domingo, 21 de abril de 2013
Capitulo noventa.
Procurei por algumas quadras que rodeavam o restaurante mas não o encontrei. Voltei para o restaurante e me sentei então na calçada mesmo. Abaixei a cabeça e fiquei assim por um bom tempo. Só levantei ao ouvir alguém chamando por mim, não era o Luan, mas era alguém.
- Moça. - Era um morador de rua, usava umas roupas rasgadas, aparentemente sujas, pois o cheiro não revelava nada, pois ele não cheirava ruim.
- Oi, em que posso ajudar? - Perguntei para aquele homem tão simpático, que segurava algumas moedas em sua mão.
- Eu iria te pedir algumas moedinhas, mas creio que a senhora esteja triste. Quer ajuda? - O moço disse e logo me perguntou.
- Não sei, não sei de nada. Minha cabeça está tão confusa. Meu namorado sumiu, vamos ter uma filhinha, e eu já tenho um filho que ele ama como sangue dele. Mas ele errou, e feio. Pecou com quem mais ama ele, que sou eu. Não quero entrar muito em detalhes sobre, mas preciso desabafar, e você apareceu em uma hora boa. Agora eu não o encontro, to com frio, com esse vestido chique, mas do vale estar bem de aparência, mas o coração estar um caco? - Falei ao mendigo.
- Pobre moça. Mas você o ama? - Ele apenas me perguntou isso.
- O amo, muito. Ele me faz extremamente bem, bem demais. - Respondi.
- E ele, te ama? - Ele me perguntou.
- Sim! - Falei com bastante força, sorrindo ao lembrar que tenho o melhor amor do mundo.
- Gostei da sua firmeza ao afirmar que sim. - Ele me disse.
- É que eu nunca duvidei do amor dele, nunca mesmo. Somos apaixonados. - Falei.
- Então porque brigam? - As perguntas dele me deixavam de começo sem resposta, mas eu parava, refletia, pergunta isso ao meu coração.
- Porque eu acabei descobrindo coisas que me deixaram mal. Eu confiava tanto nele. - Respondi.
- Sim, mas lembre-se que é preciso saber perdoar. Faz parte do pacote minha querida, ''amar, brigar, perdoar'' Me diga que relacionamento que não tem brigas? Somente aqueles por interesse, pois tudo está certo entre os dois, devido ao dinheiro. Quando o relacionamento tem amor no meio, sempre vai existir brigas, crises e desentendimentos. Mas vocês dois tem que superar. Recomeçar. - O moço falou e eu apenas agradeci pelos concelhos. Peguei um taxi e fui para a casa de Luan, precisava pensar um pouco na minha filha, queria chegar, contar para os pais de Luan que eu estava esperando uma menina, mas nem para isso eu tinha forças, estava acabada, cansada, com dor, nervosa e então resolvi me cuidar, cuidar de quem estava dentro de mim. Cheguei na casa de Luan e toquei o interfone, o Luan abriu para mim e ficamos nos encarando na porta. Ele estava com uma cara de atordoado, com uma lata na mão e impedia que eu passasse para o lado de dentro.
- Precisamos conversar. - Luan falou.
- Ta. - Falei e nós subimos pro quarto. O Henrique estava assistindo desenho na sala.
- Luan, acho melhor a gente terminar. - Falei direta. Vi a expressão dele, de tristeza, e eu também estava.
- QUE? - Ele perguntou.
- É, isso mesmo, terminar. - Falei novamente.
- Eu aceito no máximo a gente dar um tempo, terminar é algo muito sério, Laura! A gente se ama! - Luan dizia apelando.
- Luan, a gente ta numa crise, escuta o que eu to falando, é melhor a gente terminar sim. - Falei.
- Laura... Não... Eu amo você. - Luan falou chorando.
- Eu também te amo.
- Então porque temos que terminar?
- Porque você não aceita que errou.
- Lógico que aceito Laura, me desculpa por tudo, eu sou um idiota!
- Vai ser sempre assim Luan?
- Assim como?
- Esquece. - Falei descendo as escadas.
- Laura, volta aqui. - Luan gritava, mas parou ao ver que sua família estava sentada no sofá, assistindo nossa DR.
- Vocês dois brigando de novo? Pior que criança! - Bruna falou, mas logo parou de falar, pois seus pais brigaram com ela por ela se meter.
- Laura, vamos subir lá encima, vamos conversar direito, para de graça, vamos arrumar uma forma de concertar tudo isso, vamos meu amor?! - Luan falou e então subimos para conversar. Ficamos um bom tempo conversando, o Luan propôs uma coisa.
- Moça. - Era um morador de rua, usava umas roupas rasgadas, aparentemente sujas, pois o cheiro não revelava nada, pois ele não cheirava ruim.
- Oi, em que posso ajudar? - Perguntei para aquele homem tão simpático, que segurava algumas moedas em sua mão.
- Eu iria te pedir algumas moedinhas, mas creio que a senhora esteja triste. Quer ajuda? - O moço disse e logo me perguntou.
- Não sei, não sei de nada. Minha cabeça está tão confusa. Meu namorado sumiu, vamos ter uma filhinha, e eu já tenho um filho que ele ama como sangue dele. Mas ele errou, e feio. Pecou com quem mais ama ele, que sou eu. Não quero entrar muito em detalhes sobre, mas preciso desabafar, e você apareceu em uma hora boa. Agora eu não o encontro, to com frio, com esse vestido chique, mas do vale estar bem de aparência, mas o coração estar um caco? - Falei ao mendigo.
- Pobre moça. Mas você o ama? - Ele apenas me perguntou isso.
- O amo, muito. Ele me faz extremamente bem, bem demais. - Respondi.
- E ele, te ama? - Ele me perguntou.
- Sim! - Falei com bastante força, sorrindo ao lembrar que tenho o melhor amor do mundo.
- Gostei da sua firmeza ao afirmar que sim. - Ele me disse.
- É que eu nunca duvidei do amor dele, nunca mesmo. Somos apaixonados. - Falei.
- Então porque brigam? - As perguntas dele me deixavam de começo sem resposta, mas eu parava, refletia, pergunta isso ao meu coração.
- Porque eu acabei descobrindo coisas que me deixaram mal. Eu confiava tanto nele. - Respondi.
- Sim, mas lembre-se que é preciso saber perdoar. Faz parte do pacote minha querida, ''amar, brigar, perdoar'' Me diga que relacionamento que não tem brigas? Somente aqueles por interesse, pois tudo está certo entre os dois, devido ao dinheiro. Quando o relacionamento tem amor no meio, sempre vai existir brigas, crises e desentendimentos. Mas vocês dois tem que superar. Recomeçar. - O moço falou e eu apenas agradeci pelos concelhos. Peguei um taxi e fui para a casa de Luan, precisava pensar um pouco na minha filha, queria chegar, contar para os pais de Luan que eu estava esperando uma menina, mas nem para isso eu tinha forças, estava acabada, cansada, com dor, nervosa e então resolvi me cuidar, cuidar de quem estava dentro de mim. Cheguei na casa de Luan e toquei o interfone, o Luan abriu para mim e ficamos nos encarando na porta. Ele estava com uma cara de atordoado, com uma lata na mão e impedia que eu passasse para o lado de dentro.
- Precisamos conversar. - Luan falou.
- Ta. - Falei e nós subimos pro quarto. O Henrique estava assistindo desenho na sala.
- Luan, acho melhor a gente terminar. - Falei direta. Vi a expressão dele, de tristeza, e eu também estava.
- QUE? - Ele perguntou.
- É, isso mesmo, terminar. - Falei novamente.
- Eu aceito no máximo a gente dar um tempo, terminar é algo muito sério, Laura! A gente se ama! - Luan dizia apelando.
- Luan, a gente ta numa crise, escuta o que eu to falando, é melhor a gente terminar sim. - Falei.
- Laura... Não... Eu amo você. - Luan falou chorando.
- Eu também te amo.
- Então porque temos que terminar?
- Porque você não aceita que errou.
- Lógico que aceito Laura, me desculpa por tudo, eu sou um idiota!
- Vai ser sempre assim Luan?
- Assim como?
- Esquece. - Falei descendo as escadas.
- Laura, volta aqui. - Luan gritava, mas parou ao ver que sua família estava sentada no sofá, assistindo nossa DR.
