Comemos todos em silencio e depois a Bruna subiu, descendo com um jogo.
- Vamos jogar galera? Minha amiga esta vindo aqui, ai jogamos... Eu, o Luan, minha amiga e a Laura. - Ela disse para nós em geral.
- Aquela azeda? Não quero Bru, agradeço o convite. - Eu disse rindo, mas falando serio.
- Ah... Tadinha Laurinha! - Ela disse.
- Verdade, ela é gente boa amor. - O Luan disse.
- Gente boa né Luan? Sei que quando cheguei aqui você tava se arrastando, quase agarrando ela. - Eu disse.
- Mas já começou? Ciúmes Laura? - O Luan disse.
- Mas é claro Luan, não gosto que você fique arrastando sua asa. Se for pra namorar eu quero namorar direito. - Disse seria.
- Amor, eu não fiz nada...
- Eu sei, mas to te impedindo já.
- Minha muié é brava, credo...
- To cuidando do que é meu.
- Sou seu? - Ele disse me abraçando.
- Acho que sim.
- Acha? Lógico que sou seu, eu adoro brincar com você amor!
- Eu te amo.
- Sua bipolar. Uma hora briga comigo e já diz que me ama, mas eu te amo mais. - O Luan disse rindo.
- Eu sei, eu te amo muito! - Eu sorri e disse. - Bru, vamos jogar...
- Ok La, to esperando a minha amiga chegar. - A Bruna disse.
Depois de um tempo a amiga da Bruna chegou, toda se aparecendo, mas meu olhar a fez ficar no seu devido lugar. Sabe quando seu santo não bate com o do santo da outra pessoa? Então , havia acontecido isso desde o dia que cheguei na casa de Luan com Henrique em meus braços. Ela entrou e cumprimentou todos. Nos sentamos no chão da sala e começamos a jogar. O jogo eu não conhecia, o Luan me explicou as regras e começamos. Era em dupla, fiquei com o Luan e a Bruna com a nojentinha. O Henrique ficou na piscina com seu Amarildo e a Mari. Depois de algum tempo fui pegando o objetivo do jogo, acabei ganhando. Eu e o Luan comemoramos com um beijo. Voltamos a jogar, mas logo paramos para comer um lanche.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Capitulo trinta e dois.
Depois de ter tomado um delicioso café da manhã, eu e Henrique aproveitamos o dia para nadar um pouco. O Luan não entrar, dizendo que a água estava fria. Mentira dele, era um desculpa para assistir bob sponja que estava passando na tv da sala. A Mari então decidiu entrar na piscina para nos fazer companhia. Ficamos bastante tempo, até o Seu Amarildo entrar para brincar com Rique. Eu e Mari então saímos para descansar, ficamos tomando um suco e eu contava um pouco mais sobre meu trabalho.
- Então La, você está gostando mesmo de trabalhar na revista, site... não sei o meio de comunicação que você trabalha.
- Ai Mari, você é tão formal! Eu estou adorando, é uma revista que também tem endereço virtual. Mas eu edito e sou colunista da revista, mas faço os chamados ''bicos'' quando me pedem para fazer alguma matéria no site.
- Entendi... Deve ser muito bacana né? Descontraído...
- Bom, faz um curto tempo que entrei lá, eles me receberam muito bem, mas tem uma menina que me olha torto. Me contaram que ela é fã do Lu, e me odiava por alguns motivos, mas eu quero muito que o Luan conheça ela, verdade... Acabei de lembrar que ainda não comentei dela para ele... - Eu disse me lembrando de Samara, uma menina que estava fazendo estágio na editora.
- Elas não sabem o motivo que fez vocês se separarem, é isso... Como o Luan disse, tem vários tipos de fãs, mas todas amam ele, e eu gosto muito delas também, são umas fofas e me tratam super bem..
- Pois é Mari, adoro elas também... Cada uma é de um jeito, respeito demais...
- Quem você respeita? Se for homi, não te nada disso de respeitar... - O Luan chegou rindo.
- Não meu amor, é Samara... Uma fã sua do meu trabalho, ela não gosta de mim, porém eu a acho uma fofa.
- Porque ela não gosta de você? - O Luan disse se sentando em meu colo. - Ai você está molhada amor! - Ele completou.
- Também né meu amor, eu estava nadando... Já você preferiu assistir desenho ao invés de nadar comigo que sou novamente sua namorada! - Eu disse rindo.
- Quase mulher já... - A Mari disse rindo.
- Só quando casar ela vai ser minha mulher, enquanto isso ela é minha menina. - O Luan disse me abraçando.
- Amor! - Eu disse soltando ele. - Estou molhada. - Completei.
- Tem portância não amor, mas me conta porque não vão com sua cara no seu trabalho...
- Ah amor, todos vão... Menos a Samara!
- Porque?
- Porque ela não gosta de mim.
- Eu sei sua mongoloide, to perguntando o motivo dela não gostar.
- Ata! Ela é fofa comigo, mas acha que eu te fiz sofrer demais, nenhuma de suas fãs me perdoam por isso.
- Relaxa amor, vou contar para elas... Elas sabem que eu sou o cara mais feliz por ter elas e você do meu lado... Elas não sabem do Rique ainda, vou contar... Que tal uma twitcam hoje a noite? - Ele perguntou.
- Não dá amorsinho. Vou ter que voltar para casa, tenho trabalho...
- Então quando ser, a gente faz... Final de semana que vem! - Ele disse.
- Claro, não tenho trabalho, mas de final de semana você sempre tem show Lu...
- Mas nesse não tem Laurinha...
- Entendi.
- Bom, eu to por fora do assunto que isso de internet não sei. - A Mari disse rindo.
- Que isso Dona Mari, manda o Luan te ensinar! - Eu disse.
- Ele não quer, olha que filho ruim! - Ela disse.
- Luan, ajuda sua mãe a mexer, e conversar com suas negolas... - Eu disse.
- Não amor... Ela vai contar meus podres pra elas... - Rimos todos e entramos para dentro para almoçar, pois já estava na hora do almoço.
sem criatividadeeee
- Então La, você está gostando mesmo de trabalhar na revista, site... não sei o meio de comunicação que você trabalha.
- Ai Mari, você é tão formal! Eu estou adorando, é uma revista que também tem endereço virtual. Mas eu edito e sou colunista da revista, mas faço os chamados ''bicos'' quando me pedem para fazer alguma matéria no site.
- Entendi... Deve ser muito bacana né? Descontraído...
- Bom, faz um curto tempo que entrei lá, eles me receberam muito bem, mas tem uma menina que me olha torto. Me contaram que ela é fã do Lu, e me odiava por alguns motivos, mas eu quero muito que o Luan conheça ela, verdade... Acabei de lembrar que ainda não comentei dela para ele... - Eu disse me lembrando de Samara, uma menina que estava fazendo estágio na editora.
- Elas não sabem o motivo que fez vocês se separarem, é isso... Como o Luan disse, tem vários tipos de fãs, mas todas amam ele, e eu gosto muito delas também, são umas fofas e me tratam super bem..
- Pois é Mari, adoro elas também... Cada uma é de um jeito, respeito demais...
