sexta-feira, 22 de março de 2013

Capitulo setenta e nove.

Fiquei em choque, mas logo respondi.
- Claro! A gente já ta praticamente casados. - Falei.
- Ai meu amor, mas eu sou um menino de raiz, apaixonado... Sonho em entrar na igreja, nervoso e perguntar ao meu pai se você desistiu de casar e viver comigo. Quero ficar pedindo para minha mãe ir ver se você está pronta e falar para a Bruninha que é para ela te ajudar, sair com você por essa cidade inteira e procurar o vestido mais bonito, mas quer saber, em qualquer um você ficaria linda. Sua beleza vem de dentro e de fora mais ainda. Desejo ir escolher meu terno com meu pai, e comprar um em miniatura para Henrique levar nossas alianças que unirá nós dois para sempre. E pensa, menina! Nosso bebe entrando no colo de alguém pela igreja, jogando flores no chão para enfeitar ainda mais a igreja, que será enorme, caberá tantas pessoas, nossas famílias, nossos amigos e meus fãs. Pensa!
- Tudo que eu mais quero, bem desse jeitinho. Quero ver muitas pessoas jogando arroz na gente! - Ri.
- Então você aceita minha vida? - Luan perguntou ainda duvidando da resposta.
- Claro que sim, lógico, sempre, com certeza! Sim sim sim... - Respondi pulando no colo dele e o beijando.
- Você é a mulher que eu escolhi para ser a mãe dos meus filhos, minha esposa, minha sempre!
- Te amo Luan...
- Também Laurinha, mas temos que voltar para a festa né? Minha mãe vai me matar, sumimos mó tempão, vamos voltar vai, a noite nóis fica juntinho! - Luan propôs e se levantou do chão aonde estávamos sentados. Ele me ajudou a se levantar e nós então voltamos para a festa. Sentamos na mesa aonde estava os pais do Luan e minha mãe, que estavam conversando.
- Nossa, aonde vocês estavam? Sumiram... - Minha mãe falou.
- Verdade, eu ia falar desse assunto agora. Como vocês somem assim, do nada? - Marizete falou.
- A gente tava conversando... - Luan falou e nós dois rimos.
- Conversando? Sei. - Dessa vez, o pai de Luan que comentou sobre.
- É pai, deu vontade... - Luan falou e me deu a mão.
- Vocês dois em? - Seu Amarildo respondeu.
- Mãe, eu quero contar uma coisa pra todos vocês. Pera ai ja volto. - Luan disse a sua mãe e foi no na cozinha junto comigo.
- Que isso Luan? - Falei ao ver ele escolhendo um banquinho.
- Vou subir nele amor...
- Ta vendo qual te aguenta?
- Isso, vou falar do nosso casamento pra todo mundo ouvir, ai eu quero um banco.
- Entendi, pega esse aqui então. - Dei um banco pra ele e nós voltamos para a festa. O Luan colocou o banco na grama, subiu e começou a gritar que nem um louco.
- Gente, presta atenção aqui em mim! - Todos então olharam para ele.
- Quero agradecer pela presença de cada um de vocês. Como hoje estou bom de palavras, vou aproveitar. As palavras tornam as coisas mais bonitas, mas quando são sinceras. As minhas são as mais verdadeiras possíveis e hoje eu quero compartilhar elas. Não querendo me achar, mas da mesma forma que componho bem, sei falar bem também e do fundo do meu coração. Mas chega desse nhem nhem nhem, né? Vamos lá. Eu quero agradecer a presença de vocês, obrigada do fundo do meu coração, eu fico muito feliz por saber que a festa que eu tava planejando com tanta sede, com tanto desejo. O Henrique para mim, é um filho, muitos ao ouvir essa frase irá dizer que não é, pois ele não é de sangue, mas de consideração ele é meu filho e sempre será. Só Deus sabe o quanto esse menino me faz bem, ele me faz tão feliz, assim como a mãe dele faz. E é sobre a mãe dele que eu também quero falar. Hoje, ali na piscina, ela me chamou no canto e agradeceu por eu ser quem sou na vida dela. Conversamos e eu vi que estava na hora de tomar uma decisão  um novo passo na nossa vida, uma união oficial, mais conhecida como um casamento. Então é isso, estamos noivos, para a nossa alegria! - Luan falou.



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