- Vocês dois brigando de novo? Pior que criança! - Bruna falou, mas logo parou de falar, pois seus pais brigaram com ela por ela se meter.
- Laura, vamos subir lá encima, vamos conversar direito, para de graça, vamos arrumar uma forma de concertar tudo isso, vamos meu amor?! - Luan falou e então subimos para conversar. Ficamos um bom tempo conversando, o Luan propôs uma coisa.
Capitulo oitenta e nove!
- Achei que não viria. - Falei sincera, ultimamente não estava esperando tanto da parte de Luan.
- Mas eu vim. - Ele disse sorrindo de canto, aquele típico sorriso amarelado e descontente com minhas palavras, que certamente não davam valor nas atitudes dele. Eu sabia que iria me irritar completamente, então deixei aquele assunto de lado, mas também não puxei outro, apenas fiquei olhando sem rumo para a janela.
- Laura? - Ele falou, me chamou e me cutucou, pois eu não olhava em seu rosto e sim observava a janela.
- Oi. - Respondi.
- É, cê vai querer ir pra casa ou quer ir numa sorveteria ou algo do tipo? - Ele me perguntou e eu demorei um pouco para responder, pensando.
- Responde logo! O taxi não está a nossas esperas. - Luan falou rindo, quebrando um pouco o clima tenso em nós dois.
- Pois é, vamos sair pra algum lugar então. - Sugeri.
- Ta, pode ser um restaurante de um amigo meu que serve sobremesas muito gostosas? - Luan perguntou.
- Por mim tudo bem. - Falei e o Luan disse o nome do restaurante, e motorista como bom conhecedor da cidade, ele ''ligou'' o carro e foi até o caminho do restaurante. Demorou um pouco mais chegou.
- Pronto senhor, chegamos. - O taxista disse, o Luan pagou, deu um autografo para ele e nós então saímos do carro rapidinho para ninguém nos ver e não causar tumulto. Entramos e escolhemos uma mesa, mais reservada e mais para o fundo do restaurante, longe das janelas. Um garçom veio nos atender, sua expressão era de normalidade, creio que o Luan já tinha hábito de ir naquele lugar, pois todos o tratava como alguém próximo. Era mais
gostoso assim. O Luan pediu duas sobremesas, que o nome era estranho, mas quando elas chegaram já percebemos o quão era gostosa, só a aparência mostrava isso, e o gosto nem me fale, aquilo era a perfeição.
- Hum... Muito gostoso. - Falei a ele, que se lambuzava todo, pois segundo ele, comer assim fazia a comida ficar mais gostosa ainda.
- Bom né, sempre como aqui com o Rober, quando a Dagmar era minha assessora também comia bastante. Vou te trazer mais vezes para cá. Nós merecemos. - Luan disse rindo, com a boca cheia mesmo, não se importando se estava em um restaurante tão luxuoso como aquele. Algo que eu gostava nele era a simplicidade, que por mais rico que ele fosse, nunca perdeu a simplicidade, daquele menino de Campo Grande, que sua mãe tanto descrevia para mim. Olhando para ele e lembrando do que me falaram sobre sua infância, vejo que nada mudou, ao não ser sua idade, seu nome, sua tamanha importância, e claro, sua conta bancária, mas isso não era o principal, o dinheiro era apenas uma recompensa que ele ganha, através de praticar aquilo que faz com ''amor a camisa''
- Então, nós... é disso que precisamos conversar. - Eu disse apenas isso. Ele arregalou os olhos, me olhou firme, com aqueles olhinhos pequenos e luminosos, que quando são arregalados se tornam grandes, obviamente.
- Nós, Laura? - Ele perguntou.
- Sim, eu não sei se você vai lembrar, mas eu me lembro a todo momento que durante esses 2 anos e poucos juntos, você permitiu que outra boca... - Falei mas Luan me interrompeu.
- Não acredito Laura, essa história ainda?
- Bom, pelo o que aparenta, você está ligado no que se trata né Luan? Então não finge que eu não tenho motivo para ficar puta da vida com você, não finge que não tem, não finge não se importar! - Falei bufando com a voz seca, Luan apenas se levantou, deixou o dinheiro da conta na mesa e saiu. Fiquei assustada, mas apenas chamei o garçom, mostrei o dinheiro da conta e sai correndo, mesmo com minha barriga um pouco grandinha. Não me importava o tumulto que causei, o tumulto que Luan ajudou a causar ali, eu só queria procurá-lo pois eu não estava encontrando ele em lugar nenhum.
Ô MEU DEUS DO CÉU O OITENTA E NOVE JÁ TA AI, DEMOROU MAIS TA AI, ME DIGAM O QUE ESTÃO ACHANDO.
- Mas eu vim. - Ele disse sorrindo de canto, aquele típico sorriso amarelado e descontente com minhas palavras, que certamente não davam valor nas atitudes dele. Eu sabia que iria me irritar completamente, então deixei aquele assunto de lado, mas também não puxei outro, apenas fiquei olhando sem rumo para a janela.
- Laura? - Ele falou, me chamou e me cutucou, pois eu não olhava em seu rosto e sim observava a janela.
- Oi. - Respondi.
- É, cê vai querer ir pra casa ou quer ir numa sorveteria ou algo do tipo? - Ele me perguntou e eu demorei um pouco para responder, pensando.
- Responde logo! O taxi não está a nossas esperas. - Luan falou rindo, quebrando um pouco o clima tenso em nós dois.
- Pois é, vamos sair pra algum lugar então. - Sugeri.
- Ta, pode ser um restaurante de um amigo meu que serve sobremesas muito gostosas? - Luan perguntou.
- Por mim tudo bem. - Falei e o Luan disse o nome do restaurante, e motorista como bom conhecedor da cidade, ele ''ligou'' o carro e foi até o caminho do restaurante. Demorou um pouco mais chegou.
- Pronto senhor, chegamos. - O taxista disse, o Luan pagou, deu um autografo para ele e nós então saímos do carro rapidinho para ninguém nos ver e não causar tumulto. Entramos e escolhemos uma mesa, mais reservada e mais para o fundo do restaurante, longe das janelas. Um garçom veio nos atender, sua expressão era de normalidade, creio que o Luan já tinha hábito de ir naquele lugar, pois todos o tratava como alguém próximo. Era mais
gostoso assim. O Luan pediu duas sobremesas, que o nome era estranho, mas quando elas chegaram já percebemos o quão era gostosa, só a aparência mostrava isso, e o gosto nem me fale, aquilo era a perfeição.
- Hum... Muito gostoso. - Falei a ele, que se lambuzava todo, pois segundo ele, comer assim fazia a comida ficar mais gostosa ainda.
- Bom né, sempre como aqui com o Rober, quando a Dagmar era minha assessora também comia bastante. Vou te trazer mais vezes para cá. Nós merecemos. - Luan disse rindo, com a boca cheia mesmo, não se importando se estava em um restaurante tão luxuoso como aquele. Algo que eu gostava nele era a simplicidade, que por mais rico que ele fosse, nunca perdeu a simplicidade, daquele menino de Campo Grande, que sua mãe tanto descrevia para mim. Olhando para ele e lembrando do que me falaram sobre sua infância, vejo que nada mudou, ao não ser sua idade, seu nome, sua tamanha importância, e claro, sua conta bancária, mas isso não era o principal, o dinheiro era apenas uma recompensa que ele ganha, através de praticar aquilo que faz com ''amor a camisa''
- Então, nós... é disso que precisamos conversar. - Eu disse apenas isso. Ele arregalou os olhos, me olhou firme, com aqueles olhinhos pequenos e luminosos, que quando são arregalados se tornam grandes, obviamente.
- Nós, Laura? - Ele perguntou.
- Sim, eu não sei se você vai lembrar, mas eu me lembro a todo momento que durante esses 2 anos e poucos juntos, você permitiu que outra boca... - Falei mas Luan me interrompeu.
- Não acredito Laura, essa história ainda?
- Bom, pelo o que aparenta, você está ligado no que se trata né Luan? Então não finge que eu não tenho motivo para ficar puta da vida com você, não finge que não tem, não finge não se importar! - Falei bufando com a voz seca, Luan apenas se levantou, deixou o dinheiro da conta na mesa e saiu. Fiquei assustada, mas apenas chamei o garçom, mostrei o dinheiro da conta e sai correndo, mesmo com minha barriga um pouco grandinha. Não me importava o tumulto que causei, o tumulto que Luan ajudou a causar ali, eu só queria procurá-lo pois eu não estava encontrando ele em lugar nenhum.