- Quem você respeita? Se for homi, não te nada disso de respeitar... - O Luan chegou rindo.
- Não meu amor, é Samara... Uma fã sua do meu trabalho, ela não gosta de mim, porém eu a acho uma fofa.
- Porque ela não gosta de você? - O Luan disse se sentando em meu colo. - Ai você está molhada amor! - Ele completou.
- Também né meu amor, eu estava nadando... Já você preferiu assistir desenho ao invés de nadar comigo que sou novamente sua namorada! - Eu disse rindo.
- Quase mulher já... - A Mari disse rindo.
- Só quando casar ela vai ser minha mulher, enquanto isso ela é minha menina. - O Luan disse me abraçando.
- Amor! - Eu disse soltando ele. - Estou molhada. - Completei.
- Tem portância não amor, mas me conta porque não vão com sua cara no seu trabalho...
- Ah amor, todos vão... Menos a Samara!
- Porque?
- Porque ela não gosta de mim.
- Eu sei sua mongoloide, to perguntando o motivo dela não gostar.
- Ata! Ela é fofa comigo, mas acha que eu te fiz sofrer demais, nenhuma de suas fãs me perdoam por isso.
- Relaxa amor, vou contar para elas... Elas sabem que eu sou o cara mais feliz por ter elas e você do meu lado... Elas não sabem do Rique ainda, vou contar... Que tal uma twitcam hoje a noite? - Ele perguntou.
- Não dá amorsinho. Vou ter que voltar para casa, tenho trabalho...
- Então quando ser, a gente faz... Final de semana que vem! - Ele disse.
- Claro, não tenho trabalho, mas de final de semana você sempre tem show Lu...
- Mas nesse não tem Laurinha...
- Entendi.
- Bom, eu to por fora do assunto que isso de internet não sei. - A Mari disse rindo.
- Que isso Dona Mari, manda o Luan te ensinar! - Eu disse.
- Ele não quer, olha que filho ruim! - Ela disse.
- Luan, ajuda sua mãe a mexer, e conversar com suas negolas... - Eu disse.
- Não amor... Ela vai contar meus podres pra elas... - Rimos todos e entramos para dentro para almoçar, pois já estava na hora do almoço.
sem criatividadeeee
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Capitulo trinta e um.
Dormi mas não foi muito. Acordei com alguém batendo na porta, abri e era o Luan.
- Quero conversar... - O Luan disse.
- Pode falar.
- Na verdade eu queria ficar aqui com você, eu to morrendo de saudade.
- Saudade de que Luan?
- De quando um orgulho besta não atrapalhava nosso amor.
- Eu tava pensando...
- Você pensa?
- Como você é bobo. - ri.
- Também não vou falar mais nada. - Eu completei.
- Pode falar, agora fala! - O Luan disse.
- Luan, eu tava esperando o Henrique crescer para resolver nosso futuro. Eu não queria que ele crescesse com você desde pequeno achando que você era o pai, mas pra frente, daqui uns anos, no máximo 2 o Felipe sai da cadeia e eu to com muito medo dele vir procurar meu filho. Tenho medo dele fazer alguma coisa com você, por assumir o filho dele, mas por mais egoísta que seja da minha parte, eu quero passar tudo isso ao seu lado, eu sempre quis, e a Bruna um pouco antes de eu dormir abriu meus olhos
- Você quer voltar? - O Luan perguntou.
- Quero.
- Sem se arrepender depois?!
- Claro Lu.
- Assim eu quero. - Ele sorriu, e aquele sorriso recompensou tudo, e me fez sorrir demais.
- Vou te deixar dormir amanhã a gente conversa ta? - Ele foi saindo, mas antes de meu um beijo em minha testa.
Aproveitei para dormir mais um pouco. No dia seguinte eu e o Henrique levantamos cedo e descemos para tomar cafe da manhã. O pai e a mãe do Luan já estavam na cozinha e eu fiquei conversando com eles. O Luan logo desceu também.
- Bom dia. - Eu falei.
- Bom dia meu filho! - A Dona Mari disse também.
- Bom dia mãe, bom dia Laurinha.
- Nossa, ta animado para quem acordou cedo em... - O pai do Luan disse.
- Ah pai, eu e a Laura vamos ver e resolver nossa vida, sei que nosso namoro ta parecendo iôiô, mas agora vai dar certo!
- Vao voltar maninho? Que noticia ótima! - A Bruna falou descendo as escadas.
- Certo que sim, eu nao consigo viver sem ele!
- Ótimo, adorei muito a noticia. - Seu Amarildo disse. Sorrimos e comemos.
- Quero conversar... - O Luan disse.
- Pode falar.
- Na verdade eu queria ficar aqui com você, eu to morrendo de saudade.
- Saudade de que Luan?
- De quando um orgulho besta não atrapalhava nosso amor.
- Eu tava pensando...
- Você pensa?
- Como você é bobo. - ri.
- Também não vou falar mais nada. - Eu completei.
- Pode falar, agora fala! - O Luan disse.
- Luan, eu tava esperando o Henrique crescer para resolver nosso futuro. Eu não queria que ele crescesse com você desde pequeno achando que você era o pai, mas pra frente, daqui uns anos, no máximo 2 o Felipe sai da cadeia e eu to com muito medo dele vir procurar meu filho. Tenho medo dele fazer alguma coisa com você, por assumir o filho dele, mas por mais egoísta que seja da minha parte, eu quero passar tudo isso ao seu lado, eu sempre quis, e a Bruna um pouco antes de eu dormir abriu meus olhos
- Você quer voltar? - O Luan perguntou.
- Quero.
- Sem se arrepender depois?!
- Claro Lu.
- Assim eu quero. - Ele sorriu, e aquele sorriso recompensou tudo, e me fez sorrir demais.
- Vou te deixar dormir amanhã a gente conversa ta? - Ele foi saindo, mas antes de meu um beijo em minha testa.
Aproveitei para dormir mais um pouco. No dia seguinte eu e o Henrique levantamos cedo e descemos para tomar cafe da manhã. O pai e a mãe do Luan já estavam na cozinha e eu fiquei conversando com eles. O Luan logo desceu também.
- Bom dia. - Eu falei.
- Bom dia meu filho! - A Dona Mari disse também.
- Bom dia mãe, bom dia Laurinha.
- Nossa, ta animado para quem acordou cedo em... - O pai do Luan disse.
- Ah pai, eu e a Laura vamos ver e resolver nossa vida, sei que nosso namoro ta parecendo iôiô, mas agora vai dar certo!
- Vao voltar maninho? Que noticia ótima! - A Bruna falou descendo as escadas.
- Certo que sim, eu nao consigo viver sem ele!
- Ótimo, adorei muito a noticia. - Seu Amarildo disse. Sorrimos e comemos.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Capitulo trinta.
O filme não estava me agradando, não gostei do tema e do assunto, então peguei o Henrique que estava dormindo no sofá e levei para o quarto de hospedes aonde eu e ele dormiríamos aquela noite. Depois desci e fui para o parquinho que havia no condomínio. Sozinha, eu olhava para a lua, fazendo pedidos à ela.