Ô MEU DEUS DO CÉU O OITENTA E NOVE JÁ TA AI, DEMOROU MAIS TA AI, ME DIGAM O QUE ESTÃO ACHANDO.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Capitulo oitenta e oito.
Concordei e fui colocar a ''túnica'' ou avental, não sei explicar muito bem e me deitei na maca. Ela passou um gel na minha barriga e foi passando um negocio. Logo já vi meu neném em uma televisão média. Não pude evitar as lágrimas, Chorei. Ele ainda não era grandão, mas estava crescendo e era muito gratificante saber que eu era a moradia do fruto do meu relacionamento do Luan por 9 meses e eu já o amava a alguns meses. Era tão bom saber da existência dele, do meu segundo filho.
- E ai mamãe, como que está a emoção? - A Doutora perguntou.
- Nossa, ta bem difícil de controlar a emoção. Muito lindo, ver já como que ele ta...
- Ele não, ela! - Ela disse.
- Então é menina Doutora? - Luan disse entrando no quarto e fechando a porta.
- Moço, você não pode entrar assim, do nada! - A médica falou.
- Desculpa, cheguei atrasado e entrei escondido, aquela muiézinha da recepção não me autorizou não. - Luan disse caindo na risada.
- Pois o correto é você não interromper.
- Mas doutora, é meu filho! - Luan disse.
- Mas porque não chegou na hora? Aqui não tem essa mocinho. - A doutora disse rindo, se livrando da expressão de brava.
- Calma moça tava trabaiando... Peguei o primeiro vôo que pude. - Luan disse.
- Entendi, mas vamos continuar. - Ela disse e o Luan concordou. Ela voltou a mostrar a imagem na televisãozinha.
- Nossa rapais, essa ai é minha filha?
- É Luan. - Falei sorrindo.
- Nossa, me arrepiei cara, nossa que linda cara, perfeita cara.
- Linda mesmo, perfeita. - Falei e ficamos os dois babando. Até a médica se derretia toda. Ela mostrava aonde que era cada partinha do corpo do bebe e para nós era um momento sem descrição de tão magico que aquilo significava para nós.
- Linda demais Laura! Olha isso... - Luan falava e eu concordava sem muito o que falar, de tão encantada que estava. Depois de um tempo, infelizmente acabou a sessão. Minha vontade era de pagar mais algumas sessões, para ficar a tarde inteira admirando minha filhota. Mas a médica me explicou que no mês que vem teria outra sessão e ela marcou tudo certinho e o Luan já deixou pago. Fomos embora então, de taxi, pois nenhum de nós dois estávamos de carro. Eu e Luan não trocamos nenhuma palavra, para ninguém se esquecer, estávamos brigados.
- E ai mamãe, como que está a emoção? - A Doutora perguntou.
- Nossa, ta bem difícil de controlar a emoção. Muito lindo, ver já como que ele ta...
- Ele não, ela! - Ela disse.
- Então é menina Doutora? - Luan disse entrando no quarto e fechando a porta.
- Moço, você não pode entrar assim, do nada! - A médica falou.
- Desculpa, cheguei atrasado e entrei escondido, aquela muiézinha da recepção não me autorizou não. - Luan disse caindo na risada.
- Pois o correto é você não interromper.
- Mas doutora, é meu filho! - Luan disse.
- Mas porque não chegou na hora? Aqui não tem essa mocinho. - A doutora disse rindo, se livrando da expressão de brava.
- Calma moça tava trabaiando... Peguei o primeiro vôo que pude. - Luan disse.
- Entendi, mas vamos continuar. - Ela disse e o Luan concordou. Ela voltou a mostrar a imagem na televisãozinha.
- Nossa rapais, essa ai é minha filha?
- É Luan. - Falei sorrindo.
- Nossa, me arrepiei cara, nossa que linda cara, perfeita cara.
- Linda mesmo, perfeita. - Falei e ficamos os dois babando. Até a médica se derretia toda. Ela mostrava aonde que era cada partinha do corpo do bebe e para nós era um momento sem descrição de tão magico que aquilo significava para nós.
- Linda demais Laura! Olha isso... - Luan falava e eu concordava sem muito o que falar, de tão encantada que estava. Depois de um tempo, infelizmente acabou a sessão. Minha vontade era de pagar mais algumas sessões, para ficar a tarde inteira admirando minha filhota. Mas a médica me explicou que no mês que vem teria outra sessão e ela marcou tudo certinho e o Luan já deixou pago. Fomos embora então, de taxi, pois nenhum de nós dois estávamos de carro. Eu e Luan não trocamos nenhuma palavra, para ninguém se esquecer, estávamos brigados.
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Capitulo oitenta e sete.
Quando todos estavam arrumados, Seu Amarildo levou eu e Marizete na tal loja e depois foi ao cinema com Henrique. Entrei na loja e fiquei encantada. Cada coisinha linda, sapatinhos que pareciam de bonecos, roupinhas que pareciam de conto de fadas.
- Sem problemas Mari, adoro amarelo, essas corzinhas que da para menina e menino, estou pensando em levar esse Bori vermelho, super da para os dois sexos, né? - Eu disse escolhendo.
- Lógico que sim, super bonito! - Mari respondeu.
- Vamos levar então. - Peguei mais algumas coisas e passamos no caixa. Eu ia passar o cartão, mas Marizete não deixou e a mesma se ofereceu a pagar. Eu não quis, mas Mari insistiu. Depois das compras fomos comer algo em uma lanchonete que havia do lado da loja e logo depois ligamos para Amarildo, que logo foi nos buscar. Entramos no carro e vi Henrique super sorridente.
- Nossa amor, que alegria a sua! O que aconteceu de bom? - Perguntei.
- Nada mamãe, é que o filme era super engraçado! - Henrique respondeu.
- Aé? E como foi? Me conta! - Falei e Henrique começou a contar. Rimos até chegar na casa de Luan, aonde entramos e eu fui organizar as compras. Antes passei na cozinha, aonde a Mari estava preparando um lanche para nós.
- Mari, muito obrigada viu? Você é como uma mãe para mim! Já que a minha está longe... Obrigada! - Falei.
- Ai meu amor, que isso! Obrigada você por ser tão amiga! - Ela respondeu e nós nos abraçamos.
- Bom, deixa eu subir, tenho algumas coisinhas para arrumar e tenho minha primeira ultra-som hoje. A mulher remarca meu dia para hoje. Quer dizer, já fiz uma mas estava de 3 meses, mas enfim, nada saiu, perderam tudo os meus dados e vou começar a fazer de novo, em outra clinica. Dessa vez tudo certinho, vou ver meu baby!
- Nossa Laurinha, que legal! Mas que incompetência dessa clinica, você ta de 4 meses né?
- Sim Mari!
- Entendi, que belezinha! A barriguinha vai crescendo! E o Luan, ta avisado que é hoje? - Ela perguntou.
- Vou ligar e avisar que a mulher marcou para hoje.
- Tudo bem querida sobe lá. - Subi então e peguei meu celular e liguei para Luan. Chamou algumas vezes e logo depois ele atendeu.
- Pronto... - Ele disse.
- Oi. - Falei falha.
- Beleza?
- Aham. - Não sabia dizer quem era o mais seco daquela conversa.
- To bem também, obrigada por perguntar, Laura. - Luan disse irônico.
- Deve estar ótimo!
- Ta, se não foi para aceitar minhas desculpas, ta ligando pra que? Vou entrar na sua e ser mais grosso ainda. - Luan disse e eu bufei.
- To ligando para avisar que a primeira ultra-som do nosso filho é hoje. - Falei os outros detalhes, como hora, endereço e finalizei dizendo tchau. Nem esperei a resposta. Fui organizar as coisas e logo em seguida, arrumei a cama e dormi duas horinhas. Depois acordei, tomei um banho, me arrumei e peguei um taxi para ir a clinica. Esperei um tempo para ver se Luan iria para a ultra-som, mas ele não apareceu. Esperei a secretária me chamar, mas isso não demorou muito. Fui então até a sala aonde seria a consulta.
- Senhora Laura? - A Doutora perguntou.
- Eu mesma Doutora. - Eu disse.
- Ótimo, vamos começar? Está esperando alguém ou não? - Ela me perguntou e me veio uma depressão enorme.
- Não... Na próxima vou trazer meu outro filho, pode? - Perguntei.
- Claro!
- É, meu noivo não veio hoje, ele está trabalhando, deve ter sido esse o motivo. - Disse com um sorriso amarelado.
- Entendi. Bom, vamos começar?
- Nossa, cada coisa linda né? - Falei para Marizete mostrando uns vestidinhos de menina para ela.
- Lindos demais, mas lembre que você ainda não sabe o sexo do bebe, então por enquanto compra as coisinhas brancas, amarelinhas, essas cores... Nada de rosa por enquanto!
- Sem problemas Mari, adoro amarelo, essas corzinhas que da para menina e menino, estou pensando em levar esse Bori vermelho, super da para os dois sexos, né? - Eu disse escolhendo.
- Lógico que sim, super bonito! - Mari respondeu.
- Vamos levar então. - Peguei mais algumas coisas e passamos no caixa. Eu ia passar o cartão, mas Marizete não deixou e a mesma se ofereceu a pagar. Eu não quis, mas Mari insistiu. Depois das compras fomos comer algo em uma lanchonete que havia do lado da loja e logo depois ligamos para Amarildo, que logo foi nos buscar. Entramos no carro e vi Henrique super sorridente.
- Nossa amor, que alegria a sua! O que aconteceu de bom? - Perguntei.
- Nada mamãe, é que o filme era super engraçado! - Henrique respondeu.
- Aé? E como foi? Me conta! - Falei e Henrique começou a contar. Rimos até chegar na casa de Luan, aonde entramos e eu fui organizar as compras. Antes passei na cozinha, aonde a Mari estava preparando um lanche para nós.
- Mari, muito obrigada viu? Você é como uma mãe para mim! Já que a minha está longe... Obrigada! - Falei.
- Ai meu amor, que isso! Obrigada você por ser tão amiga! - Ela respondeu e nós nos abraçamos.
- Bom, deixa eu subir, tenho algumas coisinhas para arrumar e tenho minha primeira ultra-som hoje. A mulher remarca meu dia para hoje. Quer dizer, já fiz uma mas estava de 3 meses, mas enfim, nada saiu, perderam tudo os meus dados e vou começar a fazer de novo, em outra clinica. Dessa vez tudo certinho, vou ver meu baby!
- Nossa Laurinha, que legal! Mas que incompetência dessa clinica, você ta de 4 meses né?
- Sim Mari!
- Entendi, que belezinha! A barriguinha vai crescendo! E o Luan, ta avisado que é hoje? - Ela perguntou.
- Vou ligar e avisar que a mulher marcou para hoje.
- Tudo bem querida sobe lá. - Subi então e peguei meu celular e liguei para Luan. Chamou algumas vezes e logo depois ele atendeu.
- Pronto... - Ele disse.
- Oi. - Falei falha.
- Beleza?
- Aham. - Não sabia dizer quem era o mais seco daquela conversa.
- To bem também, obrigada por perguntar, Laura. - Luan disse irônico.
- Deve estar ótimo!
- Ta, se não foi para aceitar minhas desculpas, ta ligando pra que? Vou entrar na sua e ser mais grosso ainda. - Luan disse e eu bufei.
- To ligando para avisar que a primeira ultra-som do nosso filho é hoje. - Falei os outros detalhes, como hora, endereço e finalizei dizendo tchau. Nem esperei a resposta. Fui organizar as coisas e logo em seguida, arrumei a cama e dormi duas horinhas. Depois acordei, tomei um banho, me arrumei e peguei um taxi para ir a clinica. Esperei um tempo para ver se Luan iria para a ultra-som, mas ele não apareceu. Esperei a secretária me chamar, mas isso não demorou muito. Fui então até a sala aonde seria a consulta.
- Senhora Laura? - A Doutora perguntou.
- Eu mesma Doutora. - Eu disse.
- Ótimo, vamos começar? Está esperando alguém ou não? - Ela me perguntou e me veio uma depressão enorme.
- Não... Na próxima vou trazer meu outro filho, pode? - Perguntei.
- Claro!
- É, meu noivo não veio hoje, ele está trabalhando, deve ter sido esse o motivo. - Disse com um sorriso amarelado.
- Entendi. Bom, vamos começar?
Capitulo oitenta e seis.
De madrugada, acordei com alguém me balançando. Abri os olhos que acordaram embaçados, mas quando os esfreguei vi que era Luan.
- Você ta louca? Está dormindo de um jeito totalmente desconfortável.
- Eu fiquei com dó de desarrumar a cama. Cade a Bru?
- Ela decidiu dormir na casa de uma colega. - Luan disse olhando para baixo.
- Entendi.
- E eu tonto, dormindo naquela cama enorme e você aqui, dormindo toda apertada.
- Eu to bem. - Eu disse e Luan pegou sua mão e passou no meu rosto.
- Seu rosto está molhado, o que ouve?
- Suei, apenas isso Luan.
- Não, você estava chorando!
- É. - Falei. Achei que Luan ia dizer algo, mas apenas saiu e me deixou ali. Naquele momento era mesmo preferível. Mas logo ele voltou, acendendo a luz que havia apagado antes de sair.
- O que é isso? - Eu disse me referindo ao Luan com seu travesseiro na mão. Ele me pegou pelo braço, me ajeitou na cama e deitou nela também. Luan se permaneceu calado, não abria a boca para nada e isso me torturava.
- Da vontade de escalar o prédio mais alto existente e me tacar do topo dele ao ver você chorando por burrada minha. - Luan disse.
- Luan, eu não quero mais falar sobre esse ocorrido.
- Você me perdoa?
- Você acha que merece?
- Todo mundo erra Laura!
- Mas dói heim. - Eu disse e Luan apenas ficou quieto.
- Vou dormir, tchau. - Falei e me virei pro lado. Ele não fez mais nada, apenas se levantou e foi para seu quarto. Consegui dormir até umas nove da manhã, quando acordei com Henrique me chamando para ir tomar café com ele.
- Bom dia neném! - Dei um beijo nele e depois ele beijou minha barriga.
- Vamo mamãe. - Ele disse me puxando para fora do quarto de Bruna.
- Calma Henrique, preciso arrumar a cama da Tia Bru primeiro.
- Mas a moça arruma! - Ele disse se referindo a diarista.
- Mas foi eu que usei a cama dela, eu vou arrumar, espera filho. - Arrumei e me troquei. Depois desci com Henrique até a cozinha, aonde estava somente os pais de Luan.
- Bom dia para todos. - Falei sorrindo.
- Bom dia querida, dormiu bem? - O pai de Luan perguntou.
- Dormi sim, Graças a Deus e vocês?
- Dormimos sim. - Marizete por sua vez falou.
- Ai sim. - Falei rindo e servi Henrique e me servi também.
- Ô vó, cade o papai? - Henrique disse comendo sua bolacha.
- Meu amor, o papai foi viajar, ele vai fazer show a semana toda. - Marizete disse e ficamos conversando. Depois fui tomar um banho e arrumei Henrique também, pois ele iria passear com seu Amarildo e eu iria com Marizete em uma loja de bebes super conhecida e chique da amiga da Mari.
- Você ta louca? Está dormindo de um jeito totalmente desconfortável.
- Eu fiquei com dó de desarrumar a cama. Cade a Bru?
- Ela decidiu dormir na casa de uma colega. - Luan disse olhando para baixo.
- Entendi.
- E eu tonto, dormindo naquela cama enorme e você aqui, dormindo toda apertada.
- Eu to bem. - Eu disse e Luan pegou sua mão e passou no meu rosto.
- Seu rosto está molhado, o que ouve?
- Suei, apenas isso Luan.
- Não, você estava chorando!
- É. - Falei. Achei que Luan ia dizer algo, mas apenas saiu e me deixou ali. Naquele momento era mesmo preferível. Mas logo ele voltou, acendendo a luz que havia apagado antes de sair.
- O que é isso? - Eu disse me referindo ao Luan com seu travesseiro na mão. Ele me pegou pelo braço, me ajeitou na cama e deitou nela também. Luan se permaneceu calado, não abria a boca para nada e isso me torturava.