- Me dê força para escapar dos braços mais gostoso que existe. - Eu disse olhando para o céu.
- Ou melhor, faça eu esquecer de tudo, do meu passado. Me mostre a pessoa certa... - Eu disse novamente rindo da minha loucura de falar sozinha.
- Acho impossível você encontrar alguém melhor que eu, alguém que te ame mais. - Respirei fundo, era perseguição e eu já estava arrependida de ter deixado o Luan escutar minhas palavras.
- Luan, vai assistir seu filme...
- Eu gosto de ficar perto de você Laura.
- Não faz assim, Luan, acabou tudo, esquece do passado, pede também para as estrelas, para Deus te dar alguém melhor que eu, é o jeito.
- Vou esquecer do passado, junto com você, nós, vamos esquecer, juntos.
- Luan, não quero voltar.
- Então não abaixa essa cabeça não, levanta ela, olha para meus olhos e diga isso para mim. - Ele disse com um tom de voz alto.
- Para Luan.
- Vamos Laura! Diga! ''Luan, eu não te amo, eu não quero ficar ao seu lado''
- Luan...
- FALA LAURA!
- EU NÃO POSSO E NÃO QUERO LUAN, era isso que você queria ouvir? Então ouviu! - Eu disse ainda mais alto e sai correndo para dentro da casa. O Luan não foi atras, ficou ali no parquinho mesmo. Entrei na casa correndo e subi para o quarto de hospedes, tirei meu sapato e me joguei na cama, chorei bastante por o Luan insistir mesmo sabendo do meu orgulho. Resolvi não sair do quarto mais, e no dia seguinte nós iríamos embora. A Bruna que viu eu chegando estranha em sua casa bateu em meu quarto, abri e conversamos. Ela era uma grande amiga.
- Mas porque, porque, porque tu vai ficar longe dele se vocês se amam?
- Bru, orgulho né, medo também.
- Medo do que Laurinha?
- De fazer seu irmão sofrer.
- Mas você ama ele!
- Amo, por isso que deixo ele assim, cuidado mais longe de mim. Tenho medo do que podem fazer com ele por minha causa.
- O amor vence tudo La, tenta!
- Já to decidida Bru, mas ele me causa um efeito indescritível! Nós nos beijamos na piscina, e eu amei.
- Mentira que rolou né? Já to feliz! Vocês merecem ser felizes juntos Laura!
- Eu sei Bru, mas tudo bem!
- Vou te deixar dormir, só pensar nisso, fica com ele!
- Beijos Bru, não é tão simples assim!
- Beijos! - Ela foi dormir e eu aproveitei para dormir também, mas ainda não era tão tarde, e sim uma da manha.
- Me dê força para escapar dos braços mais gostoso que existe. - Eu disse olhando para o céu.
- Ou melhor, faça eu esquecer de tudo, do meu passado. Me mostre a pessoa certa... - Eu disse novamente rindo da minha loucura de falar sozinha.
- Acho impossível você encontrar alguém melhor que eu, alguém que te ame mais. - Respirei fundo, era perseguição e eu já estava arrependida de ter deixado o Luan escutar minhas palavras.
- Luan, vai assistir seu filme...
- Eu gosto de ficar perto de você Laura.
- Não faz assim, Luan, acabou tudo, esquece do passado, pede também para as estrelas, para Deus te dar alguém melhor que eu, é o jeito.
- Vou esquecer do passado, junto com você, nós, vamos esquecer, juntos.
- Luan, não quero voltar.
- Então não abaixa essa cabeça não, levanta ela, olha para meus olhos e diga isso para mim. - Ele disse com um tom de voz alto.
- Para Luan.
- Vamos Laura! Diga! ''Luan, eu não te amo, eu não quero ficar ao seu lado''
- Luan...
- FALA LAURA!
- EU NÃO POSSO E NÃO QUERO LUAN, era isso que você queria ouvir? Então ouviu! - Eu disse ainda mais alto e sai correndo para dentro da casa. O Luan não foi atras, ficou ali no parquinho mesmo. Entrei na casa correndo e subi para o quarto de hospedes, tirei meu sapato e me joguei na cama, chorei bastante por o Luan insistir mesmo sabendo do meu orgulho. Resolvi não sair do quarto mais, e no dia seguinte nós iríamos embora. A Bruna que viu eu chegando estranha em sua casa bateu em meu quarto, abri e conversamos. Ela era uma grande amiga.
- Mas porque, porque, porque tu vai ficar longe dele se vocês se amam?
- Bru, orgulho né, medo também.
- Medo do que Laurinha?
- De fazer seu irmão sofrer.
- Mas você ama ele!
- Amo, por isso que deixo ele assim, cuidado mais longe de mim. Tenho medo do que podem fazer com ele por minha causa.
- O amor vence tudo La, tenta!
- Já to decidida Bru, mas ele me causa um efeito indescritível! Nós nos beijamos na piscina, e eu amei.
- Mentira que rolou né? Já to feliz! Vocês merecem ser felizes juntos Laura!
- Eu sei Bru, mas tudo bem!
- Vou te deixar dormir, só pensar nisso, fica com ele!
- Beijos Bru, não é tão simples assim!
- Beijos! - Ela foi dormir e eu aproveitei para dormir também, mas ainda não era tão tarde, e sim uma da manha.
domingo, 18 de novembro de 2012
Capitulo vinte e nove.
Desci com um pouco de vergonha, mas até que o biquíni ficou bem. O Luan não disfarçou os olhares.
- Nossa, corpão em? - A Bruna disse.
- Só que não! Peguei um anjo pesado na academia, assim que esse tesouro nasceu! - Peguei o Henrique do colo do Luan e entrei com ele no meu colo. O Luan foi logo atrás.
- Eu comprei uma boinha pra ele ontem, vou pegar lá. - A Mari disse, subindo e logo chegando com uma boinha. Coloquei no Henrique e fiquei brincando com ele. O Luan também brincava, cheio de graça inventou uma brincadeira.
- Vamos brincar de tubarão com a mamãe Rique? Eu sou o tubarão e vou pegar vocês dois. - O Luan disse. Eu comecei correr com o Henrique e o Luan ia atrás de nós...
- Eu vou pegar vocês... - Ele disse rindo.
- Vai ficar sonhando! - Corri com o Henrique mais rápido ainda, ele ria e ficava desesperado quando o Luan se aproximava. Teve um hora que o Luan mergulhou para pegar minha perna por baixo, e conseguiu. Ele ainda mergulhando puxou minha perna, quase me afogando.
- Seu louco! Para! - Eu disse rindo e ele ria também.
- Tão bom ficar assim, com você. De boa sabe? - O Luan disse e eu apenas sorri e voltei a mergulhar. O Luan continuou brincando de tubarão com o Rique e os pais do Luan e a Bruna com sua amiga entraram pra dentro, para assistir filme. O Luan sem nada para fazer inventou de brincar de vôlei. Colocou a rede e ficamos brincando. Teve uma hora que a bola acertou minha cabeça, e o Luan foi correndo até mim ver o que tinha acontecido.
- Ta tudo bem? Ta tudo bem? Desculpa!