- Da vontade de escalar o prédio mais alto existente e me tacar do topo dele ao ver você chorando por burrada minha. - Luan disse.
- Luan, eu não quero mais falar sobre esse ocorrido.
- Você me perdoa?
- Você acha que merece?
- Todo mundo erra Laura!
- Mas dói heim. - Eu disse e Luan apenas ficou quieto.
- Vou dormir, tchau. - Falei e me virei pro lado. Ele não fez mais nada, apenas se levantou e foi para seu quarto. Consegui dormir até umas nove da manhã, quando acordei com Henrique me chamando para ir tomar café com ele.
- Bom dia neném! - Dei um beijo nele e depois ele beijou minha barriga.
- Vamo mamãe. - Ele disse me puxando para fora do quarto de Bruna.
- Calma Henrique, preciso arrumar a cama da Tia Bru primeiro.
- Mas a moça arruma! - Ele disse se referindo a diarista.
- Mas foi eu que usei a cama dela, eu vou arrumar, espera filho. - Arrumei e me troquei. Depois desci com Henrique até a cozinha, aonde estava somente os pais de Luan.
- Bom dia para todos. - Falei sorrindo.
- Bom dia querida, dormiu bem? - O pai de Luan perguntou.
- Dormi sim, Graças a Deus e vocês?
- Dormimos sim. - Marizete por sua vez falou.
- Ai sim. - Falei rindo e servi Henrique e me servi também.
- Ô vó, cade o papai? - Henrique disse comendo sua bolacha.
- Meu amor, o papai foi viajar, ele vai fazer show a semana toda. - Marizete disse e ficamos conversando. Depois fui tomar um banho e arrumei Henrique também, pois ele iria passear com seu Amarildo e eu iria com Marizete em uma loja de bebes super conhecida e chique da amiga da Mari.
Capitulo oitenta e cinco.
- Olha Luan, eu nunca vou me perdoar por ter tido que usar tantas palavras feias, de gente baixa. Mas eu defendo o meu respeito, acima de tudo, sempre te respeitei. Agora, você deixar aquelazinha me chamar de corna? Tudo bem que eu a chamei de vadia, mas olha ela Luan! Ela fica com meu noivo, o homem que eu mais amei, depois do meu filho e do meu pai, claro. Eu me sinto um lixo. Quando vocês ficaram Luan? Só me responde isso, eu quero saber, eu tenho que saber o que estava fazendo, enquanto isso, você estava lá ficando com aquela coisa pequena?
- Laura, se acalma! Eu te respeito meu amor, você tem os seus motivos de estar nervosa. Eu estaria louco, e não consigo entender porque fiz isso. Foi um momento de carência. Apenas isso. - Luan disse chorando.
- Do que você estava carente amor? Nunca te faltou nada!
- Eu sei Laura, mas fui burro. Essa foi a unica fez, eu te juro!
- Olha Luan, sinceramente, ta tarde, já são 22:30, vou descer, pegar o Henrique da sala, vou colocar ele para dormir aqui em cima, você dorme com ele porque eu vou dormir no quarto da Bruna. Boa noite. - Falei e desci as escadas. Cheguei na sala, acordei Henrique que estava dormindo no sofá e o levei para escovar os dentes e depois subi com ele e o deixei já todo ajeitadinho na cama. O Luan quis conversar, mas eu não quis. Ele então não insistiu, apenas se deitou com Henrique e eu sai do quarto. Desci novamente e fui até a sala para dar boa noite aos pais de Luan, que estavam assistindo um programa na tv.
- Oi... - Falei.
- Oi querida. Quer assistir tv? - Mari falou.
- Estão assistindo o que? Mas não quero não, muito obrigada. Vou ir dormir.
- Fantástico, ainda é domingo, lembra? - Mari novamente me responde e riu.
- E a dona Bruna ainda não chegou? - Ri falando.
- Pois é, mas jaja ela está aqui. Espero, se não vou ter que ligar para ela.
- Mas ela é responsável Mari, fica tranquila. Será que ela se importa se eu dormir hoje no quarto dela com ela? - Perguntei.
- Lógico que ela não vai se importar, sobe lá, dorme na cama dela que depois ela pega um colchão para ela.
- Ok Mari, muito obrigada.
- Magina, mas vem cá, vocês dois brigaram? Escutei alguns gritos e alterações de voz, seguidos com um pouco de choro da parte dos dois. - A mãe de Luan perguntou.
- É...
- Desculpa me meter florzinha, mas conta pra mim, o que houve? Sua expressão revela que você não está nada bem, e isso faz mal para você e pro bebe. - Mari insistiu.
- É, a gente discutiu sim. Eu to tentando não me estressar né dona Mari, mas tudo acaba se resolvendo e o branco vira colorido novamente, vou subir lá, realmente estou muito cansada. Boa noite para a senhora e boa noite pro Seu Amarildo também, que está ''desmaiado'' ai no sofá. - Disse rindo.
- Vou conversar com ele mais tarde. Mas isso, vai descansar! Pois é, o Amarildo está mesmo desmaiado, jajá o chamo para ir deitar na cama. Boa noite Laurinha. - Ela disse e eu subi segurando minha barriga, que ainda era pequena, mas já tinha forma. Entrei no quarto de Bruna e fiquei com dó de dessa rumar sua cama que estava tão bonitinha e feita. Então peguei umas almofadas e me sentei na poltrona que havia ali. Chorei bastante, até que peguei no sono.
- Laura, se acalma! Eu te respeito meu amor, você tem os seus motivos de estar nervosa. Eu estaria louco, e não consigo entender porque fiz isso. Foi um momento de carência. Apenas isso. - Luan disse chorando.
- Do que você estava carente amor? Nunca te faltou nada!
- Eu sei Laura, mas fui burro. Essa foi a unica fez, eu te juro!
- Olha Luan, sinceramente, ta tarde, já são 22:30, vou descer, pegar o Henrique da sala, vou colocar ele para dormir aqui em cima, você dorme com ele porque eu vou dormir no quarto da Bruna. Boa noite. - Falei e desci as escadas. Cheguei na sala, acordei Henrique que estava dormindo no sofá e o levei para escovar os dentes e depois subi com ele e o deixei já todo ajeitadinho na cama. O Luan quis conversar, mas eu não quis. Ele então não insistiu, apenas se deitou com Henrique e eu sai do quarto. Desci novamente e fui até a sala para dar boa noite aos pais de Luan, que estavam assistindo um programa na tv.
- Oi... - Falei.
- Oi querida. Quer assistir tv? - Mari falou.
- Estão assistindo o que? Mas não quero não, muito obrigada. Vou ir dormir.
- Fantástico, ainda é domingo, lembra? - Mari novamente me responde e riu.
- E a dona Bruna ainda não chegou? - Ri falando.
- Pois é, mas jaja ela está aqui. Espero, se não vou ter que ligar para ela.
- Mas ela é responsável Mari, fica tranquila. Será que ela se importa se eu dormir hoje no quarto dela com ela? - Perguntei.
- Lógico que ela não vai se importar, sobe lá, dorme na cama dela que depois ela pega um colchão para ela.
- Ok Mari, muito obrigada.
- Magina, mas vem cá, vocês dois brigaram? Escutei alguns gritos e alterações de voz, seguidos com um pouco de choro da parte dos dois. - A mãe de Luan perguntou.
- É...
- Desculpa me meter florzinha, mas conta pra mim, o que houve? Sua expressão revela que você não está nada bem, e isso faz mal para você e pro bebe. - Mari insistiu.
- É, a gente discutiu sim. Eu to tentando não me estressar né dona Mari, mas tudo acaba se resolvendo e o branco vira colorido novamente, vou subir lá, realmente estou muito cansada. Boa noite para a senhora e boa noite pro Seu Amarildo também, que está ''desmaiado'' ai no sofá. - Disse rindo.
- Vou conversar com ele mais tarde. Mas isso, vai descansar! Pois é, o Amarildo está mesmo desmaiado, jajá o chamo para ir deitar na cama. Boa noite Laurinha. - Ela disse e eu subi segurando minha barriga, que ainda era pequena, mas já tinha forma. Entrei no quarto de Bruna e fiquei com dó de dessa rumar sua cama que estava tão bonitinha e feita. Então peguei umas almofadas e me sentei na poltrona que havia ali. Chorei bastante, até que peguei no sono.
Capitulo oitenta e quatro.
- Olha, olha bem pra mim Luan, eu não sou tonta! Conta quem era!
- Amorzinho, é que tipo, é uma menina ai. - Luan disse diminuindo o tom da voz.
- UMA MENINA? Menina não, criança, Luan só criança para dar encima de homem casado!
- Calma Laura, caramba!
- Caramba né? Me explica o que ta acontecendo.
- Ela me ligou, perguntando se eu tava livre na pista... Entendeu? - Luan disse na maior cara de pau.
- E você, pouquíssimo fiel, chamando a guria de amor, de linda? Não Luan, você ta me deixando louca de raiva.
- Amor, você não pode ficar brava, olha nosso bebe ai!
- Você ta falando assim porque sou eu a corna. - Eu disse, fazendo Luan se levantar com raiva.
- Como você sabe que eu fiquei com ela? Fiquei, mas isso não importa, eu amo você Laura, é você com quem vou me casar! - Luan disse e eu não aguentei ouvir aqui, comecei a chorar, mas parei.
- Quando vocês ficaram?
- Um dia desses ai.
- Quando Luan?
- Quando o que Laura?
- Quando você ficou com essa vadia?
- Não exagera amor, foi só um beijo.
- Um beijo né? Básico assim, sua língua na boca dela.
- Laura, para!
- Não, não paro! Me diz quando vocês ficaram? Só isso que eu quero saber.
- Pergunta pra ela.
- Ta certo... - Peguei o telefone de Luan e liguei para a menina, demorou um pouco para atender mas logo ela atendeu.
- Oi Lu...
- Lu nada, é a Laura, conhece?
- Não, será que você ta me confundindo com alguém benzinho?
- Então, acho que você que está confundindo o Luan com um cara solteiro, coisa que ele não é meu amor.
- Não? - A menina caiu na risada.
- Não vou repetir novamente, já disse que ele não é solteiro e não está na pista, como você perguntou a ele.
- Nossa querida, Laura, né? Então Laura, se seus chifres estão doendo, vai procurar um ''acordol'' para você simplesmente acordar para a vida.
- Nossa, como é seu nome mesmo?
- Marcela.
- Então Marcela, pode deixar, vou ir procurar esse tal de ''acordol'' ai tomamos juntas, ai eu deixo de ser corna e você também acorda para a vida e deixa de ser puta. Que tal? - Ri.
- Nossa queridinha, me conheça antes de vir me julgar.
- Chega dessa papo Marcela, isso é conversa de puta que quer ter moral. Olha, vou desligar aqui que o meu Luan, você está me ouvindo bem? Meu Luan, esta louco aqui, me dizendo que não é para mim perder meu tempo com uma desqualificada!
- Ta Laura, mas lembra ele que ele bem que quis essa desqualificada, como o próprio nomeou. - Nem deixei ela terminar, desliguei o telefone chorando.
- Laura... - Luan disse para mim.
- Amorzinho, é que tipo, é uma menina ai. - Luan disse diminuindo o tom da voz.
- UMA MENINA? Menina não, criança, Luan só criança para dar encima de homem casado!
- Calma Laura, caramba!
- Caramba né? Me explica o que ta acontecendo.
- Ela me ligou, perguntando se eu tava livre na pista... Entendeu? - Luan disse na maior cara de pau.
- E você, pouquíssimo fiel, chamando a guria de amor, de linda? Não Luan, você ta me deixando louca de raiva.
- Amor, você não pode ficar brava, olha nosso bebe ai!
- Você ta falando assim porque sou eu a corna. - Eu disse, fazendo Luan se levantar com raiva.
- Como você sabe que eu fiquei com ela? Fiquei, mas isso não importa, eu amo você Laura, é você com quem vou me casar! - Luan disse e eu não aguentei ouvir aqui, comecei a chorar, mas parei.
- Quando vocês ficaram?
- Um dia desses ai.
- Quando Luan?
- Quando o que Laura?
- Quando você ficou com essa vadia?
- Não exagera amor, foi só um beijo.
- Um beijo né? Básico assim, sua língua na boca dela.
- Laura, para!
- Não, não paro! Me diz quando vocês ficaram? Só isso que eu quero saber.
- Pergunta pra ela.
- Ta certo... - Peguei o telefone de Luan e liguei para a menina, demorou um pouco para atender mas logo ela atendeu.
- Oi Lu...
- Lu nada, é a Laura, conhece?
- Não, será que você ta me confundindo com alguém benzinho?
- Então, acho que você que está confundindo o Luan com um cara solteiro, coisa que ele não é meu amor.
- Não? - A menina caiu na risada.
- Não vou repetir novamente, já disse que ele não é solteiro e não está na pista, como você perguntou a ele.
- Nossa querida, Laura, né? Então Laura, se seus chifres estão doendo, vai procurar um ''acordol'' para você simplesmente acordar para a vida.
- Nossa, como é seu nome mesmo?
- Marcela.
- Então Marcela, pode deixar, vou ir procurar esse tal de ''acordol'' ai tomamos juntas, ai eu deixo de ser corna e você também acorda para a vida e deixa de ser puta. Que tal? - Ri.
- Nossa queridinha, me conheça antes de vir me julgar.
- Chega dessa papo Marcela, isso é conversa de puta que quer ter moral. Olha, vou desligar aqui que o meu Luan, você está me ouvindo bem? Meu Luan, esta louco aqui, me dizendo que não é para mim perder meu tempo com uma desqualificada!
- Ta Laura, mas lembra ele que ele bem que quis essa desqualificada, como o próprio nomeou. - Nem deixei ela terminar, desliguei o telefone chorando.
- Laura... - Luan disse para mim.
Capitulo oitenta e três.
- Nossa mano, uns bangue louco ai! - Luan disse desconcentrado.
- Como é Luan? Esqueceu de como se fala com sua mãe aqui? - Marizete disse.
- Ops mamusca, desculpa eu! Tava concentrado demais no celular e esqueci que estava falando com a senhora, não te respondi por mal.
- Então me responde direito menino! - Marizete disse.
- Desculpa mãe! - Luan disse.
- Ta, mas agora conta o que kvocê fez para seus fãs. - A mãe de Luan perguntou.
- Então mãe, por causa da festa do Henrique, shows e tudo mais, me ausentei bastante do twitter, e eles sentiram minha falta e eu senti mais ainda deles, então hoje eu vou ficar um pouco lá com eles...
- Entendi, fica mesmo. Vai começar a novela, eu, seu pai, a Laurinha e o Rique vamos assistir, sobe lá encima e tuita... - Mari falou e Luan fez isso mesmo. Assistimos a novela, mas em um dos comerciais resolvi subir para ficar lá com Luan, ver o que ele respondia, e tal. Subi então e não bati na porta do quarto aonde ele estava, até porque nunca fazia isso mesmo. Entrei direto, mas Luan não se tocou que eu estava na porta e continuou a fazer o que estava fazendo. Que não era nada de twitter ou outra qualquer rede social. Luan estava falando no telefone, chamava a outra pessoa, que no caso, claro, era uma mulher, de linda, amor e outras coisas. Me importei muito, bati o meu pé no chão para fazer barulho, e quem sabe o Luan se tocar que tinha uma noiva. Pelo menos ele entendeu o recado.
- Ei, tenho que desligar, tchau brother. - Luan disse desligando o telefone.
- Não adianta. - Falei.
- Que? - Disse ele vindo me abraçar.
- Não adianta falar que você tava falando com o Roberval.
- Não era com o testa roxa amor, era com o Max.
- Luan, mesmo que você invente mil nomes, de todos seus amigos, eu não vou cair.
- Porque amorzinho?
- Porque você estava falando com uma mulher, ou melhor, uma vadia né? Porque dar encima de homem casado, é foda! - Falei tentando permanecer brava, e não triste.
- Amor, calma! Não era mulher nenhuma, você está equivocada! - Luan disse colocando suas mão para cima, se fazendo de indefeso.
- Amor, eu estou falando de boa, de boa mesmo! Era uma mulher, ou agora você chama seus amigos de ''linda''?
- Laura, você não vai acreditar em mim...
- Você nem tenta fazer eu acreditar!
- Amor, calma, senta ai! - Luan disse vindo até mim, pegando no meu braço e me fazendo sentar na cama.
- Fala.
- Você não tá brava comigo né?