- Só fez um galo aqui, mas da nada - eu ri.
- Quer um beijinho pra sarar? - Ele riu
- Não, muito obrigada. - Ri.
- Eu sei que tu quer. - Ele pegou meu cabelo e me beijou. Eu retribui, não consegui negar que tudo que eu mais queria era o beijo dele. Depois de alguns minutinhos paramos, nos lembrando que o Henrique estava do nosso lado.
- O filho, desculpa a mamãe viu? - Ri.
- É, desculpa o tio também, mas não aguento.
- Luan chega! Parou ta? Vou sair daqui, to cansada...
- Beleza, deixa o Rique aqui um pouco comigo ta?
- Ta... - Sai e um banho e me deu um sono, que não pensei duas vezes e deitei na cama do Luan e capotei. Acordei algumas horas depois com o Luan do meu lado, me assustei.
- Luan?
- Dorminhoca!
- Porque você ta aqui? Que horas são?
- Aqui é minha cama muié, você que ta intrusa aqui... O Henrique dormiu também, mas lá com a Bruna. Já é de noite muié, minha mãe vai pedir pizza.
- Peguei no sono, estava cansada e precisava descansar pra dirigir agora...
- Cê é louca muié, não vai não, ta de noite e é perigoso!
- Luan, por favor né...
- Laura! Para, fica aqui hoje!
- Ta Luan, ta bom, o que eu faço com você? Por favor né! - Ele apenas sorriu. Logo a Bruna veio nos avisar que a pizza havia chegado, descemos e comemos. Depois ficamos assistindo um filme, todos na sala.
- Nossa, corpão em? - A Bruna disse.
- Só que não! Peguei um anjo pesado na academia, assim que esse tesouro nasceu! - Peguei o Henrique do colo do Luan e entrei com ele no meu colo. O Luan foi logo atrás.
- Eu comprei uma boinha pra ele ontem, vou pegar lá. - A Mari disse, subindo e logo chegando com uma boinha. Coloquei no Henrique e fiquei brincando com ele. O Luan também brincava, cheio de graça inventou uma brincadeira.
- Vamos brincar de tubarão com a mamãe Rique? Eu sou o tubarão e vou pegar vocês dois. - O Luan disse. Eu comecei correr com o Henrique e o Luan ia atrás de nós...
- Eu vou pegar vocês... - Ele disse rindo.
- Vai ficar sonhando! - Corri com o Henrique mais rápido ainda, ele ria e ficava desesperado quando o Luan se aproximava. Teve um hora que o Luan mergulhou para pegar minha perna por baixo, e conseguiu. Ele ainda mergulhando puxou minha perna, quase me afogando.
- Seu louco! Para! - Eu disse rindo e ele ria também.
- Tão bom ficar assim, com você. De boa sabe? - O Luan disse e eu apenas sorri e voltei a mergulhar. O Luan continuou brincando de tubarão com o Rique e os pais do Luan e a Bruna com sua amiga entraram pra dentro, para assistir filme. O Luan sem nada para fazer inventou de brincar de vôlei. Colocou a rede e ficamos brincando. Teve uma hora que a bola acertou minha cabeça, e o Luan foi correndo até mim ver o que tinha acontecido.
- Ta tudo bem? Ta tudo bem? Desculpa!
- Só fez um galo aqui, mas da nada - eu ri.
- Quer um beijinho pra sarar? - Ele riu
- Não, muito obrigada. - Ri.
- Eu sei que tu quer. - Ele pegou meu cabelo e me beijou. Eu retribui, não consegui negar que tudo que eu mais queria era o beijo dele. Depois de alguns minutinhos paramos, nos lembrando que o Henrique estava do nosso lado.
- O filho, desculpa a mamãe viu? - Ri.
- É, desculpa o tio também, mas não aguento.
- Luan chega! Parou ta? Vou sair daqui, to cansada...
- Beleza, deixa o Rique aqui um pouco comigo ta?
- Ta... - Sai e um banho e me deu um sono, que não pensei duas vezes e deitei na cama do Luan e capotei. Acordei algumas horas depois com o Luan do meu lado, me assustei.
- Luan?
- Dorminhoca!
- Porque você ta aqui? Que horas são?
- Aqui é minha cama muié, você que ta intrusa aqui... O Henrique dormiu também, mas lá com a Bruna. Já é de noite muié, minha mãe vai pedir pizza.
- Peguei no sono, estava cansada e precisava descansar pra dirigir agora...
- Cê é louca muié, não vai não, ta de noite e é perigoso!
- Luan, por favor né...
- Laura! Para, fica aqui hoje!
- Ta Luan, ta bom, o que eu faço com você? Por favor né! - Ele apenas sorriu. Logo a Bruna veio nos avisar que a pizza havia chegado, descemos e comemos. Depois ficamos assistindo um filme, todos na sala.
Capitulo vinte e oito.
Não acreditei naquilo, com certeza o Luan não estava perdendo tempo. Peguei o Henrique e fui para a cozinha, aonde a mãe de Luan estava. Conversamos um pouco.
- Laura, volta com ele por favor! - Ela me dizia.
- Não é assim Mari... Não dá, por mais que eu queria.
- Deixa de ser orgulhosa mulher!
- Não é tanto o orgulho, tenho medo de fazer ele sofrer, não sou a pessoa ideal para o Luan, ainda mais com um filho, o Luan não é obrigado assumir isso...
- Mas ele quer Laura! Ele está sofrendo mais longe de você, perto de você ele é feliz minha linda.
- Ele sofrendo? Com essa bonitona ai? - Ri.
- Não minha flor, ela é amiga da Bruna, conheço essa menina, fica tranquila, o Luan só tem olhos para você e para nosso Henrique, ele o ama!
- O Rique gosta bastante do Luan Também, prometo trazer ele bastante vezes aqui, minha casa está aberta para vocês.
- Pode deixar minha linda, vamos visitar vocês sempre! Mas pensa com carinho, volta com meu filho!
- Olha Mari, vamos ver isso ai ta?
- Ta bom... Mas e como anda as coisas em Curitiba?
- Então, não vou me mudar de cidade não sabe? Amo Curitiba e minha vida por lá está muito boa... Estou trabalhando, em uma área muito boa, jornalismo. Estou ganhando bem, contratei uma babá para cuidar do Rique enquanto eu trabalho... Ta tudo certo...
- Como eu fico feliz em ouvir isso! Mas vamos deixar nossas conversas para mais tarde? Vamos almoçar, fiz uma comidinha especial... - Ela me puxou para a sala de jantar, aonde a Bruna e o Luan arrumavam a mesa e aquela ''amiga da Bruna'' que eu não engolia de jeito nenhum estava ali também... Logo seu Amarildo chegou com um vinho e todos nós se sentamos na mesa. Deixei Henrique em um ''andador'' que eu havia levado para ele não fazer bagunça. Almoçamos e tomamos bastante vinho. Depois dei comida para Rique e depois a Mari chegou com uma sobremesa deliciosa, creme de abacate e um pudim de chocolate belíssimo. Comemos e fomos para a área de lazer deles, aonde havia piscina, varias mesinhas para ficar conversando. Eu, o Seu Amarildo e a Mari nos sentamos em uma das mesas e aproveitamos para conversar, adoro eles! A Bruna e a amiga dela subiram para colocar biquíni, e o Luan veio até nós com o Henrique em seu colo.