- To sim Luan, muito!
- Amor... - Luan disse implorando.
- Como é Luan? Esqueceu de como se fala com sua mãe aqui? - Marizete disse.
- Ops mamusca, desculpa eu! Tava concentrado demais no celular e esqueci que estava falando com a senhora, não te respondi por mal.
- Então me responde direito menino! - Marizete disse.
- Desculpa mãe! - Luan disse.
- Ta, mas agora conta o que kvocê fez para seus fãs. - A mãe de Luan perguntou.
- Então mãe, por causa da festa do Henrique, shows e tudo mais, me ausentei bastante do twitter, e eles sentiram minha falta e eu senti mais ainda deles, então hoje eu vou ficar um pouco lá com eles...
- Entendi, fica mesmo. Vai começar a novela, eu, seu pai, a Laurinha e o Rique vamos assistir, sobe lá encima e tuita... - Mari falou e Luan fez isso mesmo. Assistimos a novela, mas em um dos comerciais resolvi subir para ficar lá com Luan, ver o que ele respondia, e tal. Subi então e não bati na porta do quarto aonde ele estava, até porque nunca fazia isso mesmo. Entrei direto, mas Luan não se tocou que eu estava na porta e continuou a fazer o que estava fazendo. Que não era nada de twitter ou outra qualquer rede social. Luan estava falando no telefone, chamava a outra pessoa, que no caso, claro, era uma mulher, de linda, amor e outras coisas. Me importei muito, bati o meu pé no chão para fazer barulho, e quem sabe o Luan se tocar que tinha uma noiva. Pelo menos ele entendeu o recado.
- Ei, tenho que desligar, tchau brother. - Luan disse desligando o telefone.
- Não adianta. - Falei.
- Que? - Disse ele vindo me abraçar.
- Não adianta falar que você tava falando com o Roberval.
- Não era com o testa roxa amor, era com o Max.
- Luan, mesmo que você invente mil nomes, de todos seus amigos, eu não vou cair.
- Porque amorzinho?
- Porque você estava falando com uma mulher, ou melhor, uma vadia né? Porque dar encima de homem casado, é foda! - Falei tentando permanecer brava, e não triste.
- Amor, calma! Não era mulher nenhuma, você está equivocada! - Luan disse colocando suas mão para cima, se fazendo de indefeso.
- Amor, eu estou falando de boa, de boa mesmo! Era uma mulher, ou agora você chama seus amigos de ''linda''?
- Laura, você não vai acreditar em mim...
- Você nem tenta fazer eu acreditar!
- Amor, calma, senta ai! - Luan disse vindo até mim, pegando no meu braço e me fazendo sentar na cama.
- Fala.
- Você não tá brava comigo né?
- To sim Luan, muito!
- Amor... - Luan disse implorando.
Capitulo oitenta e dois.
- A senhora, digo, você, sempre muito gentil Mari. - Falei sorridente. Era muito bom ser aceita na casa do amor da minha vida.
- Então, diga... - Seu Amarildo falou.
- Então, eu queria saber da opinião de vocês dois, pois eu sei que no fundo eu devo atrapalhar, nem que seja um pouquinho... - Falei, mas eles nem me deixaram falar.
- Pode parar já com isso! Você não incomoda ninguém aqui dentro dessa casa, e nem fora! Você é um amor, tão calma, mas ao mesmo tempo se dá bem com todos e em todas as ocasiões, com todos! - Marizete disse.
- Muito obrigada, fico muito feliz em saber disso. É que as vezes eu sinto que to invadindo um espaço que é seus, entende?
- Longe disso meu amor! Nunca, você é muito querida aqui, muito mesmo! - Marizete falou.
- Concordo com a Mari, nós adoramos sua presença aqui. - Amarildo disse por sua vez.
- Por mim, você já devia estar morando aqui! Não vamos no casar? Vende suas coisas lá em Curitiba, seu carro que deve estar parado, seu apartamento, tudo! Vem morar aqui. - Luan disse chegando com um pacote de bolacha em uma mão e na outra ele estava trazendo Henrique com ele.
- Olha só, os gordos chegaram! - Falei.
- Gordos, porém deliciosos amor! - Luan disse.
- E meus, o melhor de tudo! - Falei.
- Mas deixa eu falar, bora morar aqui, vamo vai amor... - Luan disse.
- Ah Luan, não sei... A gente não sabe nem quando vamos nos casar, e se for daqui um ano? Quando nosso filho já estiver nascendo? Vou ficar morando aqui um ano? Seus pais vão das as contas pra nois...
- Amor, que casar daqui um ano o que.. Vamos nos casar ainda neste! Ja temos que ver tudo os preparativos, marcar para daqui uns meses, bem encima da hora mesmo! Tenho pressa de casar com o amor da minha vida. E quanto aos meus pais, eles te adoram, eles mesmo acabaram de falar. Ai eu sei que não vai dar para a vida inteira morar aqui na casa dos meus pais, mas depois que a gente casar, a gente vai preparando a casa, comprando as coisas e ai nóis muda, faz um quarto pro Henrique, outro do nosso bebe, e um pra gente, vai ser top das caverna amor, mas enquanto isso não acontece, você vai morar aqui com a gente. - Luan disse e seus pais concordaram.
- Se todo mundo está de acordo, eu e o Rique vamos ter o maior prazer de vir morar aqui com vocês. Adoramos a ideia! - Falei e todos sorriram, meio que comemorando.
- Fico muito feliz, futura norinha! - Marizete disse rindo.
- Gente, vou pedir uma licencinha, porque preciso entrar no twitter para falar com meus fãs. Rapais, pensa nos mais tops do mundo? São eles, mas também pensa nos mais bravos do mundo? São eles também! Mas hoje eles estão bravos com motivo, a maioria das vezes estão, mas hoje... - Luan disse pegando seu celular no bolso e digitando sua senha para acessar seus aplicativos.
- O que aconteceu Luan Rafael? - Marizete disse brava.
- Então, diga... - Seu Amarildo falou.
- Então, eu queria saber da opinião de vocês dois, pois eu sei que no fundo eu devo atrapalhar, nem que seja um pouquinho... - Falei, mas eles nem me deixaram falar.
- Pode parar já com isso! Você não incomoda ninguém aqui dentro dessa casa, e nem fora! Você é um amor, tão calma, mas ao mesmo tempo se dá bem com todos e em todas as ocasiões, com todos! - Marizete disse.
- Muito obrigada, fico muito feliz em saber disso. É que as vezes eu sinto que to invadindo um espaço que é seus, entende?
- Longe disso meu amor! Nunca, você é muito querida aqui, muito mesmo! - Marizete falou.
- Concordo com a Mari, nós adoramos sua presença aqui. - Amarildo disse por sua vez.
- Por mim, você já devia estar morando aqui! Não vamos no casar? Vende suas coisas lá em Curitiba, seu carro que deve estar parado, seu apartamento, tudo! Vem morar aqui. - Luan disse chegando com um pacote de bolacha em uma mão e na outra ele estava trazendo Henrique com ele.
- Olha só, os gordos chegaram! - Falei.
- Gordos, porém deliciosos amor! - Luan disse.
- E meus, o melhor de tudo! - Falei.
- Mas deixa eu falar, bora morar aqui, vamo vai amor... - Luan disse.
- Ah Luan, não sei... A gente não sabe nem quando vamos nos casar, e se for daqui um ano? Quando nosso filho já estiver nascendo? Vou ficar morando aqui um ano? Seus pais vão das as contas pra nois...
- Amor, que casar daqui um ano o que.. Vamos nos casar ainda neste! Ja temos que ver tudo os preparativos, marcar para daqui uns meses, bem encima da hora mesmo! Tenho pressa de casar com o amor da minha vida. E quanto aos meus pais, eles te adoram, eles mesmo acabaram de falar. Ai eu sei que não vai dar para a vida inteira morar aqui na casa dos meus pais, mas depois que a gente casar, a gente vai preparando a casa, comprando as coisas e ai nóis muda, faz um quarto pro Henrique, outro do nosso bebe, e um pra gente, vai ser top das caverna amor, mas enquanto isso não acontece, você vai morar aqui com a gente. - Luan disse e seus pais concordaram.
- Se todo mundo está de acordo, eu e o Rique vamos ter o maior prazer de vir morar aqui com vocês. Adoramos a ideia! - Falei e todos sorriram, meio que comemorando.
- Fico muito feliz, futura norinha! - Marizete disse rindo.
- Gente, vou pedir uma licencinha, porque preciso entrar no twitter para falar com meus fãs. Rapais, pensa nos mais tops do mundo? São eles, mas também pensa nos mais bravos do mundo? São eles também! Mas hoje eles estão bravos com motivo, a maioria das vezes estão, mas hoje... - Luan disse pegando seu celular no bolso e digitando sua senha para acessar seus aplicativos.
- O que aconteceu Luan Rafael? - Marizete disse brava.
Capitulo oitenta e um!
As horas foram passando e aos poucos as crianças, foram indo
embora, mas os amigos de Luan continuaram ali.
Minha mãe decidiu ir embora para a casa dela, Luan muito generoso pagou
um taxi para deixa-la na porta de sua casa, com muita segurança. A festa estava
ótima e o Lucas, namorado ou ‘’enrolado’’ da Bruninha inventou de pular na
piscina e levar metade da festa com ele, quer dizer, metade dos convidados.
Henrique implorou para entrar junto com eles, eu deixei, mesmo sendo um pouco
tarde. O Lucas ficou olhando Henrique na piscina e ainda curtindo, Luan
resolveu pegar seu violão e fazer uma roda sertaneja, como ele sempre fazia.
Muitos cantores, com um período longo de carreira e outros não com tanto tempo,
se juntaram na roda e cantaram bastante ‘’mordas’’ como eles dizem. Logo o
Lucas apareceu, cantando suas musicas lindas. O Luan não sabia a letra inteira,
mas mesmo assim se ‘’arriscava’’ e fazia um dueto perfeito com Lucas. Musica
pra cá e musica pra lá, já estava tarde. Os convidados foram indo embora aos
poucos e somente alguns da família de Luan permaneceram ali, pois iriam dormir
na casa de Luan. Outros foram para um hotel, pois por mais que a casa fosse
grande e enorme, não cabia todos ali. Henrique sem ter com quem brincar, cansou
de ficar na piscina e foi pedir carinho para o pai de Luan, que entrou com ele
dentro da casa e fez uma mamadeira para Henrique. Depois os dois subiram e
foram dormir. Logo a mãe de Luan fez o mesmo e nós ficamos que nem loucos
conversando, cantando e até música saiu. Quando nos tocamos que deveríamos
dormir já eram 05:00 da manhã. Entramos para dentro e alguns dormiram na sala,
outros no quarto de Bruna e no quarto de visita. Já no quarto de Luan dormiu
apenas nós dois, mais não rolou nada, apenas sono, que tínhamos de sobra. Mais
tarde, na hora do almoço eu e Luan acordamos, tomamos um banho e descemos. Ao
chegarmos na cozinha todos estavam tomando café da manhã. Tomamos também, pois
pelo jeito o almoço iria demorar, pois todos haviam acordado tarde. Procurei
Henrique e logo o avistei, sentado numa cadeira mais alta e comendo um pãozinho
com Bruna.
- Bom dia gente, dormiram bem? – Luan perguntou a todos, que
responderam que sim.
- Bom dia pro ceis, bom dia meu anjinho, você foi dormir com o Seu
Amarildo é? Folgado! Porque não dormiu lá comigo e com o Luan? Sentimos sua
falta dengo da mamãe... – Falei beijando Henrique que largou seu café da manhã
para me abraçar.
- Ele não atrapalha nunca Laurinha, é um prazer dormir com esse
anjinho do nosso lado, adoramos ele, nosso neto! Já combinei com ele, ele vai
nos chamar de avó e avô! – Seu Amarildo disse.
- Olha! Que chique, fico muito feliz com essa noticia, era tudo
que eu queria! – Eu disse ao pai de Luan. Paramos de conversar e comemos.
Depois alguns primos de Luan foram tomar sol, mas eu resolvi assistir tv com
Henrique e Luan. Depois todos vieram para a sala e ficamos até tarde, até resolvermos pedir uma pizza. Depois que comemos, os primos de Luan foram embora de carro para o estado deles, que era Campo Grande. Lembrei que faz um tempinho que já estava na casa de Luan, tipo há dias e resolvi perguntar aos pais dele se isso não incomodava eles. Os dois estavam na sala, comendo pizza e assistindo televisão. Pedi para eles darem uma pausa e educadamente, Seu Amarildo desligou a tv e os dois se arrumaram para me ouvir.
- Bom, desculpa estar atrapalhando vocês...
- Magina, você nunca atrapalha Laurinha! - Marizete falou toda linda.
Capitulo oitenta!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Todos ali ficaram super felizes, foi uma corrente de
força positiva, fiquei muito feliz. O Luan desceu do banquinho de mãos
dadas comigo, fomos até a mesa aonde estava uns amigos dele e nos sentando.
- Show de bola, parabéns viu! - O Max disse ao Luan.
- Ô cara! Valeu, quero você e a sua namorada de padrinhos viu?
- Pode deixar! Obrigada pelo convite, fico muito feliz pelo
convite, adorei! - Max disse abraçando o Luan. Conversamos ali e depois fui ver
como Henrique estava. Demorei para encontrá-lo, mas achei.
- Filho!
- Oi mamãe.
- Ta bem suadinho... Ta gostando meu amor?
- To mamãe...
- Que bom... Depois a gente conversa, vai brincar! Vo pra lá ta?
- Ta mamãe...
- Beijo - Henrique fez biquinho e eu voltei para a mesa. Conversei
mais com os amigos de Luan e depois fui avisar ao povo que iria cantar
parabéns. Os garçons vieram trazer o bolo e todos ficaram em volta e
Henrique subiu em uma cadeira atrás do bolo. Acendi a única velhinha que havia,
pois ele completava 3 anos. Eu e Luan fomos do lado de Henrique e
puxamos o parabéns. Depois cantamos o com quem será, e como sempre Luan decidiu
zoar Henrique, falando que ele se casaria com uma amiguinha dele que estava
presente na festinha. Rique ficou nervoso e ''bateu'' em Luan mas logo riu,
todo envergonhado.
- Cade a menininha amor? - Luan dizia rindo ao perder a
''namoradinha'' de Henrique de vista.
- Não sei Luan! - Eu ria muito também.
- Ela ta embaixo da mesa! - Algumas crianças que ali estavam
revelaram o esconderijo da menina. Luan então se abaixou e foi para baixo da
mesa, conversar com a menina que estava chorando, toda envergonhada. Bom, o
Luan se transforma em uma criança da idade de Henrique. Percebe-se isso a
partir do momento que ele entra embaixo da mesa, ao invés de se agachar e
levantar a toalha que atrapalhava a visão. Ele ficou um tempo ali conversando
com a menininha e os dois saíram dali de baixo.
- Nossa gente, se o bebe que a Laura está esperando for uma menina
e for brava igual essa, nossa to ferrado! - Luan riu demais, arrancando várias risadas
do povo que ali estava.
- O que ela disse Luan? - Marizete, preocupada perguntou.
- Ah mãe, que ela não gostava do Henrique e que eu havia causado
uma vergonha nela, pois todos gritaram seu nome dizendo que ela se casaria com
Henrique, ai ela emburrou mas eu conversei com ela e pedi desculpas. Mas
Henrique meu filho, nem pra você arranjar um amor correspondido em? - Luan
disse não deixando de rir.
- Para! A gente não se gosta. - Henrique disse vermelho.
- Pode parar de brincar vocês dois, deixa eu cortar o bolo aqui
pra vocês comerem e essa história acabou aqui. Henrique, pede desculpa pro Luan
e vice e versa. E Luan pede desculpas novamente a menina, coitada! -
Falei.
- Isso, bota ordem! - Bruna disse rindo, pegando os talheres e
copos para me ajudar a cortar o bolo. Enquanto o Luan acabava de resolver a
situação cortamos o bolo e servimos a todos. Demorou um pouco, mas graças aos
funcionários bem ágeis todos estavam servidos e haviam adorado o bolo, que uma
tia de Luan havia feito com o maior carinho. Todos comeram e depois de todos
satisfeitos serviram os docinhos e depois coloquei música para todos curtirem.
Tiramos algumas mesas e cadeiras do centro do quintal e todos, sem frescura
nenhuma dançaram. Cada um do seu jeito.
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