- Ô mamãe do Rique, deixa ele nadar com o tio Luan? Deixa mamãe? - O Luan fazia voz de bebê.
- Se o titio Luan não afogar meu filho eu deixo.. - Eu disse rindo e o Luan mostrou a língua pra mim.
- Mas mamãe do Rique, a senhorita não vai nadar com a gente? - O Luan perguntou para mim, fazendo cocegas no Henrique.
- Não tenho roupa de banho Luan, deixa pra lá, vou ficar vendo o meu peixinho nadar...
- A Bruna te empresta um, vai lá pegar com ela...
- Ta bom vai... - Subi e coloquei um biquíni da Bruna.
- Laura, volta com ele por favor! - Ela me dizia.
- Não é assim Mari... Não dá, por mais que eu queria.
- Deixa de ser orgulhosa mulher!
- Não é tanto o orgulho, tenho medo de fazer ele sofrer, não sou a pessoa ideal para o Luan, ainda mais com um filho, o Luan não é obrigado assumir isso...
- Mas ele quer Laura! Ele está sofrendo mais longe de você, perto de você ele é feliz minha linda.
- Ele sofrendo? Com essa bonitona ai? - Ri.
- Não minha flor, ela é amiga da Bruna, conheço essa menina, fica tranquila, o Luan só tem olhos para você e para nosso Henrique, ele o ama!
- O Rique gosta bastante do Luan Também, prometo trazer ele bastante vezes aqui, minha casa está aberta para vocês.
- Pode deixar minha linda, vamos visitar vocês sempre! Mas pensa com carinho, volta com meu filho!
- Olha Mari, vamos ver isso ai ta?
- Ta bom... Mas e como anda as coisas em Curitiba?
- Então, não vou me mudar de cidade não sabe? Amo Curitiba e minha vida por lá está muito boa... Estou trabalhando, em uma área muito boa, jornalismo. Estou ganhando bem, contratei uma babá para cuidar do Rique enquanto eu trabalho... Ta tudo certo...
- Como eu fico feliz em ouvir isso! Mas vamos deixar nossas conversas para mais tarde? Vamos almoçar, fiz uma comidinha especial... - Ela me puxou para a sala de jantar, aonde a Bruna e o Luan arrumavam a mesa e aquela ''amiga da Bruna'' que eu não engolia de jeito nenhum estava ali também... Logo seu Amarildo chegou com um vinho e todos nós se sentamos na mesa. Deixei Henrique em um ''andador'' que eu havia levado para ele não fazer bagunça. Almoçamos e tomamos bastante vinho. Depois dei comida para Rique e depois a Mari chegou com uma sobremesa deliciosa, creme de abacate e um pudim de chocolate belíssimo. Comemos e fomos para a área de lazer deles, aonde havia piscina, varias mesinhas para ficar conversando. Eu, o Seu Amarildo e a Mari nos sentamos em uma das mesas e aproveitamos para conversar, adoro eles! A Bruna e a amiga dela subiram para colocar biquíni, e o Luan veio até nós com o Henrique em seu colo.
- Ô mamãe do Rique, deixa ele nadar com o tio Luan? Deixa mamãe? - O Luan fazia voz de bebê.
- Se o titio Luan não afogar meu filho eu deixo.. - Eu disse rindo e o Luan mostrou a língua pra mim.
- Mas mamãe do Rique, a senhorita não vai nadar com a gente? - O Luan perguntou para mim, fazendo cocegas no Henrique.
- Não tenho roupa de banho Luan, deixa pra lá, vou ficar vendo o meu peixinho nadar...
- A Bruna te empresta um, vai lá pegar com ela...
- Ta bom vai... - Subi e coloquei um biquíni da Bruna.
sábado, 17 de novembro de 2012
Capitulo vinte e sete.
Depois de um mês.
Minha rotina estava voltando ao normal e eu estava trabalhando fazia um tempo. Era tudo sossegado, muito bom e eu estava gostando demais. A única coisa ruim era o tempo, curto e não sobrava tanto tempo para eu cuidar do meu filho, só nos finais de semana aonde eu levava ele para passear. Eu estava ganhando bastante dinheiro e estava muito feliz. E o Luan? Com o tempo eu ia aprendendo a superar tudo, mas não a esquecer. Isso jamais será possível. Sempre via notícias dele com várias meninas, isso me doía, mas eu não podia fazer nada. O Luan me procurou numa tarde de sábado, bateu na porta e eu corri abrir, sem desconfiar que seria a visita dele.
- Oi. - Ele disse, enquanto eu me acalmava do susto que levei. Era incrível o efeito que ele me causava, mesmo depois de tanto tempo sem sequer tocar naqueles braços, que a cada dia estavam mais definidos e fortes.
- Entra... - Ele obedeceu, se sentando no sofá, aonde Henrique assistia desenho, bob sponja, o preferido de Luan. O Henrique sorriu quando viu o Luan, um sorriso lindo. O Luan ficou brincando com ele.
- Veio fazer o que aqui? - Eu disse grossa.
- Ver ele...
- Hum
- Ele ta lindão, minha mãe ta louca pra ver ele, na verdade todos la estão...
- manda eles virem aqui, minha porta esta aberta, pra eles.
- e pra mim Laura?
- ta fechado com cadeado. - Ri.
- Vou trancar a minha então, mas juro que nunca mais abro e só entra quem quer realmente.
- ok Luan, realmente é o melhor.
- claro, vou ir embora então... Você tem carro, amanhã vai almoçar em casa...
- Luan...
- minha mãe que pediu
- Ta eu vou... Tchau.
- Tchau, Laura. - Sem nada de interessante o Luan foi embora, e minha felicidade foi junto com ele. Tomei banho e dei banho no Rique também e resolvi ir no shopping com ele, quando cheguei em casa, nós capotamos. No dia seguinte acordamos cedinho, arrumei as coisas e fomos para Londrina. Depois de um tempo de viagem chegamos no condomínio do Luan, me identifiquei e abriram o portão para mim. Havia umas fãs do Luan na frente, que contaram para o twitter que eu estava lá e acharam que tínhamos voltados, só que não. Quando cheguei na casa do Luan ele, seus pais e sua irmã já estavam na porta nos esperando. Fomos super bem recebidos, então entramos e dei de cara com uma menina loira, sentada na sala, ela me cumprimentou dizendo que era amiga da Bruna.
Minha rotina estava voltando ao normal e eu estava trabalhando fazia um tempo. Era tudo sossegado, muito bom e eu estava gostando demais. A única coisa ruim era o tempo, curto e não sobrava tanto tempo para eu cuidar do meu filho, só nos finais de semana aonde eu levava ele para passear. Eu estava ganhando bastante dinheiro e estava muito feliz. E o Luan? Com o tempo eu ia aprendendo a superar tudo, mas não a esquecer. Isso jamais será possível. Sempre via notícias dele com várias meninas, isso me doía, mas eu não podia fazer nada. O Luan me procurou numa tarde de sábado, bateu na porta e eu corri abrir, sem desconfiar que seria a visita dele.
- Oi. - Ele disse, enquanto eu me acalmava do susto que levei. Era incrível o efeito que ele me causava, mesmo depois de tanto tempo sem sequer tocar naqueles braços, que a cada dia estavam mais definidos e fortes.
- Entra... - Ele obedeceu, se sentando no sofá, aonde Henrique assistia desenho, bob sponja, o preferido de Luan. O Henrique sorriu quando viu o Luan, um sorriso lindo. O Luan ficou brincando com ele.
- Veio fazer o que aqui? - Eu disse grossa.
- Ver ele...
- Hum
- Ele ta lindão, minha mãe ta louca pra ver ele, na verdade todos la estão...
- manda eles virem aqui, minha porta esta aberta, pra eles.
- e pra mim Laura?
- ta fechado com cadeado. - Ri.
- Vou trancar a minha então, mas juro que nunca mais abro e só entra quem quer realmente.
- ok Luan, realmente é o melhor.
- claro, vou ir embora então... Você tem carro, amanhã vai almoçar em casa...
- Luan...
- minha mãe que pediu
- Ta eu vou... Tchau.
- Tchau, Laura. - Sem nada de interessante o Luan foi embora, e minha felicidade foi junto com ele. Tomei banho e dei banho no Rique também e resolvi ir no shopping com ele, quando cheguei em casa, nós capotamos. No dia seguinte acordamos cedinho, arrumei as coisas e fomos para Londrina. Depois de um tempo de viagem chegamos no condomínio do Luan, me identifiquei e abriram o portão para mim. Havia umas fãs do Luan na frente, que contaram para o twitter que eu estava lá e acharam que tínhamos voltados, só que não. Quando cheguei na casa do Luan ele, seus pais e sua irmã já estavam na porta nos esperando. Fomos super bem recebidos, então entramos e dei de cara com uma menina loira, sentada na sala, ela me cumprimentou dizendo que era amiga da Bruna.
domingo, 11 de novembro de 2012
Capitulo vinte e seis.
Quando cheguei no meu apartamento, tomei um banho enquanto deixei o Henrique assistindo uns desenhos. Após sair do chuveiro refrescada e aliviada por estar em casa fui na cozinha, aonde abri a geladeira e vi que precisava fazer uma compra. Também né, depois de tanto tempo fora. Me troquei e dei banho em Rique, depois peguei meu carro que nem lembrava mais como dirigia direito e fomos ao super mercado. Comprei algumas coisas, poucas mesmo, pois não ficaria muito tempo aqui em Curitiba, assim que desse iria para a cidade da minha mãe, depois iria procurar uma casa em outra cidade. Voltamos do mercado, subi com meu filho no meu colo, ele estava dormindo como um anjo. Abri a porta e deixei meu anjo descansar, comi um lanche e o acompanhei, dormindo ao seu lado. No dia seguinte acordamos tarde, ainda estávamos cansados da viagem. Depois de dar leite para Henrique, levei ele para passear em um parque perto de casa, depois fui procurar um emprego, precisava de uma ocupação e de dinheiro também claro. Não demorei muito para achar algo que se encaixasse certinho para mim: colunista de uma revista popular, bastante vendida em todo o país. Eu já fazia faculdade de jornalismo, antes de tranca-lá. O tema das minhas matérias seria novidades de artistas, internacionais e brasileiros, mas era só um estagio ainda, como um teste. Voltei também com minha faculdade, assim seria mais fácil de permanecer no emprego. Minha rotina seria totalmente louca, de manha ficaria com o Rique em casa, de tarde iria para a editora da revista e de noite minha faculdade, achar alguém confiante para ficar com meu filho era difícil, e os que podiam ficar na verdade não podiam, devido trabalho e outros projetos. Resolvi então contratar uma baba, mas eu morria de medo disso, eu ficaria fora a tarde inteira e a noite também, não confiava, mas era o jeito. Contratar uma empregada que servisse de baba. Lembrei que morava no meu prédio uma mulher, Sara, muito boazinha e que podia me ajudar. Quando voltei para casa logo fui no apartamento de Sara, aonde conversamos bastante e ela aceitou trabalhar para mim, das 12:00 as 22:00 que era a hora que eu ia para o trabalho e que eu voltava da faculdade. Combinamos dela começar em dois dias, que era quando eu começava minha rotina.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Capitulo Vinte e cinco.
Meus olhos brilhavam e ao mesmo tempo se desesperavam, eu não ia agüentar ver o Luan por muito tempo ali, em minha direção, na minha frente. Resolvi seguir meu caminho, como se ele não estivesse ali nos esperando. Peguei nossas malas e fui passando por ele, fingindo que o não reconhecia. Henrique chorou muito, parecia que ele sabia quem era o Luan, e o quanto ele fazia parte da minha história. O Luan não agüentou aquele desaforo de eu fingir que não o conhecia, foi atras de mim e eu entreguei os pontos, não era forte o suficiente para resistir. Fui até ele, que abria um sorriso ao ver Henrique pela primeira vez. O Luan então se aproximou mais, e sem nem pedir pegou meu filho no colo, não pude conter e nem segurar as lagrimas.
- Não precisa chorar. Eu vim aqui mais por ele mesmo, queria conhecer o menininho que ficou no meu pensamento desde o dia que você foi embora até agora. Como se fosse meu filho. Antes que você me pergunte, a Bruna que me avisou que você estaria voltando. Agora eu te pergunto, o que você iria ganhar saindo assim como fugitiva? Não sei se um dia vou poder te entender Laura, se seu nome não estiver mudado né? Porque pelo visto tudo em você mudou. Está diferente, nunca pensei que conseguiria ficar um ano sem falar com você, mas eu fiquei. Só não quero que você pense que nesse ano que você ficou fora eu deixei de pensar em você, porque você sabe que eu nunca te esqueci. - Ele disse frio, sem nem olhar para minha cara, acho que era melhor assim, eu
desabaria se ele olhasse fixamente aos meus olhos.
- E quem te disse Luan, quem te disse, que a saudade não gritou seu nome? Mas você não entende que eu não quero que você assuma algo que você não fez. Me perdoa por tudo.
- Não sei.
- Bom Luan, fica ao seu critério se quer ou não aceitar meu pedido de desculpas, agora eu tenho que ir, com licença. - Eu disse pegando meu filho do colo dele e pegando minhas duas malas, gigantes, que eu mal conseguia carregar. Involuntariamente o Luan tomou a iniciativa de me ajudar, pegou uma das malas e levou até o taxi que estava ali.
- Vai para aonde? - Ele me perguntou.
- Realmente, não vai mudar nada você saber.
- Deixa eu ir no taxi com vocês? Precisamos conversar como adultos. - Luan disse.
- Luan, por favor, não me desfie aos poucos, você não entende o quanto é difícil conversar com você, se não for para te amar.
- Encare de cara o problema.
- Entenda Luan, eu não quero ser o problema na sua vida. - Eu disse entrando no taxi e fechando as portas, mas o Luan impediu.
- Então faz assim, amanhã naquele café na esquina da sua casa, as 16:00 a gente conversa. Ta Laura?
- Vou pensar Luan, tchau.
- Me liga amanhã Laura!
- Luan eu não tenho mais seu numero. Deixa eu ir agora, o taxi não vai esperar mais. Fechei a porta e o taxi foi a caminho de casa.
eai?
- Não precisa chorar. Eu vim aqui mais por ele mesmo, queria conhecer o menininho que ficou no meu pensamento desde o dia que você foi embora até agora. Como se fosse meu filho. Antes que você me pergunte, a Bruna que me avisou que você estaria voltando. Agora eu te pergunto, o que você iria ganhar saindo assim como fugitiva? Não sei se um dia vou poder te entender Laura, se seu nome não estiver mudado né? Porque pelo visto tudo em você mudou. Está diferente, nunca pensei que conseguiria ficar um ano sem falar com você, mas eu fiquei. Só não quero que você pense que nesse ano que você ficou fora eu deixei de pensar em você, porque você sabe que eu nunca te esqueci. - Ele disse frio, sem nem olhar para minha cara, acho que era melhor assim, eu
desabaria se ele olhasse fixamente aos meus olhos.
- E quem te disse Luan, quem te disse, que a saudade não gritou seu nome? Mas você não entende que eu não quero que você assuma algo que você não fez. Me perdoa por tudo.
- Não sei.
- Bom Luan, fica ao seu critério se quer ou não aceitar meu pedido de desculpas, agora eu tenho que ir, com licença. - Eu disse pegando meu filho do colo dele e pegando minhas duas malas, gigantes, que eu mal conseguia carregar. Involuntariamente o Luan tomou a iniciativa de me ajudar, pegou uma das malas e levou até o taxi que estava ali.
- Vai para aonde? - Ele me perguntou.
- Realmente, não vai mudar nada você saber.
- Deixa eu ir no taxi com vocês? Precisamos conversar como adultos. - Luan disse.
- Luan, por favor, não me desfie aos poucos, você não entende o quanto é difícil conversar com você, se não for para te amar.
- Encare de cara o problema.
- Entenda Luan, eu não quero ser o problema na sua vida. - Eu disse entrando no taxi e fechando as portas, mas o Luan impediu.
- Então faz assim, amanhã naquele café na esquina da sua casa, as 16:00 a gente conversa. Ta Laura?
- Vou pensar Luan, tchau.
- Me liga amanhã Laura!
- Luan eu não tenho mais seu numero. Deixa eu ir agora, o taxi não vai esperar mais. Fechei a porta e o taxi foi a caminho de casa.
eai?
Capitulo vinte e quatro.
Meses depois...
Acordei com um pouco de dor, abri o olho e vi várias pessoas com toucas e jalecos, sorrindo com uma criança na mão. Perguntei se era minha criança, e sorri com ouvir a doutora.
- Olha aqui mamãe, seu filho! - Eu o peguei e o beijei. Depois de alguns minutos a medica o levou de mim, ela me disse que no dia seguinte eu e ele receberíamos alta. Vi meu pai ali no cantinho, ele ficou ali comigo, até eu entrar no quarto. Depois levaram o meu filho novamente até mim, amamentei e não queria desgrudar dele. Mas infelizmente o levaram de novo. Ele fez todos os exames que precisava, e graças a Deus ele estava saudável e muito lindo. No dia seguinte fomos embora para nossa casa. O tempo ia se passando, até que quando vi, Henrique ja estava completando um ano e um mês. Vi que estava na hora de voltarmos para o Brasil, ele tinha que ver a vó e era para lá que eu e ele vamos assim que chegarmos. Meu pai me deu uma noticia que me deixou surpresa, ele não voltaria com a gente para o Brasil, acabou conhecendo uma italiana e eles estão namorando, então só seria eu e meu rique. Comprado as passagens, o dia da nossa volta ao nosso querido país chegou, meu pai nos levou ao aeroporto e se despediu. Eu disse que sempre que pudesse eu ligava, mandava noticia nem que fosse por cartas. Cartas? Que coisa mais velha, fala sério, eu estava brincando, claro. Nunca vou mandar cantas para chegar o ano que vem. Eu e o meu anjinho embarcamos, ele foi a viagem inteira dormindo, em meus braços. A unica coisa boa que o Felipe conseguiu me dar, fora a amizade dele, antes de eu conhecer o Luan foi esse tesouro, que eu estava apaixonada. Depois de algumas horas chegamos no Brasil, quando o avião parou na pista, acordei o menino, que desceu no meu colo morrendo de sono.
- Mama. - Era uma das dezenas de palavras que ele falava. Eu me sentia a mamãe mais feliz do mundo, e a mais coruja também.
- Meu anjo, chegamos viu? Você nem se cansou, dormiu a viagem inteira seu folgadinho! Mas você me promete que quando chegarmos na casa da vovó vai me deixar descansar? Também sou filha de Deus meu anjinho, claro que sou, Ele me presentou com você, meu pequeno. - Dei um beijo em seu rosto e fomos pegar nossas malas. Depois fomos para a sala de desembarque, tive uma surpresa, que doeu meu coração e tudo dentro de mim.
Bora retomar aqui, desculpem a demora! :/
Acordei com um pouco de dor, abri o olho e vi várias pessoas com toucas e jalecos, sorrindo com uma criança na mão. Perguntei se era minha criança, e sorri com ouvir a doutora.
- Olha aqui mamãe, seu filho! - Eu o peguei e o beijei. Depois de alguns minutos a medica o levou de mim, ela me disse que no dia seguinte eu e ele receberíamos alta. Vi meu pai ali no cantinho, ele ficou ali comigo, até eu entrar no quarto. Depois levaram o meu filho novamente até mim, amamentei e não queria desgrudar dele. Mas infelizmente o levaram de novo. Ele fez todos os exames que precisava, e graças a Deus ele estava saudável e muito lindo. No dia seguinte fomos embora para nossa casa. O tempo ia se passando, até que quando vi, Henrique ja estava completando um ano e um mês. Vi que estava na hora de voltarmos para o Brasil, ele tinha que ver a vó e era para lá que eu e ele vamos assim que chegarmos. Meu pai me deu uma noticia que me deixou surpresa, ele não voltaria com a gente para o Brasil, acabou conhecendo uma italiana e eles estão namorando, então só seria eu e meu rique. Comprado as passagens, o dia da nossa volta ao nosso querido país chegou, meu pai nos levou ao aeroporto e se despediu. Eu disse que sempre que pudesse eu ligava, mandava noticia nem que fosse por cartas. Cartas? Que coisa mais velha, fala sério, eu estava brincando, claro. Nunca vou mandar cantas para chegar o ano que vem. Eu e o meu anjinho embarcamos, ele foi a viagem inteira dormindo, em meus braços. A unica coisa boa que o Felipe conseguiu me dar, fora a amizade dele, antes de eu conhecer o Luan foi esse tesouro, que eu estava apaixonada. Depois de algumas horas chegamos no Brasil, quando o avião parou na pista, acordei o menino, que desceu no meu colo morrendo de sono.
- Mama. - Era uma das dezenas de palavras que ele falava. Eu me sentia a mamãe mais feliz do mundo, e a mais coruja também.
- Meu anjo, chegamos viu? Você nem se cansou, dormiu a viagem inteira seu folgadinho! Mas você me promete que quando chegarmos na casa da vovó vai me deixar descansar? Também sou filha de Deus meu anjinho, claro que sou, Ele me presentou com você, meu pequeno. - Dei um beijo em seu rosto e fomos pegar nossas malas. Depois fomos para a sala de desembarque, tive uma surpresa, que doeu meu coração e tudo dentro de mim.
Bora retomar aqui, desculpem a demora! :/
Capitulo vinte e três.
Aqui na Itália tudo era diferente, pessoas novas, mas nada substituía minha vontade de ter o Luan a cada dia essa vontade aumentava. Ficar longe do Luan sugava todas as forças que eu tinha. Tentei encontrar alguém, mas nunca acharia a pessoa certa, pois a certa mesmo estava no Brasil, e se chamava Luan Rafael. Minha barriga crescia muito, e eu havia tomado uma decisão, assim que o bebe nascesse eu voltaria junto com ele para o Brasil. Mudaria de casa, de vida e apagaria o passado. Isso não seria nada fácil, praticamente impossível mas eu estou disposta a tentar. Fui no médico e descobri que o bebe era menino, meu menino. Decidi por nome de Henrique. A cada dia eu comprava as coisinhas dele, e eu já estava sua espera.
LUAN NARRA.
Os dias não estavam nada legais. A cada dia parecia que piorava, eu esperava e esperava uma melhora, algo que me fizesse sorrir, mas eu não encontrava. Eu havia me afastado do twitter, mas nunca das minhas fãs. Elas sabiam que eu não estava bem, sempre que me viam preenchiam os vazios do meu coração. Realmente, não sei o que seria da minha vida sem meus fãs e minha família. Eles me davam a maior força, me deixavam bem ate. Nunca conseguia entrar em contato com a Laura, e isso deixava meu coração em farelos. Todos os meus amigos me mandavam desencantar dessa história, mas enquanto eu me chamasse Luan Rafael Domingos Santana não desistiria de viver minha vida com Laura. A Bruna parou de falar com ela, por minha causa. Eu tentava de tudo, mas não conseguia esquecer, daqueles olhos e daquele nome. Laura. Eu a cada dia que se passava sentia mais pai daquela criança, que eu nem sabia se era menino ou uma menininha. Me perguntavam todos os dias se quando Laura voltar para o Brasil com seu ou sua filha eu irei perdoa lá, perdoar do que? Ela fez o que achava certo, entendi seu lado, com o tempo. Ela não queria deixar uma responsabilidade dessa para mim. Todos os dias que tinha show, eu cantava te vivo pensando exclusivamente nela, aquele trecho ''a gente não precisa ta colado pra ta junto'' dizia realmente o que eu queria gritar para o mundo inteiro. Eu implorava para a Bruna ligar para ela, mas ela não atendia meu pedido, alegando que não queria me ver mal. Ah, eu não vou conseguir ficar mais mal do que já estou. Resolvi me dedicar as minhas fãs e deixar o tempo ver.
LUAN NARRA.
Os dias não estavam nada legais. A cada dia parecia que piorava, eu esperava e esperava uma melhora, algo que me fizesse sorrir, mas eu não encontrava. Eu havia me afastado do twitter, mas nunca das minhas fãs. Elas sabiam que eu não estava bem, sempre que me viam preenchiam os vazios do meu coração. Realmente, não sei o que seria da minha vida sem meus fãs e minha família. Eles me davam a maior força, me deixavam bem ate. Nunca conseguia entrar em contato com a Laura, e isso deixava meu coração em farelos. Todos os meus amigos me mandavam desencantar dessa história, mas enquanto eu me chamasse Luan Rafael Domingos Santana não desistiria de viver minha vida com Laura. A Bruna parou de falar com ela, por minha causa. Eu tentava de tudo, mas não conseguia esquecer, daqueles olhos e daquele nome. Laura. Eu a cada dia que se passava sentia mais pai daquela criança, que eu nem sabia se era menino ou uma menininha. Me perguntavam todos os dias se quando Laura voltar para o Brasil com seu ou sua filha eu irei perdoa lá, perdoar do que? Ela fez o que achava certo, entendi seu lado, com o tempo. Ela não queria deixar uma responsabilidade dessa para mim. Todos os dias que tinha show, eu cantava te vivo pensando exclusivamente nela, aquele trecho ''a gente não precisa ta colado pra ta junto'' dizia realmente o que eu queria gritar para o mundo inteiro. Eu implorava para a Bruna ligar para ela, mas ela não atendia meu pedido, alegando que não queria me ver mal. Ah, eu não vou conseguir ficar mais mal do que já estou. Resolvi me dedicar as minhas fãs e deixar o tempo ver.
Capitulo vinte e dois.
Fui para casa do meu pai, aonde matei as saudades dele. Contei a história inteira, ele me ajudou muito. Eu iria para a casa da minha mãe, mas resolvi dormir. Estava torduada, relembrar essa história era tenso então resolvi descansar. No dia seguinte, assim que amanheci parti para a casa da minha mãe, peguei a estrada, mas logo cheguei ao meu destino. Matei a saudades dela também, contei novamente a história e minha mãe ficou indignada. Mas ficou aliviada por saber que ele estava preso e não me podia mais me fazer mal. Ela ficou inconformada e entendi muito o lado dela, eu e Felipe fomos criado feito irmãos, nossas mães eram amigas, mas depois da sua prisão a mãe dele se mudou para outra cidade. Passei a tarde lá com minha mãe e voltei para a casa do meu pai, aonde ele me deu varias dicas. Ele me propôs de que ir morar na Itália, aonde ele tinha uma amiga que era como se fosse irmã para ele. Pensei e achei que fosse o melhor, a cada dia que se passava meu pai ia cuidando das coisas da viagem, minha mãe não queria me deixar ir, mas logo viu que seria melhor para mim e para o bebe. Resolvi não contar ao Luan, não tinha porque. Depois de um mês, eu e meu pai estávamos com o passaporte na mão, eu estava de quatro meses. Então viajamos. Com o coração novamente apertado eu me despedi do Brasil. O Luan estava mal com a nossa separação, ficava dias sem comer direito, e suas fãs já sabiam da nossa separação, o Luan explicou tudo no twitter, mas não detalhadamente, pois ele não queria se expor e nem me expor. O Luan as vezes ficava com algumas meninas, tentava me esquecer, esquecer da nossa história mas nunca dava. A Bruna me ajudava a saber as novidades do Brasil, ela me ligava sempre quando podia, mas em segredo, nem o Luan e nem sua família sabia dos nossos contatos. O tempo passava, e a Bruna não agüentou muito tempo calada, pois via o Luan me procurando e nunca me achava. Ele ficou louco ao saber que eu estava longe, a Bruna me contou até que ele pensou em ir me procurar lá, mas não deixaram. Assim era melhor, mas nunca daria para esquecer.
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